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  • Arte Leve | Remanso

    Arte Leve CURADORIA Érica Burini INÍCIO 24 de janeiro de 2026 FIM 21 de fevereiro de 2026 O Arte Leve viaja pela primeira vez e pousa na Remanso, abrindo portas e portais em 2026. O projeto foi concebido em 2024 na Casa Yara DW em São Paulo como uma chamada aberta que convida artistas de todo o Brasil a mandarem portfólios e indicarem obras de peso e medidas reduzidas para poderem assim viajar mais facilmente pelo correio. A forma estratégica e poética de lidar com a mobilidade logística das obras é enraizada na prática de Yara Dewachter, artista e gestora da Casa. Após a exposição em São Paulo, a primeira itinerância acontece em Porto Alegre, na Remanso - Instituto Cultural. Um instituto sem fins lucrativos que fomenta a formação, produção e circulação do trabalho de artistas desde o início de suas trajetórias. O projeto cumpre sua profecia ao desenhar uma outra geografia diferente no cenário da arte contemporânea brasileira, unindo espaços independentes que realizam um trabalho fundamental, de nutrir e fortalecer as bases da produção artística, dando vazão a experiências irreverentes e ao processo criativo, antes do resultado final. A primeira itinerância mostra também que Arte Leve visa criar uma relação com seus selecionados, de maneira distinta do que se pratica costumeiramente. É tecida uma trama com os artistas, incorporando-os na programação da Casa, incluindo-os em outros projetos e ações, provocando encontros, prolongando o laço, construindo vínculos. Deste modo, a imagem do remanso do rio também aparece: um lugar que é fertil pelo que se sedimenta, com o tempo e o acúmulo de materiais. A chamada Arte Leve teve 471 inscritos e tinha como propósito selecionar um artista por estado brasileiro, somando com um representante do Distrito Federal. Três agentes – o artista e curador Orlando Maneschy, com vasta atuação no Norte do país, o antropólogo, crítico e curador Alexandre Bispo, com experiência na Bahia e no estado de São Paulo e eu, profundamente interessada no circuito independente – analisaram rigorosamente este volume de documentos que mostra trajetórias e conta histórias de todos os cantos e recantos do Brasil. Buscamos abranger a maior diversidade possível de linguagens, abordagens e possibilidades de narrar um território de lutas, resistências, belezas e exuberâncias. Quem desenha este mapa são os artistas, e por isso é fundamental ler seus nomes e estados que representam: Amilton (AL), Amanda Fahur (PR), Allyster Fagundes (PA), Aram (SP), Beatriz Pessoa (MG), Charles Macuxi (RR), Cláudio Montanari (TO), Danilo de S’Acre (AC), Estêvão da Fontoura (RS), Eulália Pessoa (PI), Felipe Alves (CE), Gabriel Bicho (RO), Glênio Lima (DF), Levi Gama (AM), Lola Pinto (PB), Luis Napoli (MT), Luiz Sisinno (RJ), Nau Vegar (AP), Osmar Domingos (SC), Priscilla Pessoa (MS), Regina Borba (MA), Renata Voss (BA), Ricardo Masi (GO), Sarah Nazareth (PE), VÉIO (SE), Yiftah Peled (ES). Por aqui se veem artistas de variadas idades, trajetórias e formações, interesses e poéticas. Formas distintas de olhar a memória e a história, desde o interesse pela lente de aumento, até o telescópio, o micro e o macro, ambas paisagens interessam. O ambiente, a natureza, as cidades, os ritos, mitos e rituais, costumes, materiais, embates pertinentes da contemporaneidade se vêem contemplados por esta lista de artistas que delineia, dentro da maior diversidade possível, um não-sei-o-que que a arte tem. Érica Burini O projeto foi concebido em 2024 na Casa Yara DW em São Paulo como uma chamada aberta que convida artistas de todo o Brasil a mandarem portfólios e indicarem obras de peso e medidas reduzidas para poderem assim viajar mais facilmente pelo correio. ARTISTAS Amilton (AL); Amanda Fahur (PR); Allyster Fagundes (PA); Aram (SP); Beatriz Pessoa (MG); Charles Macuxi (RR); Cláudio Montanari (TO); Danilo de S’Acre (AC); Estêvão da Fontoura (RS); Eulália Pessoa (PI); Felipe Alves (CE); Gabriel Bicho (RO); Glênio Lima (DF); Levi Gama (AM); Lola Pinto (PB); Luis Napoli (MT); Luiz Sisinno (RJ); Nau Vegar (AP); Osmar Domingos (SC); Priscilla Pessoa (MS); Regina Borba (MA); Renata Voss (BA); Ricardo Masi (GO); Sarah Nazareth (PE); VÉIO (SE); Yiftah Peled (ES)

