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- RESULTADO EDITAL CONCESSÃO 2024 | Remanso
Resultado do processo de seleção para a concessão de ateliê para 2024/1 do Remanso - Instituto Cultural. Serão selecionades 2 artistas que receberão uma bolsa e espaço de ateliê. Resultado final do Edital para Concessão de Ateliês 2024 Resultado Final do Edital C.2023.1, que regulou a chamada aberta para o Programa de Concessão de Ateliê do Remanso - Instituto Cultural Concluída a etapa de entrevistas no dia 27.11.2023, convocou-se, por deliberação da Coordenação Curatorial da Remanso e anuência da Diretoria Cultural, o Comitê de Avaliação, formado por Izis Abreu , Estêvão da Fontoura e Daniel Escobar . Encerradas as avaliações e deliberações no dia 30.11.2023, o resultado foi transmitido para a Diretoria que, por sua vez, aplicou aos resultados o sistema de cotas previsto pelo edital; considerando, sob diferentes pesos, as autodeclarações de cada candidate no instante de inscrição dos pleitos. O resultado final considerou (i) os portfólios, cartas de intenção e gravações de entrevista, avaliadas pelo Comitê de Avaliação, e, ao fim, (ii) aplicou criteriosamente o sistema de cotas regulado pelas estipulações editalícias, considerando eventuais interseccionalidades. O resultado do certame é, portanto, o que se segue: PROGRAMA DE CONCESSÃO DE ATELIÊ Ciclo #1, 2024 Selecionade para Vaga #1 Zarro Selecionade para Vaga #2 Virginia di Lauro Suplentes da Vaga #1 1. Lai Borges 2. Henrique Pasqual 3. Caru Brandi Suplentes da Vaga #2 1. Laura Moreira 2. Janaína Ferrari 3. Eduardo Thomazoni
- Audiodescrições PÚBLICA | Remanso
Audiodescrição da obra A Fenda de Mitti Mendonça Audiodescrição da obra A Fenda 00:00 / 02:21 Audiodescrição da obra rÈmanSÙ Instituto Cultural: duas ponteiras de Rafael Muniz Audiodescrição da obra rÉmanSÙ instituto cultural: duas ponteiras 00:00 / 01:37 Audiodescrição da obra Meu reino não é deste mundo (capital simbólico) de Santiago Pooter Audiodescrição da obra Meu reino não é deste mundo (capital simbólico) 00:00 / 01:37 Programa de Residência Artística > INCENTIVO À PRODUÇÃO ARTÍSTICA CONTEMPORÂNEA > AMPLIAÇÃO DO ACESSO AOS ESPAÇOS DE PRODUÇÃO DE ARTE > POPULARIZAÇÃO DAS TRAJETÓRIAS ARTÍSTICAS Organizado por convite institucional (Diretoria Cultural) ou por chamada pública regulada por edital, o programa envolve a realização de projetos artísticos pontuais no contexto da Remanso. Com duração de 1 mês, prorrogável por mais 1 mês, o programa conta com a cedência de espaços para a realização do projeto, bolsa de fomento à produção de arte, auxílio estadia e deslocamento, ajuda de custo para a compra de materiais e insumos artísticos e vale transporte. Artistas selecionades também podem participar de atividades organizadas pela Remanso de modo inteiramente gratuito, usufruindo de oportunidades de formação, circulação de arte e dos encontros que proporcionamos entre agentes do campo da arte.
- Sammy Duarte | Remanso
Sammy Duarte 2025 Programa de Pesquisa em Arte Contemporânea (1994, Canela, RS) é artista visual baseada em Porto Alegre e graduanda em Artes Visuais pela UFRGS, onde desde 2024 desenvolve pesquisa sobre Arte Processual no Pós-minimalismo como bolsista de Iniciação Científica. Texto (entrega final do PPAC) Instagram Site pessoal Portfólio
- Formas do Invisível - Individual de Catarina Dias | Remanso
Formas do Invisível - Individual de Catarina Dias CURADORIA Marina Câmara INÍCIO 22 de maio de 2026 FIM 18 de julho de 2026 Entre as primeiras experimentações em artes visuais de Catarina Dias, e Formas do invisível , sua segunda exposição individual, transcorreram-se cerca de sete anos. Os trabalhos apresentados nesta exposição foram elaborados ao longo da sua residência artística no Programa 2025 de Concessão de Ateliê do Remanso – Instituto Cultural. Durante esse tempo, Catarina elaborou poeticamente suas vivências, criando um conjunto de obras que são armas simbólicas e literais, das quais ela vem se munindo para se afirmar enquanto artista visual ao longo desse tempo, esses sete anos. A geração que a antecede, sua avó, avô, tias e tios maternos, vive em Canudos Velho, no Estado da Bahia, cidade vizinha de Canudos, que foi palco de um dos crimes em massa mais brutais já praticados na história do Brasil. Em 2014, aos 17 anos de idade, Catarina percorreu os mais de 3 mil quilômetros, em viagem com seu pai e sua mãe, desde Guaíba, para conhecer seus parentes que ela visto apenas aos dois anos de idade, e para conhecer também o lugar onde cresceu sua mãe, a própria cidade de Canudos. Daquela ocasião, temos os registros “Falta ”. Para expor essas