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  • APOIE | Remanso

    Contribua com a manutenção do trabalho de artistas vivos e com a existência de um espaço de cultural aberto ao público. Apoie a Remanso Nosso objetivo é ampliar as possibilidades de criação para artistas vivas, vivos, vives, em início de trajetória. Abordamos o campo o campo das artes visuais de uma perspectiva otimista de redução das desigualdades. Quando você apoia a Remanso, você está ajudando a rede produtiva da cultura no RS e está contribuindo diretamente para a realização de projetos sociais no segmento das artes visuais. Confira, também nosso Estatuto Social e nossos Boletins: Transparência DOAÇÃO INCENTIVADA POR MEIO DA LEI ROUANET >Estamos inscritos na Lei Federal de Incentivo à Cultural (Rouanet) sob o PRONAC 256522 (veja nosso projeto no portal de transparência clicando aqui ). >Nossa conta captação da Lei Rouanet é: Banco 001 (Banco do Brasil) Agência 0353-0 Conta 47.335-9 Quando fizer a transferência, entre em contato conosco para a emissão do recibo de doação. Empresas podem abater do imposto de renda o valor doado para o nosso projeto. Pessoas físicas podem abater do imposto de renda o valor doado para o nosso projeto. SAIBA+ >Se desejar elaborar outra forma de contribuir com o nosso projeto, entre em contato via e-mail: contato@remanso.org.br

  • QUEM SOMOS | Remanso

    Apresentação dos membros que integram a Remanso. A Remanso é dividida em 4 partes: a Assembleia Geral, a Diretoria, o Conselho Consultivo e o Conselho Fiscal. Diretoria Guilherme Leon Diretoria Executiva Guilherme Mautone Diretoria Cultural Caroline Ferreira Coordenação do Educativo Izis Abreu Coordenação do Comitê Curatorial Associados Fundadores Dani Berno Guilherme Mautone Guilherme Leon Izis Abreu Karina Nery Mauro Pippi da Rosa Silvia Berno Conselho Consultivo Alessandra Bochio André Lima Bruna Fetter Caroline Ferreira Camila Schenkel Carmen Capra Claudia Zanatta Eduardo Veras Elida Tessler Estêvão da Fontoura Jéssica Becker Lilian Maus Marina Polidoro Sátira Machado Conselho Fiscal Leandro Salatti Roberto Miranda Sérgio Pretto Documentos Estatuto Social Relatório de atividades e demonstrações financeiras 2023

  • A força inercial do hábito | Remanso

    A força inercial do hábito CURADORIA Guilherme Mautone INÍCIO 14 de março de 2025 FIM 10 de maio de 2025 Abrir a casa numa interrogação. É este o preceito de Maria Gabriela Llansol em seu pequeno poema que, aqui, é sugerido enquanto ação mobilizadora de descontinuidades. Diante da força inercial do hábito – descrição de Michel de Certeau sobre o lento processo de inscrição que transforma toda vivência excepcional em hábito, generalizando tantas práticas da mesma ordem – é que a interrogação llansoliana se insurge, rompendo, potencialmente, as resistências que se opõem à mudança. Ainda que habitemos, como lembrou Barthes em Como viver junto, através de Klossowski e Nietzsche, o descontínuo; na casa, este território peculiar, é onde o corpo – seus gestos e suas idiossincrasias – repousa, trabalha, aguarda, encontra, envelhece, come, suja, limpa, fala, cria, vê e faz; mais todos os outros verbos que, juntos, numa equação sempre faltante, praticam no cotidiano da casa a lenta passagem das horas e dos dias. Abrir a casa numa interrogação poderá significar, assim, um discreto delírio: inquirí-la, questioná-la, dela duvidar, incomodar-se com ela, estranhá-la, opondo-se ao estereótipo da casa como o espaço da intimidade criativa ou ao edulcorado e enganador lugar comum da “home, sweet home”. Ainda que essas fantasmagorias disfarçadas sobre a casa nos habitem, desde Xenofonte, no século IV a.C., com seu famoso Oeconomicus, a casa foi registrada na tradição filosófica ocidental como teoricamente desinteressante. Ela é o espaço privado, o lugar da oikonomia, da administração do oikos (casa), como nos lembrou Agamben. Oikonomia, uma práxis, atividade prática sempre demandada diante de uma situação particular, como nos lembrou Aristóteles. Vêm daí, portanto, não apenas um desinteresse filosófico sobre a casa por ser o espaço privado, em oposição ao espaço público, mas também um desinteresse calcado em sua suposta vaziez epistemológica – o conhecimento se faz na ágora, no espaço público onde debatem os homens (ainda que o Banquete, de Platão, famoso diálogo sobre o amor, transcorra numa festa dentro de casa e protagonize na figura de Diótima de Mantinéia, uma mulher, a reafirmação da metafísica das formas e as particularidades da experiência sensível). Talvez por isso, justamente, é que a casa se ofereça desde aí aos muitos estereótipos que não a interrogam e que nos capturam, delineando contradições íntimas. Abrí-la é, portanto, colocar-se a pensá-la. É perguntar por ela, hoje, mas através da arte. Abrir a casa numa interrogação é descontinuá-la, mobilizando uma força maior que a inércia habitual associada a ela. Guilherme Mautone ARTISTAS Amanda Charão, Amanda Teixeira, Eduardo Montelli, Elida Tessler, Fernanda Fedrizzi, Giovana Gobbi, Hélio Fervenza, Helô Sanvoy, Leonardo Lopes, Letícia Bertagna, Luciane Bucksdricker, Manoela Cavalinho, Marcelo Koetz, Maria Ivone dos Santos, Mariana Rieira, Michel Au Hasard, Nazú Ramos, Nilton Dondé, Pamela Zorn, Rick Rodrigues, Vera Chaves Barcellos

