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- Política de reembolso e devoluções | Remanso
Página com as informações sobre as políticas de reembolso, trocas e devoluções. Política de Cancelamento e Reembolso Compras de cursos online têm um prazo legal de 7 dias corridos, a contar da data da compra, para solicitação de cancelamento com reembolso integral, conforme o Código de Defesa do Consumidor (Art. 49). Após esse prazo, não serão realizados reembolsos, mesmo em caso de desistência, falta de comparecimento ou solicitação feita antes da data do curso. Em caso de imprevistos, entre em contato conosco. Analisaremos possibilidades alternativas como remarcação ou transferência de vaga, a nosso critério. entrega-daa Política de entrega e data estimada dos produtos Entregamos os produtos por correio em até 30 dias úteis. As edições do Fluxo Remanso são entregues até o último dia útil do mês correspondente, se o assinante estiver em dia com os pagamentos. politica-troca Política de troca, devolução e reembolso Trocamos os produtos em até 10 dias corridos desde a entrega. Aceitamos devoluções 5 dias úteis após a entrega. Para cursos e outras atividades, não há possibilidade de reembolso. Formas de pagamento Aceitamos, como formas de pagamento: PIX, transferência bancária, cartões de crédito e de débito. outras-infos Prestação do serviço Os cursos vendidos através do site que ocorrerem presencialmente exigem que o aluno apresente o ingresso na hora de chegada à sala de aula. Os cursos que ocorrerem de forma híbrida ou presencial vão ter o seu link disponibilizado até 3 dias antes do início das aulas. Informações de contato Caso tenha dúvidas relacionadas a pagamentos e entrega dos produtos e serviços, contate-nos via e-mail para contato@remanso.org.br ou via Whatsapp: 5121123739.
- EXPOSIÇÃO A FORÇA INERCIAL DO HÁBITO | Remanso
A FORÇA INERCIAL DO HÁBITO FICHA TÉCNICA ARTISTAS Amanda Charão, Amanda Teixeira, Eduardo Montelli, Elida Tessler, Fernanda Fedrizzi, Giovana Gobbi, Hélio Fervenza, Helô Sanvoy, Leonardo Lopes, Letícia Bertagna, Luciane Bucksdricker, Manoela Cavalinho, Marcelo Koetz, Maria Ivone dos Santos, Mariana Rieira, Michel Au Hasard, Nazú Ramos, Nilton Dondé, Pamela Zorn, Rick Rodrigues, Vera Chaves Barcellos CURADORIA Guilherme Mautone PRODUÇÃO Guilherme Leon e Caroline Ferreira TEXTO CURATORIAL Abrir a casa numa interrogação. É este o preceito de Maria Gabriela Llansol em seu pequeno poema que, aqui, é sugerido enquanto ação mobilizadora de descontinuidades. Diante da força inercial do hábito – descrição de Michel de Certeau sobre o lento processo de inscrição que transforma toda vivência excepcional em hábito, generalizando tantas práticas da mesma ordem – é que a interrogação llansoliana se insurge, rompendo, potencialmente, as resistências que se opõem à mudança. Ainda que habitemos, como lembrou Barthes em Como viver junto , através de Klossowski e Nietzsche, o descontínuo; na casa, este território peculiar, é onde o corpo – seus gestos e suas idiossincrasias – repousa, trabalha, aguarda, encontra, envelhece, come, suja, limpa, fala, cria, vê e faz; mais todos os outros verbos que, juntos, numa equação sempre faltante, praticam no cotidiano da casa a lenta passagem das horas e dos dias. Abrir a casa numa interrogação poderá significar, assim, um discreto delírio: inquirí-la, questioná-la, dela duvidar, incomodar-se com ela, estranhá-la, opondo-se ao estereótipo da casa como o espaço da intimidade criativa ou ao edulcorado e enganador lugar comum da “home, sweet home”. Ainda que essas fantasmagorias disfarçadas sobre a casa nos habitem, desde Xenofonte, no século IV a.C., com seu famoso Oeconomicus , a casa foi registrada na tradição filosófica ocidental como teoricamente desinteressante. Ela é o espaço privado, o lugar da oikonomia , da administração do oikos (casa), como nos lembrou Agamben. Oikonomia , uma práxis, atividade prática sempre demandada diante de uma situação particular, como nos lembrou Aristóteles. Vêm daí, portanto, não apenas um desinteresse filosófico sobre a casa por ser o espaço privado, em oposição ao espaço