fotografias hoje, 12 anos depois de tê-las feito, Catarina, no entanto, preenche as ausências de seus familiares que indica no vazio das imagens, com a renda, essa trama de fios, que ela usa para completar a parte da sua própria história que a ela mesma segue invisível. É um movimento engenhoso que a permite converter tanto a falta dos parentes, quanto de um lugar físico – a raiz de seu pertencimento – em matéria prima para a sua poética. Consciente de que a sua própria realidade é fruto de questões sócio-políticas nacionais, ela me disse, em conversa: Penso [nas] famílias brasileiras que viveram seus desterros e acabam se mudando para várias partes do Brasil. Separadas por questões financeiras, sem a possibilidade de uma família funcional, por conta da busca por empregos e novas oportunidades [são] questões muito características de famílias brasileiras pobres que acabam vivendo um “êxodo rural” obrigatório. Um dos métodos que ela adotou para tratar sobre essas questões foi trazer para dentro da exposição seu núcleo familiar mais próximo. Sua mãe tem como trabalho artístico-manual a tecitura de redes de pesca, técnica que aprendeu trabalhando na pesca com seus pais que, por um bom tempo, foram pescadores. É de sua mãe a rede que vemos na instalação “Tapar buracos ”. Já as facas, presentes em mais de uma obra, são uma herança paterna, cuja atividade manual é produzir facas artesanais. As facas também foram, no entanto, os instrumentos mais usados pelos conselheiristas, como se entrevê na foto “ Museu de canudos ” , em que a artista registrou uma visada do Museu Casa de Vó Izabel, que fica no Parque Estadual de Canudos, onde estão preservados os artefatos daquela Guerra. Enquanto sua estreia nas artes visuais foi sobretudo com performances, a partir de sua residência no Remanso Catarina passou a se dedicar majoritariamente à cerâmica, técnica com a qual já vinha trabalhando desde 2020. Aos poucos ela vai materializando, assim, o impalpável que percebe - mesmo sem ver, nem ter convivido - do seu passado, ao passo que forja, para si, também uma escultora. Em trabalhos anteriores, como os santinhos autorais “Rajada de fé ”, “Fé nos teus ”, ambos de 2023, Catarina já vinha pesquisando os símbolos religiosos. Com “ Armas de Jorge ” 2026, um dos trabalhos tridimensionais aqui apresentados, a artista manipula a herança religiosa que nos constitui, apresentando formas em negativo e em positivo da figura do Santo, em peças feitas de cerâmica vitrificada. Desse mesmo material ela cria vasos, ora com aplicação da renda, ora atravessados pelas facas e por pregos. Rede de pesca e renda, ora atravessados por pregos, ora tecendo as muitas faltas de seu passado; entalhes feitos por esses objetos pontiagudos – tanto os pregos, quanto as facas – são os modos de escavar e esculpir, pela pesquisa do seu passado, seu ser artista de hoje e do futuro. Marina Câmara PRODUÇÃO Luiza Veiga ARTISTAS Catarina Dias
- Janela Remanso #2 | Remanso
Janela Remanso #2 CURADORIA Remanso INÍCIO 8 de julho de 2026 FIM 1 de setembro de 2026 O projeto Janela Remanso tem como objetivo dar visibilidade a trabalhos de artistas em início de trajetória em uma proposta facilitada de exposição. Desta forma, os artistas terão oportunidade de ter uma obra sua exposta em um lugar de grande circulação, podendo, assim, gerar interesse em outros agentes do sistema da arte, bem como, se conectar com o público visitante. Pensamos neste projeto como forma de fomentar o acesso às artes visuais e a circulação de trabalhos artísticos. Esperamos que com esta iniciativa mais artistas possam ser reconhecidos pelo campo da arte e que, futuramente, tenham maior possibilidade de exibir sua produção em outras instituições. A Remanso acredita no potencial das produções artísticas recentes e trabalha para que o cenário das artes visuais seja mais democrático e generoso com os artistas e demais agentes. Aproveite! Aqui é lugar de encontro com as artes visuais. Equipe Remanso Diretor | Guilherme Leon Coordenadora Executiva | Bianca Lagasse Produtor Executivo | Nazú Ramos Coordenadora de Educativo | Michele Zgiet Zelador e Montador | Claiton Martins ARTISTAS Adriana Leal, Aline C. Dexheimer, Amanda Misturini, Audrey Lessa, Bhárbara D´águano, Clara Baracat, Isaac Lissaraça, Maria Eduarda Nectoux, Mariana Muraoka, Marília Tedesco, Pedro Lemos Ferreira, Rodrigo Ferreira, Vitória Martins
- EXPOSIÇÃO GESTO | Remanso