  • EXPOSIÇÃO MÃO DE OBRA? | Remanso

    MÃO DE OBRA? FICHA TÉCNICA CURADORIA Guilherme Mautone & Izis Abreu ARTISTAS A Minha Empregada, Coletivo Sopapo de Mulheres, Frente 3 de Fevereiro, Henrique Pasqual, Leandro Machado, Lia Braga, Museu de Resgates ,Salvador, Silvana Rodrigues, Vherá Xunú, Virginia di Lauro, zarro. APRESENTAÇÃO Mão de obra? consistiu em uma exposição temporária, uma mostra coletiva de artistas contemporâneos realizada no Remanso - Instituto Cultural, entre os meses de março e julho de 2024. Com curadoria de Guilherme Mautone e Izis Abreu, a mostra reuniu o trabalho de seis artistas vivos e quatro coletivos artísticos com a finalidade de refletir, através da singularidade das poéticas e das obras apresentadas, sobre o conceito de trabalho e sua ubiquidade em nossa vida contemporânea. No contexto atual, marcado pela retomada crítica da história (sobretudo da história da arte) e pelo reconhecimento da permanência de sistemas sociais de opressão herdados do passado colonial e ainda capazes de nos estruturar subjetivamente, atentar para o tema do trabalho humano e sua apresentação crítica através da produção artística nos oferece uma porta de entrada privilegiada para o desenvolvimento do pensamento crítico e da elaboração comum de um projeto utópico de sociedade em que tais sistemas não mais se repitam. Destinada para o público em geral, a exposição contará com ações pontuais de ativação no formato de atividades de mediação para crianças e adolescentes, mas também no formato de oficinas que envolvam a temática do trabalho e da força produtiva a partir da apreciação e debate daquelas visualidades presentes na mostra. A exposição também conta com a presença da Biblioteca da Vila, obra-espaço-dispositivo itinerante, inventada pelo coletivo Museu de Resgates, vinculado ao assentamento Santa Teresinha (Vila dos Papeleiros, PoA, RS), que durante todo o período da mostra passará a ser ativado através da troca de livros com visitantes e turmas de escolas públicas. PERÍODO DE EXPOSIÇÃO 15 de março - 21 de junho de 2024 APOIO Kim Gesswein COLAB PUCRS Biblioteca Pública de Nova Iorque LISTA DE OBRAS A MINHA EMPREGADA (Twitter / X, Brasil, 2014). Prints do Perfil A Minha Empregada , 2014 - 2024. Printscreens em tablet. Perfil público. Disponível em: https://twitter.com/aminhaempregada COLETIVO SOPAPO DE MULHERES - Quilombo do Sopapo / Clarissa Silveira, Cristina Nascimento, Denise Flores, Diane Barros e Marion dos Santos (Porto Alegre, RS, Brasil, 2013). Cárcere , 2014. Peça sonora. 4min32s. Acervo do coletivo | Financiamento da Secretaria de Estado da Cultura do RS (SEDAC RS) através do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), 2014. COLETIVO SOPAPO DE MULHERES - Quilombo do Sopapo / Clarissa Silveira, Cristina Nascimento, Denise Flores, Diane Barros e Marion dos Santos (Porto Alegre, RS, Brasil, 2013). Cárcere , 2024. Instalação. Sapatos sobre blocos de gesso. 1 × 1 m (cada). Acervo do coletivo. FRENTE 3 DE FEVEREIRO (São Paulo, SP, Brasil, 2004). Zumbi Somos Nós , 2007. Documentário, cores, 51min25s, YouTube de Daniel Lima. Acessível em: https://www.youtube.com/watch?v=jVHmoqHciD8 Minutagem da reapresentação: 24m37 - 26m56 HENRIQUE PASQUAL (Porto Alegre, RS, Brasil, 1990). Prumo , 2022. Frottage e desenho sobre papel de arroz. 