público, mas também um desinteresse calcado em sua suposta vaziez epistemológica – o conhecimento se faz na ágora, no espaço público onde debatem os homens (ainda que o Banquete, de Platão, famoso diálogo sobre o amor, transcorra numa festa dentro de casa e protagonize na figura de Diótima de Mantinéia, uma mulher, a reafirmação da metafísica das formas e as particularidades da experiência sensível). Talvez por isso, justamente, é que a casa se ofereça desde aí aos muitos estereótipos que não a interrogam e que nos capturam, delineando contradições íntimas. Abrí-la é, portanto, colocar-se a pensá-la. É perguntar por ela, hoje, mas através da arte. Abrir a casa numa interrogação é descontinuá-la, mobilizando uma força maior que a inércia habitual associada a ela. Guilherme Mautone REALIZAÇÃO Remanso - Instituto Cultural APOIO Museu de Arte do Rio Grande do Sul | MACRS Café Musa Velutina Cabocla Cervejas Artesanais CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA Livre LISTA DE OBRAS AMANDA CHARÃO (Novo Hamburgo, RS, 1994). Memorabília , 2025. Carimbo com chaves antigas da casa da Rua Santo Antônio, 366, encontradas no imóvel. Dimensões varoáveis. Site specific / comissionamento institucional. AMANDA TEIXEIRA (Porto Alegre, RS, 1991). Casa de Papel , 2013 - 2025. Instalação. Dimensões variáveis. Acervo da artista. EDUARDO MONTELLI (Porto Alegre, RS, 1989). Minha mãe e suas ferramentas , 2014. Videoperformance. 2'40". Acervo do artista. ELIDA TESSLER (Porto Alegre, RS, 1961). Toda pessoa , 2002. 27 potes de vidro em prateleiras de vidro. 10 cm x 10 cm x 14,5 cm. Acervo da artista. FERNANDA FEDRIZZI (Porto Alegre, RS, 1987). FRESTA!, 2020. Publicação, impressão digital em papel sulfite 180g/m². 13 x 7,5 cm, 16 páginas, edição de 20 exemplares. Acervo da artista. GIOVANA GOBBI (Gramado, RS, 1989). Fui viajar e voltei , 2023. Acrílica, bastão a óleo, lápis de cor, grafite, aquarela e giz pastel sobre tela. 150 x 95 cm cm. Acervo da artista. HÉLIO FERVENZA (Sant'Ana do Livramento, RS, 1963). Rumores , 1996 - 2025. Recortes em papéis impressos (revistas) e alfinetes. Dimensão aproximada de cada elemento (5 elementos): 3 x 4 cm. Acervo do artista. HELÔ SANVOY (Goiânia, GO, 1985). Idade da meia-luz , 2020. Proposição. Dimensões variáveis. Acervo do artista. JORGGE MENNA BARRETO (Araçatuba, SP, 1970). Deusejo , 2011. Borracha vulcanizada. 110 x 150 cm. Acervo do Museu de Arte Contemporânea do RS (MACRS) / Aquisição por compra e doação AAMACRS / Prêmio de Artes Plásticas Marcantonio Vilaça 2010, Funarte. JORGGE MENNA BARRETO (Araçatuba, SP, 1970). Fomiliar , 2011. Borracha vulcanizada. 63 x 83 cm. Acervo do Museu de Arte Contemporânea do RS (MACRS) / Aquisição por compra e doação AAMACRS / Prêmio de Artes Plásticas Marcantonio Vilaça 2010, Funarte. JORGGE MENNA BARRETO (Araçatuba, SP, 1970). Suavisão , 2011. Borracha vulcanizada. 110,5 x 149 cm. Acervo do Museu de Arte Contemporânea do RS (MACRS) / Aquisição por compra e doação AAMACRS / Prêmio de Artes Plásticas Marcantonio Vilaça 2010, Funarte. LEONARDO LOPES (Porto Alegre, RS, 1997). Sem título , 2025. Desenho em matéria queimada sobre papel (carvão, cinzas e fuligem de resíduos domésticos). 60 x 45 cm. Acervo do artista. X 3. LETÍCIA BERTAGNA (Porto Alegre, RS, 1983). Fundo do fora (Potlatch) , 2015 - 2020. Fotografia. 4,06 x 2,82 m. Acervo da artista. LUCIANE BUCKSDRICKER (Porto Alegre, RS, 1977). A casa preta queimada , 2017 - 2025. Objeto. 36 x 38,5 x 23 cm (aproximadamente). Versão 2025 do trabalho de 2017 produzido especialmente para Remanso. Acervo da artista. MANOELA CAVALINHO (Porto Alegre, RS, 1981). Lustre candelabro , 2025. Instalação, site specific. 