GESTO libido, trabalho & política na performance FICHA TÉCNICA CURADORIA Marina Câmara, Marcela Futuro, Samy Duarte & Ali do Espírito Santo ARTISTAS Amador e Jr. Segurança Patrimonial Ltda., Ana Luisa Santos, Carolina Santana, Cinthia Marcelle, Cláudia Paim, Daniella Domingues, Dayane Tropicaos, Elaine Tedesco, Elias Maroso, Elle de Bernardini, Érica Storer, Erico Bonder, Gabe Felds, Jo Ovadia, Laura Gonzaga, Letícia Parente, Lucia Koch, Marcela Futuro, Marco Paulo Rolla, Marcone Moreira, Maria Ivone dos Santos, Marion Velasco, Paulo Bruscky, Paulo Nazareth, Randolpho Lamonier, Ricardo Burgarelli, Sansa Rope, Sara não tem nome, Shima, Tiago Gasperin, Tiago Mata Machado, Vera Chaves Barcellos, Victor Galvão. APRESENTAÇÃO A performance e suas formas de registro são os temas desta exposição, cujo título remete ao verbo gestar, para fazermos menção à capacidade da arte processual conceber o pensamento crítico. Os trabalhos presentes na exposição tomam da ontologia da performance a hibridez e a aversão ao maniqueísmo, dando luz à característica principal da performance, que é mobilizar os corpos sem no entanto, desconsiderar o pensamento, irrefutavelmente parte do corpo (não, corpo e mente não só não se distinguem, como uma diferenciação entre eles seria possível apenas em termos de graus, e não de natureza). A tomada do gesto performático como tema de uma pesquisa e exposição diz da importância que observamos na performance, enquanto um ponto nodal na história da arte. Esta importância histórica se deve, no entanto, a nosso ver, menos ao fato deste gênero artístico ser ou não considerado um marco, e mais às características que o constituem. Não obstante já tenham se passado cerca de 70 anos desde as aparições das ações que assim foram nomeadas, gestos que hoje chamamos de performáticos podem ser enxergados em diversos eventos em que o corpo foi posto a serviço de uma manifestação artística, desde sempre. Para não irmos tão longe, ainda nas Vanguardas do início do século XX, tivemos, no âmbito do Dadaísmo por exemplo, as leituras dos poemas sonoros de Hugo Ball, no Cabaret Voltaire, as fotografias feitas por Man Ray de Marcel Duchamp travestido de Rrose Sélavy, enquanto aqui no Brasil, nos anos 40, tivemos as caminhadas no contrafluxo de procissões, feitas por Flávio de Carvalho, para ficarmos em poucos exemplos. Para além dessa capacidade de dar corpo a formulações iniciadas antes de sua nomeação, o que mais nos interessa é que a performance, cujo advento coincide com o da própria Arte Contemporânea, tem ainda pela frente um imenso terreno a ser estudado e tratado, já que grande parte das questões levantadas desde suas ações antecessoras – a saber, a permeabilidade e a abertura do pensamento crítico sobre as amarras da linguagem, das categorias e das classificações que estruturam o pensamento ocidental – seguem absolutamente em aberto hoje, e certamente ainda por muito tempo. Dentre o corpus de obras de Gesto é possível identificar pelo menos três núcleos a partir do modo como os interesses dos artistas pelo gesto performático se dão: um núcleo voltado à questão da libido e do libidinal, do sensível e do erótico; um segundo núcleo cujo interesse se centra na questão do trabalho – como atividade produtiva e motor do sistema (tanto da arte, quanto capitalista e neoliberal); e ainda outro núcleo que trata de questões políticas de forma mais direta. Fazendo jus, no entanto, precisamente à suas filiações ao gênero da performance e à “promiscuidade” a ele inerente – para citar Marco Paulo Rolla –, ainda que tentemos criar agrupamentos para lê-las, as obras dificilmente permaneceriam filiadas a este ou aquele núcleo, transitando, assim, em suas intercessões. Nos resta lembrar, por fim, do fato de que trabalhar com a performance diz de uma especial relação com o desassombro, que se acresce ao ato de coragem que é ser artista, já que, como sabemos, o performer não se expressa através do objeto artístico, mas sim corporifica a própria arte, se torna a obra em primeira pessoa, dando, por assim dizer, a cara a tapa. Texto de Marina Câmara PERÍODO DE EXPOSIÇÃO 05 de julho - 26 de outubro de 2024 REALIZAÇÃO Remanso - Instituto Cultural Trilhas Artísticas APOIO Universidade Federal do Rio Grande do Sul | UFRGS Pró-Reitoria de Extensão da UFRGS Programa de Pós-graduação em Artes Visuais da UFRGS Departamento de Artes Visuais da UFRGS Museu de Arte Contemporânea do RS | MAC RS Fundação Vera Chaves Barcellos | FVCB CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA Exposição não recomendada para menores de 18 anos. Apresenta imagens de nudez e conteúdo sexual. LISTA DE OBRAS CAROLINA SANTA (Belo Horizonte, MG, 1985). Não sou tua Vênus 2018. Fotografia digital. 42 x 29,7 cm. Acervo particular. MARCELA FUTURO (Porto Alegre, RS, 1997). Sala de estar, 2021. Fotografia digital. 