97 × 160 cm Acervo do artista. HENRIQUE PASQUAL (Porto Alegre, RS, Brasil, 1990). Cavadeira , 2022. Frottage e desenho sobre papel de arroz. 97 × 160 cm. Acervo do artista. HENRIQUE PASQUAL (Porto Alegre, RS, Brasil, 1990). Marreta , 2022. Frottage e desenho sobre papel de arroz. 66 × 97 cm. Acervo do artista. HENRIQUE PASQUAL (Porto Alegre, RS, Brasil, 1990). Pro Labore , 2024. Escultura de concreto a partir de molde de algintato. 29 × 24 × 7 cm. Acervo do artista. JEAN-BAPTISTE DEBRET (Paris, França, 1768 - Paris, França, 1848). Une dame brésilienne dans son intérieur [Uma dama brasileira em seu interior ], 1834. Lambe de imagem digital sobre papel off-set. 400 × 280 cm. Acervo da Biblioteca Pública de Nova Iorque (Nova Iorque, EUA). Imagem original: Gravura, litografia em cores, 51,4 × 33,3 cm. 1934. Gravador: Charles Motte. Edições Firmin Didot Frères. Paris (França). LEANDRO MACHADO (Porto Alegre, RS, Brasil, 1970). Coleção , 2020 - 2023. Luvas utilizadas por trabalhadores em diversas atividades, encontradas pelas ruas da cidade. 272 × 180 cm. Acervo do artista LEANDRO MACHADO (Porto Alegre, RS, Brasil, 1970). Sem mãos, sem obra , 2024. Texto poético sobre adesivo vinílico e caneta permanente sobre vidraça. 272 × 180 cm. Acervo do artista. LIA BRAGA (Santa Maria, RS, Brasil, 1974). Formas Resguardadas , 2014 - 2020. Crochê sobre fragmentos de objetos. 200 × 200 cm. Acervo da artista. MUSEU DE RESGATES / Antônio Carboneiro, Cristiano Sant’Anna, Jacson Carboneiro (Porto Alegre, RS, Brasil, 2019). Biblioteca da Vila , 2023. Biblioteca ambulante sobre um carrinho de papeleiro adaptado. Dimensões variáveis. Acervo do coletivo. SALVADOR (Canguçu, RS, Brasil, 1978). Sem título , 2022. Impressão em relevo, acrílica e embalagem. Dimensões variáveis. 39 × 52,5 cm. Acervo do artista. SALVADOR ( Canguçu, RS, Brasil, 1978). Sem título , 2022. Impressão em relevo, acrílica e embalagem . Dimensões variáveis. 39,5 × 33,5 cm. Acervo do artista. SALVADOR ( Canguçu, RS, Brasil, 1978). Sem título , 2022. Impressão em relevo, acrílica e embalagem . Dimensões variáveis. 22,5 × 34,5 cm. Acervo do artista. SILVANA RODRIGUES (Porto Alegre, RS, Brasil, 1986). Relaxamento Afro , 2018 - 2021. Lambes em papel offset. 200 × 1100 cm. Acervo da artista. VHERÁ XUNÚ (Itapiranga, SC, Brasil, 1992). Cidade é área indígena , 2022. Lambes de fotografia digital. 84 × 118,9 cm Acervo do artista. VIRGINIA DI LAURO (Barra do Choça, BA, Brasil, 1989). Do tempo , 2023 - 2024. Vídeo instalação. 4’15’’. Projeção sobre terra e espelho. 85 × 60 cm. Acervo da artista. ZARRO (Viamão, RS, Brasil, 1987). Tava loca que tu visse , 2023 - atual. Colagem sobre papel, tinta acrílica, pincel atômico e giz pastel. Dimensões variáveis. Acervo da artista ZARRO (Viamão, RS, Brasil, 1987). Coisário do Rio , 2022 - atual. Tijolos coletados às margens do Guaíba (Porto Alegre), oriundos dos períodos de aterramento. Dimensões variáveis. Acervo da artista PROGRAMA PÚBLICO