120 x 120 x 70 cm. Acervo da artista. MARCELO KOETZ (Porto Alegre, RS, 1997). Jogo da Memória, 2021 - 2022. Pastel oleoso e pastel seco sobre filtros de café. 20 x 15 cm (cada) / 60 x 45 cm (montagem com nove desenhos). Acervo do artista. MARIA IVONE DOS SANTOS (Vacaria, RS, 1958). Souffle (2ª edição) , 1993 - 2024. Fotografia de base analógica, digitalizada e impressa em papel Hahnemühle Photo Matt Fibre 200g. 25 x 131 cm (montadas em moldura de acrílico). Arquivo Maria Ivone dos Santos MARIA IVONE DOS SANTOS (Vacaria, RS, 1958). Maçã , 2002. Fotografia de base analógica montada em suporte de acrílico vermelho, 7,2 x 9,5 cm. Arquivo Maria Ivone dos Santos MARIANA RIERA (Porto Alegre, RS, 1982). A cama , 2020. Acrílica e óleo sobre tela, 220 x 145 cm. Acervo da artista. MICHEL AU HASARD (Dois Irmãos, RS, 1992). Era uma casa segura , 2025. Grafite e borracha sobre papel. Três desenhos em A3 (42 x 29,7 cm) / 45cm x 33cm na moldura. Acervo do artista. NAZÚ RAMOS (Sapucaia do Sul, RS, 1999). Exposição da vida íntima , 2023. Lambe. 21 x 261 cm. Acervo da artista. NILTON DONDÉ (Caxias do Sul, RS, 1997). Desengavetando memórias, 2021 - 2025. Site specific, apropriação de gavetas. Dimensões variáveis, cada gaveta: 13 x 45 x 41,5 cm. Acervo do artista. PAMELA ZORN (Três Coroas, RS, 1998). Álbum de família (série) , 2020. Lápis de cor sobre papel pólen e fotografias. 15 x 22 cm (desenhos); 10 x 15 cm (fotografias). Acervo da artista. RICK RODRIGUES (João Neiva, RS, 1988). Sem título (série A casa do passarinho ), 2025. Instalação. Dobraduras de papel. 5 x 5,5 x 5 cm (cada objeto) / e instalação de dimensões máximas. Comissionamento para exposição / distribuição gratuita. VERA CHAVES BARCELLOS (Porto Alegre, RS, 1938). Casasubu (Da série), 2006. Fotografia digital, impressão em papel fotográfico (cópia única). 51 x 6,3 x 3,5 cm (peça emoldurada). Acervo Guilherme Mautone. VÍDEOS PROGRAMA PÚBLICO 14.03.25 Aceita um copo d’água do Guaíba? | por Mariana Silva da Silva (Infraordinaries) | infração artística Ouça o que atravessa as paredes | por Gustiele Fistaról (Infraordinaries) | infração artística Entra, não repara a bagunça | por Lis Machado (Infraordinaries) | infração artística 21.03.25 Conversas sobre a casa | com Letícia Bertagna, Luciane Bucksdricker e Guilherme Mautone | roda de conversa e debates 22.03.25 Ensaios de Morar | por Laura Moreira | oficina 28.03.25 Habitar o hábito: sala de leituras | por Elida Tessler | ciclo de leituras 12.04.25 sempre ter as mãos ocupadas | por Amanda Teixeira | oficina 26.04.25 Reservatório de memórias | por Catarina Dias | oficina 10.05.25 Para uma boa escovação: movimentos circulares | por Tiago Gasperin | performance Vestígios do habitar: memórias impressas | por Amanda Charão | oficina CONVERSAS SOBRE A CASA | com Letícia Bertagna, Luciane Bucksdricker e Guilherme Mautone
- EXPOSIÇÃO ESTADO DE LIVUSIA | Remanso
ESTADO DE LIVUSIA FICHA TÉCNICA ARTISTA Virginia Di Lauro CURADORIA Gabriela Motta PRODUÇÃO Guilherme Mautone, Guilherme Leon & Bianca Lagasse TEXTO CURATORIAL E foram virando peixes, Virando conchas, Virando seixos, Virando areia, Prateada areia, Com lua cheia, E à beira-mar Chico Buarque, Mar e Lua , 1980. Interpretada por Cida Moreira. As cabeças e os olhos cerrados. As cavernas, as pedras e as entranhas do corpo. Galhos, folhas e raízes. Tripas, seios e líquidos. As imagens fotográficas laceradas e as figuras femininas. Tudo é corpo; ou melhor, corpa e, enquanto corpa, respira, sangra e produz calor. Diante das imagens concebidas por Virginia Di Lauro, o afã em nomear os signos, os traços ali presentes, vem acompanhado da ânsia em perceber a insuficiência do procedimento. Cada imagem se transforma em uma vertigem, um rastro de por onde a mente da artista vagueia na busca por formas, fusões, decomposições, atravessamentos, capazes de elaborar um sentido diante da ruína de nosso tempo. Vivemos a falência de projetos utópicos alicerçados em exploração de recursos humanos, naturais, espaciais e a urgência de imagens menos efêmeras para dar conta desses processos, imagens que nos proponham a invenção de mundos novos. Deter-se diante da imagem, extirpá-la, conhecer as linhas das figuras, multiplicar alquimicamente um sujeito, aumentar-lhe o pescoço, assomar matéria ao corpo da imagem, experimentar o gosto do ferro, lamber a chuva, pisar a terra com os pés descalços, repetir a própria face até estranhar-se, até revelar-se infinita. Esses procedimentos aparecem nas fotografias, objetos, vídeos, pinturas, produzidas por Virgínia para tecer histórias