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  • EMERGÊNCIA CLIMÁTICA | Remanso

    A Remanso irá conceder, de modo temporário e gratuito, seus próprios espaços para acolher iniciativas que foram diretamente impactadas pelas chuvas e enchentes. Formulário de inscrição Planilha com horários Orientações de uso Descrição dos espaços Plantas baixas Orientações de uso e convivência A Remanso preza por ser um espaço para encontros e trocas. Por isso, é essencial que colaboremos juntes para a manutenção de um espaço de solidariedade, colaboração e respeito. Os espaços devem ser mantidos limpos e organizados, pois as salas são compartilhadas e poderão ser utilizadas por outras pessoas depois de você. Procure utilizar os espaços de modo consciente, cuidando com o barulho, a manutenção e organização do espaço, respeitando os demais ocupantes. A Remanso fica numa área sobretudo residencial, razão pela qual é importante que atentemos ao excesso de barulho. Se você tiver dúvidas sobre o uso dos espaços, procure a Direção da Remanso! Estaremos sempre disponíveis para ajudar com tudo que estiver ao nosso alcance. Sala tuco-tuco Localizada no 3º pavimento da Remanso Sala de 21m², em formato quadrado, com porta de acesso com tranca Sacada Aparador de apoio, 25 cadeiras estofadas, 1 poltrona, cortinas Sistema de projeção e sonorização Iluminação geral, 1 abajur e tomadas Ar condicionado Piso de tacos de madeira Forro de gesso Sala quero-quero Localizada no 3º pavimento da Remanso Sala de 15m², em formato retangular, com porta de acesso com tranca. 2 aparadores grandes que se transformam em mesa de trabalho coletiva, 15 cadeiras estofadas, 1 poltrona, cortinas Iluminação geral, 1 abajur e tomadas Ar condicionado Piso de tacos de madeira Forro de gesso Auditório Localizado no 2º pavimento da Remanso Uma sala de 38m², em formato retangular, com portas de acesso e trancas Acesso pelo Espaço Expositivo ou pelo Jardim (subida da rampa) Aparador de apoio, 35 cadeiras estofadas, duas poltronas e sistema de cortinas ao redor da sala Sistema de iluminação, sonorização, tomadas Ar condicionado Piso vinílico Copa coletiva A Remanso conta com uma copa coletiva no 3º andar. Nela você encontrará utensílios de uso comum e alguns insumos Conforme usar, procure manter o espaço limpo e organizado Ao utilizar o frigobar para alocar alimentos, procure identificá-los Evite desperdiçar água, sobretudo neste momento Jardim Espaço vasto para atividades diversas, conta com canteiros e pavimentos em concreto pigmentado Sistema de iluminação Acesso para a rua / externo à Remanso Biblioteca / Sala de leitura Localizada no 3º pavimento da Remanso Sala de 7m², em formato quadrado, sem porta de acesso e livre para a circulação (corredor) do pavimento Mesa central, em formato redondo, com 4 - 5 cadeiras estofadas, 1 estante de livros grande, 1 cortina Piso de porcelanato cimentício Sistema de iluminação e forro de gesso Tomadas Ar condicionado Plantas baixas Segundo pavimento Terceiro pavimento Voltar para o topo

  • Remanso | Alguel de salas

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  • Canteiro de Obras #3 | Remanso