  • Remanso

    Redirecionando, aguarde.

  • Anita Araujo | Remanso

    Anita Araujo 2026 Programa de Pesquisa em Arte Contemporânea Anita Araujo é doutoranda do Programa de Pesquisa em Arte Contemporânea da Universidade do País Basco, Espanha. Mestre em Teatro e Artes da Performance pela Universidade Nacional de Artes, Argentina. Organiza o Festival aberto e independente de Performance e Arte Contemporânea na Sacada desde 2017. Texto (entrega final do PPAC) Instagram Site pessoal Portfólio

  • Catarina Dias | Remanso

    Catarina Dias 2025 Programa de Concessão de Ateliê Catarina Dias é nascida em São Paulo (1996), reside e trabalha atualmente em Porto Alegre. Atua como artista visual independente há 8 anos. Começou sua jornada fazendo cursos de teatro e dança como o curso Teatro de Fato em Guaíba (2016), participou em Porto Alegre do grupo Beckett-We (2018) e residências de danças contemporâneas do POA em cena (2018-2019). Em 2019 participou da sua primeira exposição chamada As Coisas que São Ditas Antes no espaço de arte e cultura Casa Baka, premiada no XIII Prêmio Açorianos de Artes Plásticas na categoria Destaque em Exposição Coletiva. Em 2020 foi selecionada em 1º lugar no edital Espaço Ado Malagoli para sua primeira exposição individual no instituto de artes do RS (não sendo realizada por conta da Covid-19). Também em 2020 iniciou em conjunto uma galeria virtual chamada @lacunaprojeto fruto do edital FACdigital RS. Em 2022 foi contemplada pelo Edital Força e Luz – Energia Cultural 01/2022 para sua primeira exposição individual que foi executada no ano de 2023. Atualmente seu trabalho é voltado para a cerâmica, instalações e fotografia. Sua pesquisa se desdobra na ideia de pertencimento, memória e imaginário popular, falando sobre a criação artística através da precariedade e as suas possíveis denúncias através da arte. Texto (entrega final do PPAC) Instagram Site pessoal Portfólio

  • Audiodescrição Leandro Machado | Remanso

    Audiodescrição da obra de Leandro Machado: E o que depender de mim, fique à vontade (2025) Clique aqui para ir para as outras informações

  • Sammy Duarte | Remanso

    Sammy Duarte 2025 Programa de Pesquisa em Arte Contemporânea (1994, Canela, RS) é artista visual baseada em Porto Alegre e graduanda em Artes Visuais pela UFRGS, onde desde 2024 desenvolve pesquisa sobre Arte Processual no Pós-minimalismo como bolsista de Iniciação Científica. Texto (entrega final do PPAC) Instagram Site pessoal Portfólio