visuais nas quais figuras femininas protagonizam narrativas em ebulição. Viver na sua intensidade é tenso, ela parece nos dizer. Reconhecer-se parte e não aparte do mundo faz do mundo a própria carne. Cenas noturnas, florestas, cavernas, fossos, grutas, abismos, são as circunstâncias em que estas personagens se encontram, transformando-se, por vezes, elas mesmas em estruturas arquitetônicas. No caso dos trabalhos em fotografia, por exemplo, Virginia parte quase sempre de imagens de seu próprio corpo (autorretratos, poderíamos dizer?) para, através da manipulação das imagens e de interferências sobre o papel, sugerir a materialização da massa informe do delírio, dos sonhos, dos medos e desejos que nos constituem. Pesadelos ainda são sonhos, ambientes que nos habitam, desalinhando as costuras dos dias em outras tramas. Nesse processo de construção de mundos, os títulos das obras participam da elaboração de sentidos dos trabalhos, reverberando em texto a atmosfera das imagens. “Olhando o céu ruir, atravessando o medo”; “Escuta, algo cresce na atmosfera estranha dos tempos”; “Também no caos, escutava, gestava, crescia”; “Viver era uma ferida aberta” são alguns desses nomes misteriosamente literários que abraçam as imagens. Em uma dessas fotografias, “Sob o céu de maio”, três figuras femininas sentadas em círculo, parecem sustentar com as cabeças a parte superior da imagem. Uma espécie de coluna vertebral externa estrutura cada figura, como raízes a crescer para fora da terra. Fios delicados conectam olhos e bocas dessa(s) mulher(es), cujos braços repousam ora no colo, ora ao lado do corpo. O repouso não é relaxamento, mas constância na missão de suspender o céu. Reminiscências da enchente encharcam a lembrança dessa vivência, mas – como diria Manoel de Barros – chovendo no futuro. A Livusia que dá nome à exposição é daquelas palavras insubstituíveis. Confusão? Perigo? Agitação? Bagunça? Fantasma? Tudo junto? – não há sinônimo suficiente, pois só ela mesma abraça seus sentidos, inclusive pelo som que produz, pelo assovio que habita o encontro de suas letras finais, pela lisura da palavra que corre na boca feito cobra no sertão. Virginia Di Lauro incorpora em sua poética a livusia da existência, nos oferecendo em imagens um possível porvir alucinadamente individual e utopicamente coletivo. Gabriela K. Motta Pesquisadora, crítica e curadora em artes visuais Professora adjunta na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Departamento de Artes Visuais (UFRGS/DAV) REALIZAÇÃO Remanso - Instituto Cultural APOIO Café Musa Velutina Cabocla Cervejas Artesanais CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA Livre Estado de Livusia Estado de Livusia Estado de Livusia 1/47 TEXTO DA ARTISTA Sou de Barra do Choça, interior da Bahia. De uma região conhecida como sertão da ressaca. Essa é a terra que brotou meu corpo de vida. Cresci escutando estórias de mistérios, assombrações, encantarias, sempre ao redor de muitas mulheres. Uma delas, Dona Clara, com mais de cem anos, contava-me do tempo dentro de uma bacia d'água. Tudo isso – e mais um tanto – inscreveu-se em mim, desde a infância. Construía-se em mim, assim, meu imaginário; e, acredito, que também o de muitos tantos daquela nossa cidade e região. Primeiro a escuta, a presença, a curiosidade e a imaginação brotando a infância. Depois, veio a palavra nos livros das bibliotecas de escola, a poesia apresentada por minha mãe, os desenhos nos versos das impressões de provas escolares. De minha vó, veio a relação com as linhas e os nós, as manualidades, o plantar na terra, as brincadeiras que fazíamos com as sombras das mãos sobre a parede sempre que ficávamos sem energia. Daí veio também a costura, o hábito de contar os sonhos dormidos pela manhã, seus ensinamentos de olhar o céu, a natureza, caminhar sobre pedras escorregadias. E, talvez o mais importante: o pisar devagar. Das mulheres aprendi a estar viva. E a construir caminhos. Mas não só; embora tudo que com elas aprendi não caberia numa estrofe. Meu trabalho artístico é atravessado, afetado, por todo esse antes que me acompanha presente até hoje, onde