29,7 x 42 cm. DAYANE TROPICAOS (Contagem, MG, 1988). Medidas, 2018. Políptico, 20x, resultante de fotoperformance. Fotografia digital em lambes. Dimensões variáveis. TIAGO GASPERIN (Farroupilha, RS, 1997). Autorretrato , 2024. Objeto, trenas. Dimensões variáveis. MARIA IVONE DOS SANTOS (Vacaria, RS, 1958). Meditações (Poing) , 2000. Fotografia. Ampliação de fotografia analógica. 18 x 24 cm (tiragem: 5). MARIA IVONE DOS SANTOS (Vacaria, RS, 1958). Zona d'ombre , 1994. Escultura em ferro fundido. 6 x 12 x 2 cm (tiragem 2). SARA NÃO TEM NOME (Contagem, MG, 1992). Andar de cima , 2009. Fotoperformance, impressão de fotografia digital, tríptico. 50 x 30 cm. MARCO PAULO ROLLA (São Domingos Prata, MG, 1967). Objetos de desejo , 1999. Video. Cor e som. 20'45''. PAULO NAZARETH (Governador Valadares, MG, 1977). Aqui é arte , 2005 - 2007. Impressão sobre papel. Conjunto de 5 folhetos. 21,3 x 14,6 cm (cada). Acervo do MACRS. PAULO NAZARETH (Governador Valadares, MG, 1977). Série Acontecido & Ocorrido, 2024. Instalação. Lata e cartazes. Impressão offset sobre papel jornal. Múltiplos. VERA CHAVES BARCELLOS (Porto Alegre, RS, 1938). La Definición Del Arte , 1993. Videoarte. Cor, som. 24'48''. Coleção da Fundação Vera Chaves Barcellos. LETÍCIA PARENTE (Salvador, BA, 1930). Tarefa I , 1982. Videoarte. Cor, som, 01'56''. Coleção da Fundação Vera Chaves Barcellos. CINTHIA MARCELLE (Belo Horizonte, MG, 1974) & Tiago Mata Machado (Belo Horizonte, MG, 1973). Buraco Negro, 2008. Video. Preto e branco, som. 4'41''. ELLE DE BERNARDINI (Itaqui, RS, 1991). Meu cu é uma festa , 2015. Videoperformance. Cor, som, 1'03''. ELLE DE BERNARDINI (Itaqui, RS, 1991). O aparecimento de Vênus , 2018. Video. Cor, sem som, 2'18''. VICTOR GALVÃO (Belo Horizonte, MG, 1994) & LAURA GONZAGA (Belo Horizonte, MG, 1994). Interlúdio Percurssivo, 2013. Videoarte. Cor, som, 7'16''. MARION VELASCO (Porto Alegre, RS, 1960), ELAINE TEDESCO (Porto Alegre, RS, 1963) & LUCIA KOCH (Porto Alegre, RS, 1966). Mudo , 1988. Videperformance. Cor, sem som. 0'56''. Coleção Arquivos do Estúdio 88. PAULO BRUSCKY (Recipe, PE, 1949). Xeroxperformance , 1980. Videoarte. Cor, som, 0'40''. CLAUDIA PAIM (Porto Alegre, RS, 1961 - 2018). Encantamento - Versão século XXI , 2013. Vídeo, cor e som, 07'53''. ERICA STORER (Curitiba, PR, 1992) & SANSA ROPE (São Paulo, SP, 1993). Há quedas por vir , 2021. Video, registro de performance na 33ª Mostra do Programa de Exposições do Centro Cultural de São Paulo. Cor, sem som, 38136''. Captação e edição Renato Maretti e Luisa Callegari. SHIMA (São Paulo, SP, 1978). Testemunho , 2006 - 2010. Fotoperformance. Impressão de fotografia digital. 29,7 x 42 cm. ELIAS MAROSO (Sarandi, RS, 1985). Intervenção #4 , 2013. Registros fotográficos de intervenção urbana. Díptico. 73 x 42 cm (cada). RICARDO BURGARELLI (Diamantina, MG, 1990). Arquivo Morto , 2017. Fotografia digital impressa sobre papel. 28 x 25 cm. Acervo particular. RICARDO BURGARELLI (Diamantina, MG, 1990). Arquivo Morto , 2017. Vídeo, cor, sem som. 5'45''. MARCONE MOREIRA (Pio XII, MA, 1982). Série Exaustos , 2017. Grafite sobre papel. 30 x 22,5 cm. Acervo particular. DANIELLA DOMINGUES (São Paulo, SP, 1982). Quebrando minha coluna , 2015 - 2016. Registros de ação e escritos de artista. Dimensões variadas. DANIELLA DOMINGUES (São Paulo, SP, 1982). Célula-vaga , 2015. Video, cor e som, 26'30''. RANDOLPHO LAMONIER (Contagem, MG, 1988) & VICTOR GALVÃO (Belo Horizonte, MG, 1994). Sunset Fever , 2022. Curta-metragem, cor, som, 10'42''. PERFORMANCES AMADOR E JR. SEGURANÇA PATRIMONIAL LTDA. / ANTÔNIO GONZADA AMADOR (Rio de Janeiro, RJ, 1991) & JANDIR JR. (Rio de Janeiro, RJ, 1989). Trabalho Remoto , 2024. Adesivo sobre MDF. 80 x 180 cm (cada). ERICO BONDER (Porto Alegre, RS, 1998). Eu visto a camisa da arte , 2024. GABE FELDS (Canela, RS, 1997). Aparatos Ambulantes , 2024. GABE FELDS (Canela, RS, 1997). Exposição para formigas , 2024. JO OVADIA (Porto Alegre, RS, 1984). Verde Esperança , 2024. TIAGO GASPERIN (Farroupilha, RS, 1997). Quatro maneiras de inutilizar caixas de fósforo, 2024. ANA LUISA SANTOS (Belo Horizonte, MG, 1979). Melindrosa , 2014 - 2024. PROGRAMA PÚBLICO Ao longo da duração da mostra, foram realizadas inúmeras atividades de ativação expositiva, gratuitas para o público, em formatos diversos como, por exemplo, oficinas, visitas mediadas e performances. > 27 de julho de 2024 | Ficcionalizando medidas , com Thiago Gasperin > 10, 15 e 24 de agosto de 2024 | Performar/estranhar , com Ali do Espírito Santo > 14 de setembro de 2024 | Exercícios de literalidade , com Marcela Futuro > 28 de setembro de 2024 | Exposição para pombas e outras criaturas , com Gabe Felds