  • CANTEIRO DE OBRAS #1 | Remanso

    CANTEIRO DE OBRAS # 1 FICHA TÉCNICA CURADORIA Guilherme Mautone, Guilherme Leon & Caroline Ferreira ARTISTAS Beirada (Marcela Futuro & Tiago Gasperin), Ecomuseu Urbano (Claudia Zanatta & Vado Vergara), Infraordinaries (Mariana Silva & cia.), Janaina Ferrari, Marina Rombaldi, No coração da agulha (Ana Flávia Baldisseroto & cia.) . APRESENTAÇÃO Quando Elida Tessler, artista contemporânea gaúcha, visitou pela primeira vez a Remanso ainda em seus estágios intermediários de revitalização e reforma, ao ser apresentada ao jardim do instituto como um literal "canteiro de obras" -como se estivesse sendo avisada para tomar cuidado ou como se estivessem pedindo para que fosse leniente com a eventual bagunça de uma casa ainda em reforma - ela prontamente parou, fitou o jardim e repetiu com calma, fazendo uma escanssão: "canteiro de obras ". Essa repetição - típica das sessões de análise, em que um analista devolve ao analisando o seu próprio discurso de modo a convidá-lo para refletir sobre o dito - surtiu o efeito talvez intencionado por Tessler. Por que não pensar naquele jardim também como um espaço no qual a arte pudesse emergir, subsistir, ser mostrada, vivida, debatida? Por que não transformar aquela desordem literal numa oportunidade para o surgimento da arte, sua inauguração? Por que não um canteiro de onde, também, brotassem obras? Habitada pela interrogação proposta por Tessler meses antes de março de 2024, a equipe da Remanso, na oportunidade de inauguração do instituto, colocou-se a pensar, conceber e planejar uma espécie de exposição distinta das demais: em formato, em temática, em conceito, em curadoria, mas em diálogo com aquele momento inaugural e com um espaço muito singular - o jardim . O jardim - longe da expectativa rococoizante - como um espaço de experimentação, de expectativa, de investimento de desejo. O jardim como lugar de se estar junto, fazer junto. Partindo dessa origem e das muitas interrogações que ela suscitou desde então, é que Canteiro de Obras #1 surge como uma proposta expositiva temporária, de curta duração , marcada por obras de caráter performático , colaborativo ou que evidenciem as instruções , o seguir regras ou o faça-você-mesmo como motor artístico. Com curadoria de Guilherme Mautone, Guilherme Leon e Caroline Ferreira, a primeira edição de Canteiro de Obras apresentou durante 2 dias, em horários alternados, um conjunto de propostas artísticas que ocuparam o jardim e, aliás, parte do restante da casa, preenchendo-a com arte contemporânea. PERÍODO DE EXPOSIÇÃO 13 de março - 14 de março de 2024 REALIZAÇÃO Remanso - Instituto Cultural APOIO UERGS CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA Livre. LISTA DE OBRAS BEIRADA / COLETIVO - Marcela Futuro & Tiago Gasperin (Porto Alegre, RS, 2023). Área de Risco , 2024. Dimensões variáveis. Fitas zebradas, estacas de madeira, vasos de plástico, caliça e cimento. Instalação interativa. BEIRADA / COLETIVO - Marcela Futuro & Tiago Gasperin (Porto Alegre, RS, 2023). Consertoconcerto , 2024. Dimensões variáveis. Ferramentas, ferragens, caliça, microfone e amplificador. Instalação interativa BEIRADA / COLETIVO - Marcela Futuro & Tiago Gasperin (Porto Alegre, RS, 2023). Disfarce , 2024. Dimensões variáveis. Tecido, fita crepe e cadeiras. Instalação interativa. BEIRADA / COLETIVO - Marcela Futuro & Tiago Gasperin (Porto Alegre, RS, 2023). Mistura , 2024. Dimensões variáveis. Bacias, conchas, colheres, marmitex, água, areia, cimento e caliça. Instalação interativa. ECOMUSEU URBANO / COLETIVO - Claudia Zanatta & Vado Vergara (Porto Alegre, RS). Plantio de Muda de Pitangueira que integra o acervo do Ecomuseu Urbano . 2024. INFRAORDINARIES / COLETIVO - Bruno de Andrade, Gustiele Fistaról, Lai Borges, Mayara de Lima, Mariana Silva da Silva, Mani Torres & Raphael Varjak & Samira Lessa (Montenegro, RS, 2019). Copo Americano , 2024. Performance coletiva. INFRAORDINARIES / COLETIVO - Bruno de Andrade, Gustiele Fistaról, Lai Borges, Mayara de Lima, Mariana Silva da Silva, Mani Torres & Raphael Varjak & Samira Lessa (Montenegro, RS, 2019). Banho de mangueira , 2024. Performance coletiva. INFRAORDINARIES / COLETIVO - Bruno de Andrade, Gustiele Fistaról, Lai Borges, Mayara de Lima, Mariana Silva da Silva, Mani Torres & Raphael Varjak & Samira Lessa (Montenegro, RS, 2019). Experimentos no jardim , 2024. Instalação, atividades e instruções. INFRAORDINARIES / LAI BORGES (São Paulo, SP, ). Corto cabelo 0800 , 2024. Performance participativa. JANAINA FERRARI (Gravataí, RS, 1990). Trabalho invisível . 2024. Performance. MARINA ROMBALDI (Caxias do Sul, RS, ?). Tripas , 2024. Estruturas variáveis de malha vermelha estofadas com restos de tecido. NO CORAÇÃO DA AGULHA / COLETIVO - Ana Flávia Baldisserotto & cia (Porto Alegre, RS, ?). Bordado coletivo , 2024. Sessão de bordado coletivo, ativação de bordado. BEIRADA ECOMUSEU URBANO INFRAORDINARIES JANA FERRARI MARINA ROMBALDI NO CORAÇÃO DA AGULHA