a realidade se entrecruza na ficção. Através do onírico, da imaginação, dos acontecimentos e afecções cotidianas, do espantoso da natureza e das nossas emoções humanas. A partir daí, teço possíveis de criação e encantaria. Em meu trabalho, emprego, sobretudo, o corpo e o feminino, que variam entre suporte e temática. Embora sempre como fonte geradora de outros corpos, atmosferas, livusias, mutações e modificações. Por estes caminhos, questiono ao meu modo as normas estabelecidas sobre o corpo e sobre nossas relações com a vida na contemporaneidade, assolada pelo capitalismo e pelos moralismos patriarcais que distorcem nossos sentidos, descolando-nos e distanciando-nos das múltiplas possibilidades de tecer o bem-viver e de sonhar outras imagens que nos permitam atravessar os desastres iminentes. Nas minhas imagens – seja por meio da pintura, do desenho, da fotografia ou do vídeo – tateio atmosferas onde o corpo, sobretudo da mulher, pode apenas ser e estar. Seja entre ou seja fundida aos elementos da natureza; ou aos que sugerem tais elementos, ou numa situação caótica, erótica, estranha, inquietante, assombrosa. Ou, então, solitária, de descanso, onde o corpo flutua. Mas também num fundo longe e escuro: vazio. O corpo, em minhas imagens, pode atravessar o terror, a violência, o desastre, mas também dançar no caos, relacionando-se com o estranho que é ser o que ele é, um corpo, entre a vida e a morte, modificando-se, podendo ser muito, sem receios. Meu processo artístico se dá no encontro de possibilidades que a matéria, o corpo, o espaço físico e o digital me apresentam. Meu trabalho é, em todos os sentidos, insubmisso e insurgente. Cruzo diferentes linguagens, técnicas e processos artísticos como um caminho de experimentação e de liberdade, de composições e de possibilidades. Nele, invoco interferências fotográficas, digitais e manuais nas imagens; trabalho com a pintura, a performance, o vídeo, a palavra e a construção do que chamo de objetos-coisas-máscaras. As interferências fotográficas acontecem no depois do ato fotográfico ou do registro da performance, da cena. É todo antes que me guia quando a imagem está impressa. A fotografia em meu processo é um ponto de encontro dos outros meios que utilizo. Ela, para mim, afeta e é afetada pelos objetos-coisas-máscaras, pela pintura e pelo desenho, pelo vídeo, pela palavra e vice-versa. Todos estes processos e práticas artísticas vão construindo tessituras que se atravessam, seja no corpo da matéria, no ato, ou subjetivamente, movendo a poética de minha pesquisa e produção. Virginia Di Lauro LISTA DE OBRAS Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). rasurada - nem tudo em nenhum lugar - sonho n°6 - matéria coisa - atmosfera repartida , 2024. Série escuta, algo cresce na atmosfera estranha dos tempos . Quadríptico. Acrílica, pastel oleoso e ranhura sobre impressão fotográfica. 10 x 15 cm (cada). Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). sonho n°5 , 2024. Acrílica e ranhura sobre impressão fotográfica. 10 x 15 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). sonho n°7 - labiríntica , 2024. Acrílica e ranhura sobre impressão fotográfica. 15 x 10 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). Tornada , 2024. Acrílica e ranhura sobre impressão fotográfica. 15 x 10 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). sonho n°2, cabeça , 2024. Acrílica e ranhura sobre impressão fotográfica. 15 x 10 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). sonho n°, 2024 . Acrílica e ranhura sobre impressão fotográfica. 15 x 10 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). sonho n°10 , 2024. Acrílica e ranhura sobre impressão fotográfica. 10 x 15 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). o movimento causava abertura , 2024. Acrílica e ranhura sobre impressão fotográfica. 15 x 20 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). sonho n°4 sob o refugo sonhando águas , 2024. Acrílica e plástico sobre impressão fotográfica. 10 x 15 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). também no caos, escutava, gestava, crescia , 2024. Tríptico. Acrílica e ranhura sobre impressão fotográfica. 