- Programa de Concessão de Ateliê | Remanso
Programa de Concessão de Ateliê > INCENTIVO À PRODUÇÃO ARTÍSTICA CONTEMPORÂNEA > AMPLIAÇÃO DO ACESSO AOS ESPAÇOS DE PRODUÇÃO DE ARTE > POPULARIZAÇÃO DAS TRAJETÓRIAS ARTÍSTICAS Organizado por chamada pública, regulada por edital e de inscrição gratuita, o programa seleciona a cada ano 2 artistas em início de trajetória. Para artistas selecionades, a Remanso concede gratuitamente o ateliê coletivo durante 6 meses, prorrogáveis por mais 6 meses (totalizando 1 ano), junto de uma bolsa de fomento à produção artística, auxílio de custo para a compra de materiais e insumos artísticos e vale transporte. Artistas selecionades também podem participar de atividades organizadas pela Remanso de modo inteiramente gratuito, usufruindo de oportunidades de formação, circulação de arte e dos encontros que proporcionamos entre agentes do campo da arte. 2| 0| 2| 6| | | | | | | | KADÚ RAMOS Participou da residência artística AJURICABA (2026, Colares–PA) e foi um dos selecionados para o projeto “Acompanhamento e Exposição” na Casa Musgo (2025, Porto Alegre–RS). Fez parte da mostra coletiva “Dedos Cruzados”, realizada na Casa de Cultura Mario Quintana (2025), assim como foi um dos artistas presentes na exposição “Um Lugar Como Nenhum Outro” (2025). Também participou do evento cultural “Canteiro de Obras #2”, produzido pelo Instituto Cultural Remanso (2025). Teve seu trabalho apresentado na Mostra Novembro Negro (2025), em exposição idealizada pelo MPF da 4ª Região, em Porto Alegre–RS. É graduando em Artes Visuais – Licenciatura pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. INSTAGRAM @solarc.arte | PORTFÓLIO (link) MARIANA MAZZETTI (Pelotas, RS, 1996) É artista visual multimídia. Em 2023 formou-se Bacharel em Artes Visuais pela UFPel, e é graduanda em Tecnologia em Design Gráfico pela Uninter. Entre 2023 e 2024 atuou como co-gestora e produziu em ateliê no espaço independente Relva Cultural. Com referências deslocadas do cinema, internet e da cultura pop, sua pesquisa busca refletir o impacto da imagem como dispositivo narrativo não-verbal, investigando sobre sua produção e consumo na contemporaneidade. Atualmente utiliza principalmente as linguagens da pintura, desenho, colagem e fotografia. INSTAGRAM @mmz_ztt LAURA MOREIRA Laura Moreira (Rio de Janeiro, 1993) é artista visual e educadora, graduada em Letras pela UFRGS e atuante em Porto Alegre (RS). Em seu trabalho, está interessada no encontro entre artes visuais, ciências e artes do corpo. Integrou o Coletivo Vôo da Pomba: laboratório de experimentação de performance e dança nas cidades. Participou das residências artísticas do FestFoto Poa (2019), e LAB Arte-Educação (2023). Integrou o “Formas de la Idea”, grupo de estudos virtual de artistas e publicadores independentes da América Latina que promoveu, em 2021, uma exposição de mesmo nome, no Museo Nacional del Grabado (Buenos Aires, AR). Participou de diversas exposições coletivas. Em 2024, idealizou e produziu o projeto de arte-educação Corpo-significante. INSTAGRAM @lauramoreira | SITE laurademoreira.com CATARINA DIAS Catarina Dias é nascida em São Paulo (1996), reside e trabalha atualmente em Porto Alegre. Atua como artista visual independente há 8 anos. Começou sua jornada fazendo cursos de teatro e dança como o curso Teatro de Fato em Guaíba (2016), participou em Porto Alegre do grupo Beckett-We (2018) e residências de danças contemporâneas do POA em cena (2018-2019). Em 2019 participou da sua primeira exposição chamada As Coisas que São Ditas Antes no espaço de arte e cultura Casa Baka, premiada no XIII Prêmio Açorianos de Artes Plásticas na categoria Destaque em Exposição Coletiva. Em 2020 foi selecionada em 1º lugar no edital Espaço Ado Malagoli para sua primeira exposição individual no instituto de artes do RS (não sendo realizada por conta da Covid-19). Também em 2020 iniciou em conjunto uma galeria virtual chamada @lacunaprojeto fruto do edital FACdigital RS. Em 2022 foi contemplada pelo Edital Força e Luz – Energia Cultural 01/2022 para sua primeira exposição individual que foi executada no ano de 2023. Atualmente seu trabalho é voltado para a cerâmica, instalações e fotografia. Sua pesquisa se desdobra na ideia de pertencimento, memória e imaginário popular, falando sobre a criação artística através da precariedade e as suas possíveis denúncias através da arte. INSTAGRAM @ktrinafuracona | SITE linktr.ee/catarinadias 2| 0| 2| 5| | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | |2 |0 |2 |4 | | | | | | | | | | | | | | | | | VIRGINIA DI LAURO Virgínia Di Lauro (1989, Barra do Choça, BA) é artista