  • EXPOSIÇÃO TOPOGRAFIA DOS ENCONTROS | Remanso

    TOPOGRAFIA DOS ENCONTROS FICHA TÉCNICA ARTISTAS zarro CURADORIA Anelise De Carli TEXTO CURATORIAL Entre os gestos vivazes de um artista vibrante como zarro, há um gesto de cuidado. Seus trabalhos cuidam das imagens que insistem, dos fragmentos que sobrevivem, do passado que não passou bem. Em sua primeira exposição individual, apresenta-se um conjunto de obras desenvolvidas ao longo do último ano, em parte durante sua residência no Programa de Concessão de Ateliê do Remanso - Instituto Cultural e, posteriormente, em continuidade nos espaços da Associação de Pesquisas e Práticas em Humanidades (APPH). Recentemente agraciada com o Prêmio de Aquisição do Salão de Artes Visuais da Câmara Municipal de Porto Alegre, zarro tem cultivado sua poética através da articulação de diferentes linguagens – pintura, colagem e coleta –, propondo formas de percepção e reelaboração de memórias históricas, traumas políticos e práticas de convivência. Em Topografia dos encontros , os trabalhos elaboram composições do comum. A mostra se organiza em três núcleos, cada um tocando aquilo que, embora pareça distante, ainda pulsa: imagens que voltam, espaços que abrem, corpos que reaparecem. O primeiro núcleo parte de uma pesquisa em arquivos: fotografias de imprensa do período ditatorial brasileiro; e o inesperado arquivo de vestígios encontrado pela artista na orla do Guaíba, em Porto Alegre, documentando os resquícios das antigas habitações ribeirinhas, quer sejam de uma margem ou outra do rio. zarro reapresenta essas imagens como quem quer reaprender a vê-las: por meio do recorte, da montagem, da pintura e da colagem, desestabilizando as narrativas oficiais e revelando o que ficou fora de quadro, assim dando corpo ao que o enquadramento original quis apagar. Adentrando no segundo núcleo, encontramos telas da série Ebó de bar , onde a artista recria um espaço democrático de elaboração coletiva. TEXTO CURATORIAL audiodescrição 00:00 / 03:45 Tomando o bar como lugar de reencontro popular, onde se compartilha dor e alegria, zarro nos oferece cenas que carregam uma trilha sonora própria e estão povoadas de promessas: cadeiras e camadas potenciais de pessoas em campos de cor vibrantes, à espera de alguém ou de algo – um corpo, uma conversa, um gesto de cura. O bar, aqui, é rito e abrigo. É oferenda cotidiana e lugar possível de reparação. No terceiro e último núcleo, a série Multidões apresenta os trabalhos mais recentes da artista, onde imagens quase abstratas dão corpo a grupos de pessoas reunidas em cenas de festas, celebrações e manifestações. Pintar a multidão é uma afirmação da potência do estar junto: da vibração dos corpos e da força do coletivo. As obras capturam não só a forma, mas a energia do calor dos encontros – aquilo que escapa à imagem e, ainda assim, permanece nela. Entre reapropriações, rituais e comunhões, a exposição constroi um caminho que é também um retorno – não ao passado em busca de nostalgia, mas a ele como matéria viva que pode, pela arte, ganhar outras formas, outros nomes, outros futuros. Anelise De Carli REALIZAÇÃO Remanso - Instituto Cultural Ministério da Cultura | Governo Federal do Brasil APOIO APPH Café Musa Velutina Cabocla Cervejas Artesanais CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA Livre SOBRE A ARTISTA zarro (1987, Viamão) é uma artista afro-latino-americana que atualmente estuda e trabalha em Porto Alegre (RS). Dedicada principalmente à pintura, à colagem e à coleta, em sua