10 x 15 cm (cada). Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). passagens , 2024. Acrílica e ranhura sobre impressão fotográfica. 31 x 40 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). matéria flutuante , 2024. Acrílica, ranhura e plástico sobre impressão fotográfica. 31 x 40 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). viver era uma ferida aberta , 2024. Ranhura, acrílica, plástico, silicone e terra sobre impressão fotográfica. 34 x 40 x 1,04 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). era feita de muitas camadas, algo brilhava na noite de seus olhos , 2024. Ranhura e acrílica sobre impressão fotográfica. 31 x 42 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). escutar no chão o ritmo do corpo , 2024. Acrílica e ranhura sobre impressão fotográfica. 31 x 45 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). inadequadas montada na noite , 2024. Acrílica e ranhura sobre impressão fotográfica. 24 x 31 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). sob o céu de maio , 2024. Acrílica, ranhura e plástico sobre impressão fotográfica. 30,05 x 49 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). olhando o céu ruir, atravessando o medo , 2024. Acrílica, ranhura e plástico sobre impressão fotográfica. 31 x 31 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). n°3, terráqueas 2100 , 2024. Ranhura e acrílica sobre impressão fotográfica com manipulação digital anterior, e papel kraft. 29 x 21 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). n°4, segurando o chão em dimensões contrárias I , 2024. Ranhura, silicone e acrílica sobre impressão fotográfica com manipulação digital anterior, e papel kraft. 29 x 21 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). Objeto não identificado, flutua na noite alada , 2024. Ranhura, acrílica e plástico sobre impressão fotográfica com manipulação digital anterior. 34 x 15 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). Na boca do monte, plantava seu corpo numa coreografia aparentemente inerte – n°1 : Terreno sujeito a inundação , 2024. Ranhura, acrílica e plástico sobre impressão fotográfica com manipulação digital anterior. 22 x 58 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). no ninho das palavras, paria raízes n°2: Invólucro solar , 2024. Ranhura e acrílica sobre impressão fotográfica com manipulação digital anterior, e papel kraft. 29 x 21 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). no ninho das palavras, paria raízes - n°1: Invólucro lunar , 2024. Ranhura e acrílica sobre impressão fotográfica com manipulação digital anterior, e papel kraft. 29 x 21 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). reminiscência da atmosfera noturna da terra em 2021 | n°2 - noturnas coreografavam o silêncio devagar , 2024. Acrílica e ranhura sobre impressão fotográfica de película corroída por atrito e água, com manipulação digital anterior. 20 x 21 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). reminiscência da atmosfera noturna da terra em 2021 | n°5 - tecendo o chão , 2024. Acrílica, silicone e ranhura sobre impressão fotográfica de película corroída por atrito e água, com manipulação digital anterior. 20 x 21 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). flutuantes não identificados , 2024. Acrílica e ranhura sobre impressão fotográfica, com manipulação digital anterior. 21 x 30 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). dimensões contrárias , 2024. Acrílica e ranhura sobre impressão fotográfica. 21 x 30 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). dessas coisas que nos escapam e se espalham mas não têm nome , 2024. Acrílica e ranhura sobre impressão fotográfica. 21 x 30 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). um bicho sem nome , 2024. Acrílica e ranhura sobre impressão fotográfica. 21 x 30 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). entressonho , 2024. Acrílica e ranhura sobre impressão fotográfica, com manipulação digital anterior. 21 x 30 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). reminiscência , 2024. Acrílica sobre papel. 