    Canteiro de Obras #3 CURADORIA Guilherme Mautone, Guilherme Leon e Nazú Ramos INÍCIO 13 de março de 2026 FIM 14 de março de 2026 Por que não pensar este jardim tambem como um espaço onde a arte possa emergir, subsistir, mostrar-se, ser vivida, performada e debatida? Por que não transformar a desordem literal de um canteiro de obras (algo que este jardim já foi no passado) em uma oportunidade para o surgimento da arte e sua inauguração? Por que não um canteiro de onde, também, brotassem obras? Em 13 e 14 de março de 2023, este jardim era um literal canteiro de obras. Um ano depois, inspirados pela sugestão de ler na literalidade a possibilidade da metáfora, inauguramos uma minimostra de arte contemporânea intitulada Canteiro de Obras #1 . Durante dois dias, em 2024, este espaço estimulou, abrigou, fez circular e exibiu propostas artísticas diversas, embora unidas pelas ideias da experimentação, da interação e da colaboração. Passados três anos do pó de cimento, do constante barulho circular das misturadoras de concreto e do vai-e-vem de trabalhadores da construção civil; e passado dois anos da primeira metaforização deste espaço; inaugura-se Canteiro de Obras #3 , uma mostra de arte contemporânea rápida realizada nos dias 13 e 14.03.26, com a participação de artistas interessados nos processos artísticos experimentais e processuais e de obras que perfazem sua consecução mediante a interação com o público visitante. Não há, propriamente, um eixo narrativo que as amarre ou que nos permita justificar uma leitura pela via da rígida coerência curatorial. Elas aparecem aqui feito as coisas que aparecem nos jardins: cogumelos que brotam do dia pra noite, uma lesma que rasteja e deixa seus indícios, o passarinho que pousa, o farfalhar das folhas no arbusto, uma pegada insidiosa, um brilho fugidio ao longe, mas que logo some. E está bem que sejam assim: que se coloquem pra nós fugidias, nos surpreendam, nos deixem pensando e nos convidem a tomar parte. Guilherme Mautone ARTISTAS Gabe Felds, Leonardo Miguel, Lai Borges, ROJANA, Juan Pablo Trabalha, Kadu Ramos, Karen Vilella

  • Janela Remanso #1 | Remanso

    Janela Remanso #1 CURADORIA Remanso INÍCIO 24 de abril de 2026 FIM 15 de junho de 2026 O projeto Janela Remanso tem como objetivo dar visibilidade a trabalhos de artistas em início de trajetória em uma proposta facilitada de exposição. Desta forma, os artistas terão oportunidade de ter uma obra sua exposta em um lugar de grande circulação, podendo, assim, gerar interesse em outros agentes do sistema da arte, bem como, se conectar com o público visitante. Pensamos neste projeto como forma de fomentar o acesso às artes visuais e a circulação de trabalhos artísticos. Esperamos que com esta iniciativa mais artistas possam ser reconhecidos pelo campo da arte e que, futuramente, tenham maior possibilidade de exibir sua produção em outras instituições. A Remanso acredita no potencial das produções artísticas recentes e trabalha para que o cenário das artes visuais seja mais democrático e generoso com os artistas e demais agentes. Aproveite! Aqui é lugar de encontro com as artes visuais. Equipe Remanso Diretor | Guilherme Leon Coordenadora Executiva | Bianca Lagasse Produtor Executivo | Nazú Ramos Coordenadora de Educativo | Michele Zgiet Zelador e Montador | Claiton Martins ARTISTAS Catarina Dias, Kadu Ramos, Laura Moreira, Mariana Mazzetti, Virgínia Di Lauro, zarro

  • Mão de Obra? | Remanso

    Mão de Obra? CURADORIA Izis Abreu, Guilherme Mautone INÍCIO 15 de março de 2024 FIM 21 de junho de 2024 Mão de obra? consistiu em uma exposição temporária, uma mostra coletiva de artistas contemporâneos realizada no Remanso - Instituto Cultural, entre os meses de março e julho de 2024. Com curadoria de Guilherme Mautone e Izis Abreu, a mostra reuniu o trabalho de seis artistas vivos e quatro coletivos artísticos com a finalidade de refletir, através da singularidade das poéticas e das obras apresentadas, sobre o conceito de trabalho e sua ubiquidade em nossa vida contemporânea. No contexto atual, marcado pela retomada crítica da história (sobretudo da história da arte) e pelo reconhecimento da permanência de sistemas sociais de opressão herdados do passado colonial e ainda capazes de nos estruturar subjetivamente, atentar para o tema do trabalho humano e sua apresentação crítica através da produção artística nos oferece uma porta de entrada privilegiada para o desenvolvimento do pensamento crítico e da elaboração comum de um projeto utópico de sociedade em que tais sistemas não mais se repitam. Destinada para o público em geral, a exposição contará com ações pontuais de ativação no formato de atividades de mediação para crianças e adolescentes, mas também no formato de oficinas que envolvam a temática do trabalho e da força produtiva a partir da apreciação e debate daquelas visualidades presentes na mostra. A exposição também conta com a presença da Biblioteca da Vila, obra-espaço-dispositivo itinerante, inventada pelo coletivo Museu de Resgates, vinculado ao assentamento Santa Teresinha (Vila dos Papeleiros, PoA, RS), que durante todo o período da mostra passará a ser ativado através da troca de livros com visitantes e turmas de escolas públicas. Izis Abreu & Guilherme Mautone ARTISTAS A Minha Empregada, Coletivo Sopapo de Mulheres, Frente 3 de Fevereiro, Henrique Pasqual, Leandro Machado, Lia Braga, Museu de Resgates ,Salvador, Silvana Rodrigues, Vherá Xunú, Virginia di Lauro, zarro.

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