poética se evidencia uma tendência à repetição que opera como estratégia de elaboração sensível e de engajamento visual. Mestranda no Programa de Pós-graduação em Poéticas Visuais do Instituto de Artes da UFRGS, é Bacharel em Artes Visuais (2022) e licenciada em Ciências Biológicas (2011) pela mesma instituição. Atuou como professora junto à rede pública de educação no ensino fundamental e médio. O início da pandemia marcou um período de reclusão e inflexão em sua trajetória artística, impulsionando uma produção intensa, guiada por uma imaginação fértil e por um desejo de experimentação. Ao mobilizar camadas de memória e presença que emergem da experiência coletiva, seus trabalhos convocam o espectador a uma contemplação ativa, numa escuta sensível às nuances e idiossincrasias que ali se revelam e insistem em aparecer nos interstícias da percepção. LISTA DE OBRAS Núcleo 1 | Presenças zarro (Viamão, RS, 1987). Azulejos de leito de rio , 2025 (série Coisário do Rio, 2022 - atual). Coleção de azulejos e tijolos coletados às margens do Guaíba. Dimensões diversas. Acervo da artista. zarro (Viamão, RS, 1987). Tijolos cai-caiados , 2025 (série Coisário do Rio, 2022 - atual). Coleção de azulejos e tijolos coletados às margens do Guaíba. Dimensões diversas. Acervo da artista. zarro (Viamão, RS, 1987). Mandava ladrilhar , 2025 (série Coisário do Rio, 2022 - atual). Coleção de azulejos e tijolos coletados às margens do Guaíba. Dimensões diversas. Acervo da artista. Tijolos cai-caiados zarro (Viamão, RS, 1987). Colméia de terracota , 2025 (série Coisário do Rio, 2022 - atual). Coleção de azulejos e tijolos coletados às margens do Guaíba. Dimensões diversas. Acervo da artista. zarro (Viamão, RS, 1987). O ditador [díptico] (série Presença ), 2024. Acrílica sobre tela. 64 x 60 cm cada uma. Acervo da artista. zarro (Viamão, RS, 1987). Depoentes do passado , 2025. Técnica mista. 78 x 63 cm / 96 x 66 cm. Acervo da artista zarro (Viamão, RS, 1987). Moral e Cívica , 2024. Técnica mista, 105 x 60 cm (sem moldura). Acervo da artista NÚCLEO 1 | Presenças audiodescrição 00:00 / 02:23 Núcleo 2 | Ebó de bar zarro (Viamão, RS, 1987). São Jorge, defenda-nos (série Ebó de Bar ), 2024. Acrílica sobre tela. 101 x 85 cm. Acervo da artista. zarro (Viamão, RS, 1987). 20 cadeiras vermelhas e 1 preta (série Ebó de Bar ), 2024. Acrílica e guache sobre tela. 157 x 85 cm. Acervo da artista. zarro (Viamão, RS, 1987). St. Expedito (série Ebó de Bar ), 2024. Acrílica sobre tela. 104 x 81 cm. Acervo da artista. zarro (Viamão, RS, 1987). Cusco sob cadeira (série Ebó de Bar ), 2024. Acrílica sobre tela. 79 x 54 cm. Acervo Virginia Di Lauro. zarro (Viamão, RS, 1987). Altar de Santo , 2025. Imagem de São Jorge sobre pedestal. 20 x 28 cm. Acervo da artista. NÚCLEO 2 | Ebó de bar audiodescrição 00:00 / 02:31 Núcleo 3 | Multidões zarro (Viamão, RS, 1987). Nem todos aplaudem de pé (série Multidões ), 2025. Acrílica e carvão sobre tela. 76 x 52 cm. Acervo da artista. zarro (Viamão, RS, 1987). Pacato (série Multidões ), 2025. Acrílica e giz sobre tela. 84 x 52 cm. Acervo da APPH . NÚCLEO 3 | Multidões audiodescrição 00:00 / 01:57 zarro (Viamão, RS, 1987). A área VIP Sucumbiu (série Multidões ), 2025. Acrílica sobre tela. 84 x 52 cm. Acervo da artista. zarro (Viamão, RS, 1987). Sem título (série Multidões ), 2025. Acrílica sobre tela. 100 x 83 cm. Acervo da artista. zarro (Viamão, RS, 1987). Vagabundo não é mole , 2025. Acrílica sobre tela. 100 x 74 cm. Acervo da artista. PROGRAMA PÚBLICO EM CONSTRUÇÃO...