30 x 42 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). tecitura / Realinhando a vida , 2024. Acrílica sobre papel. 30 x 42 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). parecia que chocava um ovo no coração , 2024. Acrílica e grafite sobre papel. 42 x 30 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). nem tudo , 2024. Acrílica e grafite sobre papel. 42 x 30 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). fundidas / Corpo canal de passar , 2024. Acrílica e grafite sobre papel. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). flutuante , 2024. Acrílica sobre papel. 42 x 30 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). retroalimentando as emoções , 2024. Acrílica e grafite sobre papel. 30 x 42 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). escutar com os olhos , 2024. Acrílica sobre papel. 42 x 30 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). Atravessando o terror através dos sonhos - uma guardando o sonho da outra no chocalho , 2024. Acrílica sobre papel paraná. 97 x 66 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). Atravessando o terror através dos sonhos , 2024. Acrílica sobre papel paraná. 40,05 x 51 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). Atravessando o terror através dos sonhos - descansando num lugar seguro , 2024. Acrílica sobre papel paraná. 31,05 x 60 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). Atravessando o terror através dos sonhos , 2024. Acrílica sobre papel paraná. 38 x 47,05 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). Atravessando o terror através dos sonhos - seu chocalho aponta , 2024. Acrílica sobre papel paraná. 45 x 39 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). sonhando suas mãos sobre a terra , 2024. Acrílica, papel machê e talco industrial sobre tela. 95,03 x 89 x 9,03 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). Estilhaço , 2024. Acrílica, espelho, vidro e moldura. 44,05 x 35 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). Caderno da desorganização – guardador de entressonhos e outros riscos , 2024–2025. Técnica mista. 34 x 26 cm (aproximadamente). Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). Começava assim: sonhava um rio em mim (...) , 2024–2025. 35 máscaras de papel machê, talco industrial e acrílica sobre veludo. 5,39 x 1,55 x 13 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). Adormecida em seu peito de gruta , 2024–2025. Objeto de papel machê, sacola, guardanapo, talco industrial, acrílica. 42 x 44 x 23 cm. Acervo da artista.
- Programa Expositivo | Remanso
Programa Expositivo > INCENTIVO À CIRCULAÇÃO DA ARTE CONTEMPORÂNEA > AMPLIAÇÃO DO ACESSO AOS ESPAÇOS DE DIFUSÃO ARTÍSTICA > POPULARIZAÇÃO DAS ARTES VISUAIS SOBRE Consiste em um programa de ações culturais, no segmento das artes visuais, realizado de modo estruturado, sistemático e continuado. A partir do Programa Expositivo se originam todas as exposições e mostras realizadas pela Remanso. Dado o caráter sistemático e continuado do programa, ele é orientado por um Regulamento Expositivo , documento que objetiva estabelecer os principais parâmetros para a realização de exposições, mostras e utilização dos espaços expositivos da Remanso. Abaixo, você encontra informações sobre as exposições atualmente em mostra no instituto, mas também sobre as exposições passadas. E, depois, você encontra o Regulamento Expositivo e um conjunto de materiais relacionados à submissão de propostas de exposição para a Remanso. EM MOSTRA TOPOGRAFIA DOS ENCONTROS 02.08.2025 - 27.09.2025 SAIBA + ENCERRADAS ESTADO DE LIVUSIA SAIBA + POLÍTICA EXPOSITIVA De modo geral, a política expositiva da Remanso se fundamenta por meio das finalidades sociais, objetivos culturais e estruturação institucional. Mas também por parâmetros estabelecidos, por um lado, pelas práticas e dinâmicas do campo da arte contemporânea e, por outro lado, por critérios oriundos das políticas culturais realizadas em território nacional relacionadas com o direito universal à cultura e à arte e a ampliação do acesso