visual, graduanda em Artes Visuais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e reside em Porto Alegre (RS) desde 2012. Em sua obra, cruzoa diferentes linguagens e técnicas como caminho de experimentações, composições e possibilidades, como interferências fotográficas, digitais e manuais, pintura, performance, vídeo e a feitura de objetos-coisas-máscaras. Desdobra seu trabalho entrecruzando realidade-ficção, através do onírico, da imaginação, dos acontecimentos e afecções cotidianas, natureza e emoções humanas. A partir daí, tece fios condutores possíveis de criação e encantaria, utilizando sobretudo o corpo e o feminino, variando entre suporte e temática como fonte geradora de outros corpos, atmosferas, livusias, mutações e modificações. Caminha por onde questiona as normas estabelecidas sobre o corpo e nossas relações com a vida na contemporaneidade assolada pelo capitalismo e moralismos patriarcais que distorcem nossos sentidos, nos descolando e distanciando das múltiplas possibilidades de tecer bem-viver e sonhar outras imagens capazes de atravessar os desastres iminentes de outras maneiras. INSTAGRAM @pedra.queandou | SITE virginiadilauro.com Diálogos oníricos - sua cara desaguando depois do vendaval (2023) ZARRO zarro (1987, Viamão, RS, BR) é uma artista afro-latino-americana que atualmente estuda e trabalha em Porto Alegre (RS). É mestranda no Programa de Pós-Graduação em Poéticas Visuais da UFRGS e, desde 2023, é uma das artistas participantes do Programa de Concessão de Ateliê no Remanso - Instituto Cultural. É Bacharel em Artes Visuais pela UFRGS (2022) e licenciada pela mesma instituição em Ciências Biológicas. Complementarmente, atuou junto à rede pública de educação, onde foi professora do ensino fundamental e médio. O início da pandemia ocasionou um momento de reclusão e inflexão em sua trajetória artística, quando passou a produzir num ritmo obstinado, motivada por sua imaginação e mesclando diferentes técnicas em seu processo poético. Coleciona e reúne imagens, fragmentos, vestígios, que servem de testemunhos da vida humana que avança sobre territórios, destacando a simbiose entre sociedade e natureza, memória e trauma. INSTAGRAM @a_zarro Coisário do Rio, 2022 - atual.
- SOBRE | Remanso
A REMANSO A Remanso é um instituto cultural sem fins lucrativos, que atua no campo das artes visuais. Fomentamos artistas em início de trajetória com ações de acolhimento, aperfeiçoamento profissional, oportunidades de produção e circulação de arte. E incentivamos trocas com a comunidade a partir dos encontros que possibilitamos. QUEREMOS AMPLIAR AS OPORTUNIDADES DE ACESSO À ARTE CONTEMPORÂNEA NA PERSPECTIVA OTIMISTA DA REDUÇÃO DAS DESIGUALDADES PARA ARTISTAS. O que realizamos? > A concessão gratuita de ateliês para artistas > Bolsas de incentivo à produção de arte > Exposições e mostras artísticas > Cursos de artes, culturas e humanidades > Atividades em arte-educação A casa ESPAÇO FÍSICO remanso_ultra_arq remanso_ultra_arq 1/4 Foto Cristiano Bauce A Remanso se encontra na Rua Santo Antônio, 366, Independência (Porto Alegre, RS), entre as ruas André Puente e Gonçalo de Carvalho. Estamos perto da avenida Independência e do Shopping Total. A sede da Remanso ocupa um sobrado de 1939, revitalizado e adaptado para as finalidades culturais do instituto. Ateliê compartilhado para dois artistas Espaço expositivo Auditório (30 lugares) Duas salas para aulas, cursos e oficinas Sala de leitura Jardim aberto para a comunidade Além disso, na casa geminada à sede da Remanso, hospedaremos, a partir de novembro de 2024, o Café Musa Velutina e um espaço com salas para serem alugadas por profissionais que trabalhem com cultura, criatividade, sensibilidade e com os afetos. Conheça aqui nossas salas. Elas estão disponíveis para aluguel, entre em contato via e-mail: contato@remanso.org.br ESTRUTURA INSTITUCIONAL Diretoria Guilherme Leon Diretor Nazú Ramos Produtor Executivo Bianca Lagasse Coordenadora Executiva Claiton Martins Zelador Michele Zgiet Coordenadora do Educativo Fundadores Dani Berno Guilherme Mautone Guilherme Leon Izis Abreu Karina Nery Mauro Pippi da Rosa Silvia Berno Conselho Cultural Alessandra Bochio André Lima Bruna Fetter Camila Schenkel Claudia Zanatta Duan Kisonde Eduardo Veras Elida Tessler Estêvão da Fontoura Gabriela Motta Guilherme Mautone Jéssica Becker Leandro Machado Lilian Maus Marina Polidoro Conselho Fiscal Leandro Salatti Roberto Miranda Sérgio Pretto TRANSPARÊNCIA Como medida de transparência institucional, a Remanso torna disponíveis tanto o seu Estatuto Social, quanto os relatórios de atividades culturais e suas respectivas demonstrações financeiras