  • Mariana Mazzetti | Remanso

    Mariana Mazzetti 2026 Programa de Concessão de Ateliê (Pelotas, RS, 1996) É artista visual multimídia. Em 2023 formou-se Bacharel em Artes Visuais pela UFPel, e é graduanda em Tecnologia em Design Gráfico pela Uninter. Entre 2023 e 2024 atuou como co-gestora e produziu em ateliê no espaço independente Relva Cultural. Com referências deslocadas do cinema, internet e da cultura pop, sua pesquisa busca refletir o impacto da imagem como dispositivo narrativo não-verbal, investigando sobre sua produção e consumo na contemporaneidade. Atualmente utiliza principalmente as linguagens da pintura, desenho, colagem e fotografia. Texto (entrega final do PPAC) Instagram Site pessoal Portfólio

  • Leandro Machado | Remanso

    Leandro Machado 2025 Programa de Residência Artística De Xangô e de Obá. Bacharelado em pintura UFRGS/POA/RS. Especialização em saúde mental ESP/POA/RS. Recentemente participou da mostra "Leandro Machado: hospícios e balneários [é preciso uma aldeia inteira para educar uma criança]" no Museu de Arte do Rio Grande do Sul em 2025 e participa da Residência Artística do Programa Pública - Produção e Circulação de Arte Contemporânea organizado pela Remanso desde junho de 2025. Premiações: Prêmio AEERGS 2025 - categoria Destaque em ações de difusão. AEERGS, POA/RS/BR; VII Prêmio Açorianos de Artes Plásticas - categoria Destaque ações de difusão e inovação. SMC de Porto Alegre, POA/RS/BR. Possui trabalhos nas seguintes coleções: Adriana Varejão; MACRS; MAR; MARGS; Paulo Sartori. Texto (entrega final do PPAC) Instagram Site pessoal Portfólio

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