anualmente. Você poderá consultá-los nos links abaixo, onde os documentos estão disponíveis. Relatório de atividades 2026 Relatório de atividades 2025 Relatório de atividades e demonstrações financeiras 2024 Relatório de atividades e demonstrações financeiras 2023 Estatuto Social Ademais, a Remanso possui um canal específico para o envio de reclamações, denúncias e eventuais casos omissos que é a sua Ouvidoria. Formada por quatro membros de cada instância institucional (Fundadores, Diretoria, Conselho Fiscal e Conselho Consultivo), esta instância é convocada sempre que algum relato de maior gravidade chega até o canal ouvidoria@remanso.org.br PERGUNTAS FREQUENTES A Remanso é uma instituição pública ou privada? Somos um instituto cultural privado e sem fins lucrativos. Isso significa que a Remanso não faz parte do patrimônio público e não é um equipamento cultural público (municipal, estadual ou mesmo federal). Juridicamente ela é uma associação privada, fundada em 2022 por sete associados fundadores que se reuniram para, juntes, consolidar o sonho de ampliar as oportunidades de acesso à cultura e às artes visuais para outras pessoas. No entanto, do fato de ser uma entidade privada, não significa que a Remanso não deseje, ou não tenha por vocação, a realização de ações de interesse coletivo ou de retorno social. Esse, aliás, é nosso objetivo. Embora o realizemos dentro da área cultural, no segmento das artes visuais. Como a Remanso financia suas atividades? A Remanso é subsidiada através de doações diretas de seus fundadores. Para além disso, o instituto promove ações de modo continuado ações de cunho formativo (Eixo Formação) que, comercializadas, geram receita para a sua manutenção. Ademais, a Remanso tem outras fontes de receita como, por exemplo: comercialização de mercadorias próprias; aluguel de espaços; e, eventualmente, a participação em oportunidades de fomento municipais, estaduais ou federais, através de mecanismos de fomento regulamentados por lei e com objetivos de fomento à cultura no território brasileiro. Lembrando que é sempre importante insistir: quando você apoia a Remanso, compra alguma coisa conosco, aluga nosso espaço ou escolhe fazer um curso ou atividade de formação conosco, então você está ajudando a rede produtiva da cultura no RS e está contribuindo diretamente para a realização de projetos sociais no segmento das artes visuais. Qual é o tipo de atuação da Remanso? Nossa atuação é integralmente cultural. Nossa principal missão é o Programa de Concessão de Ateliês, em que fornecemos gratuitamente espaços de trabalho, junto de bolsas de fomento à produção artística, para artistas em início de formação/trajetória. Além disso, realizamos mostras e exposições artísticas, cursos de artes e humanidades, bem como de processos e práticas artísticas e atividades de arte-educação. Também promovemos encontros com as escolas, sobretudo da rede pública, e com a comunidade. PROGRAMAS E PROJETOS Programa de Concessão de Ateliê (PCA) pca Realizado por meio de chamada pública com inscrição gratuita, nosso programa seleciona anualmente dois artistas em início de carreira. A Remanso oferece aos selecionados o uso gratuito de um ateliê coletivo por seis meses — prazo que pode ser estendido por mais seis, totalizando um ano de residência. Além do espaço de trabalho, garantimos apoio financeiro através de uma bolsa de fomento, auxílio para compra de materiais e vale-transporte. Os artistas também têm acesso livre a todas as nossas atividades, aproveitando oportunidades de formação, circulação de obras e encontros estratégicos com profissionais do mercado da arte. Mariana Mazzetti 2026 Saiba + Catarina Dias 2025 Saiba + Kadu Ramos 2026 Saiba + Virgínia Di Lauro 2024 Saiba + Laura Moreira 2025 Saiba + zarro 2024 Saiba + Programa Expositivo (PE) pe O Programa Expositivo é o coração das artes visuais na Remanso, servindo de base para todas as mostras e exibições realizadas pelo instituto. Este programa assegura uma agenda cultural organizada e contínua, focada em apresentar obras que desafiam o olhar e celebram a diversidade de trajetórias artísticas, desde nomes emergentes até artistas já estabelecidos. O seu principal objetivo é promover o diálogo entre diferentes linguagens e garantir que o público tenha acesso constante a novas produções e reflexões contemporâneas. Além de dar visibilidade a projetos curatoriais consistentes, o programa incentiva a circulação de arte e o fortalecimento da cena cultural, consolidando a Remanso como um espaço dinâmico de encontro e descoberta artística. As exposições são selecionadas por uma chamada pública realizada no segundo semestre de todo o ano. Também, os artistas participantes do Programa de Concessão de Ateliê podem realizar uma exposição indivudal caso permaneçam um ano no programa. Veja as exposições passadas Programa de Pesquisa em Arte Contemporânea (PPAC) ppac O Programa de Pesquisa em Arte Contemporânea é uma iniciativa da Remanso dedicada ao fomento de estudos em História, Teoria e Crítica das Artes Visuais. Com foco na arte contemporânea e em seus processos de documentação, o programa busca ampliar o acesso à pesquisa acadêmica e teórica. Através de um ciclo anual de oito meses (de março a outubro), selecionamos via edital público um pesquisador para desenvolver seus estudos em nosso espaço, oferecendo uma bolsa mensal de R$ 1.200,00 e auxílio para a compra de livros, que futuramente integrarão o acervo da nossa biblioteca. A experiência na Remanso vai além do estudo individual: o pesquisador é incentivado a vivenciar o ambiente institucional, trocando conhecimentos com os artistas residentes e participando ativamente de nossos encontros e formações. Como parte do desenvolvimento do projeto e em contrapartida ao apoio recebido, o bolsista compartilha seu conhecimento com o público através de um curso, uma palestra e a produção de um artigo ou ensaio final, consolidando os resultados de sua pesquisa e fortalecendo o diálogo artístico da nossa comunidade. Programa de Residência Artística pra O Programa de Residência Artística da Remanso foi realizado em duas etapas, uma em 2023 e 2024 e a outra em 2025 e 2026, por meio do projeto Pública com recursos da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB). No período de 2023 e 2024, os artistas Henrique Pasqual e Virgínia Di Lauro conceberam trabalhos de arte no contexto da reforma do espaço físico da Remanso, expondo os trabalhos produzidos durante a residência na exposição Mão de Obra? (2025). Em 2025 e 2026, o projeto Pública recebeu as residências artísticas de Santiago Pooter, Rafael Muniz, Mitti Mendonça e Leandro Machado, convidados a conceber e realizar uma intervenção em grande escala no jardim da Remanso. Leandro Machado 2025 Saiba + Santiago Pooter 2025 Saiba + Mitti Mendonça 2025 Saiba + Henrique Pasqual 2023 Saiba + Rafael Muniz 2025 Saiba + Virgínia Di Lauro 2024 Saiba + Projeto PÚBLICA O Pública é um projeto de produção e circulação de arte contemporânea sediado na Remanso e financiado pela Política Nacional Aldir Blanc que visa democratizar o acesso às artes visuais e fortalecer a cena artística local. A iniciativa prevê a realização de quatro residências artísticas focadas na criação de instalações de grandes dimensões em paredes externas, articuladas com duas mini-mostras de obras efêmeras e diversas atividades educativas e formativas inteiramente gratuitas e acessíveis. Com uma forte diretriz de inclusão, o projeto reserva 60% de suas vagas para artistas de grupos minorizados, como pessoas negras, indígenas, LGBTQIAPN+ e pessoas com deficiência, reafirmando a arte como um direito cultural inalienável e um campo de transformação social. Dentro do cronograma de atividades, o projeto acolheu as mini-mostras Canteiro de Obras #2 em junho de 2025 e #3 em março de 2026, promovendo a circulação de obras participativas e colaborativas de jovens artistas. O ciclo de produção artística foi composto pelas residências de Santiago Pooter , em maio, Rafael Muniz , em julho, Mitti Mendonça , em novembro, e Leandro Machado , em janeiro de 2026, resultando em instalações permanentes de grande porte. Complementando a formação de público, foram promovidos três ciclos de palestras: "Arte, cidade e fluxos da diversidade", com Adauany Zimovski e Estêvão da Fontoura; "Arte contemporânea na rua e o desejo de impermanência", com Gabriela Motta e Eduardo Veras; e "Arte, educação e ampliação de acesso", com Izis Abreu e Michele Zgiet.
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Mariana Mazzetti 2026 Programa de Concessão de Ateliê (Pelotas, RS, 1996) É artista visual multimídia. Em 2023 formou-se Bacharel em Artes Visuais pela UFPel, e é graduanda em Tecnologia em Design Gráfico pela Uninter. Entre 2023 e 2024 atuou como co-gestora e produziu em ateliê no espaço independente Relva Cultural. Com referências deslocadas do cinema, internet e da cultura pop, sua pesquisa busca refletir o impacto da imagem como dispositivo narrativo não-verbal, investigando sobre sua produção e consumo na contemporaneidade. Atualmente utiliza principalmente as linguagens da pintura, desenho, colagem e fotografia. Texto (entrega final do PPAC) Instagram Site pessoal Portfólio
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