aos modos de fazer, fruir, preservar e transmitir a cultura. Portanto, o Programa Expositivo da Remanso priorizará, sempre, aquelas propostas que estejam em consonância tanto com as dinâmicas e especificidades da arte contemporânea, quanto com critérios de ampliação de acesso às artes visuais. TIPOS DE EXPOSIÇÕES E MOSTRAS As exposições e mostras realizadas pela Remanso deverão, necessariamente, ser da seguinte natureza: exposições temporárias coletivas de artistas contemporâneos, vivos; exposições temporárias individuais de artistas contemporâneos, vivos; exposições temporárias de coletivos artísticos contemporâneos ainda em atividade; mostras documentais e retrospectivas temporárias, desde que relacionadas às artes visuais e, necessariamente, com apresentação de obras de arte ou resultados de produção artística de artistas contemporâneos, vivos; mostras temporárias com finalidades educativas e/ou acadêmicas, vinculadas à defesas de trabalhos de conclusão de curso, dissertações e teses em Poéticas Visuais (artes visuais) de universidades. CURADORIA & PROCESSOS CURATORIAIS A Remanso compreende a curadoria como um processo horizontal resultante de interesses de concepção e de pesquisa nas Artes Visuais, sempre pactuado e alinhado com artistas e/ ou suas fontes documentais, e não como um ofício ou uma disciplina especializada e, por esta razão, dotado de um objeto de investigação e manipulação específico. Nesse sentido, a curadoria se apresenta como processo de trabalho coletivo cujo escopo abrange ciclos de procedimentos técnicos, simbólicos e intelectuais relacionados com, no caso da Remanso, o estudo, o conhecimento e a difusão da arte contemporânea, seus suportes (técnicas, linguagens e processos), seus produtores (artistas) e seu meio (campo e sistema artístico). Razão pela qual o processo de curadoria envolve as competências de pesquisa e de divulgação da arte contemporânea, objetificando-a por meio de uma rede produtiva e de trabalho que envolve diferentes segmentos e trabalhadores culturais. Competem ao processo curatorial e, portanto, à ação pontual de curadoras/es: concepção, ideação temática, conceitual e artística de exposições; a realização comprovada de pesquisa no campo das artes visuais; a presentificação de um repertório de conhecimentos relacionados ao campo das artes visuais, seus artísticas e práticas; uma clareza e atenção em relação aos aspectos mediativos das exposições, sejam eles relacionados à arte-educação ou à acessibilidade e inclusão de pessoas com deficiência. EXPOGRAFIA A Remanso, seguindo o entendimento do Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM), concebe a expografia enquanto: atividade que visa à pesquisa de uma linguagem e de uma expressão fiel na tradução dos programas de uma exposição. Ela [a expografia] abrange aspectos de planejamento, metodológicos e técnicos para o desenvolvimento da concepção e a materialização da forma na comunicação com o público. (...) A escolha e apresentação de objetos que possam sustentar uma narrativa sobre determinado assunto são aspectos essenciais na criação de uma exposição. As seleções e as definições envolvidas neste processo apontam as ideias e as imagens desejadas e estabelecem, pelos sentidos, diálogos com o público. Isso pressupõe ter clareza quanto ao que fazer, para quem fazer e porque fazer e, ao mesmo tempo, planejar, representar e visualizar o resultado da montagem expositiva, antes de executada (IBRAM, 2023, d.s.p.). Considera-se, portanto, a expografia enquanto metodologia de planejamento e execução de exposições, determinando-se como: o resultado de uma pesquisa que procura traduzir o programa de concepção e ideação temática de uma exposição; uma tradução que procura materializar este programa expositivo, criando modos de comunicação com o público; um programa expositivo que envolve a escolha e apresentação de objetos, imagens e/ou textos, com a finalidade de sustentar uma narrativa sobre determinado tema ou conceito; um processo de trabalho que abrange aspectos de planejamento, metodologias e técnicas; um processo que demanda clareza sobre objetivos, justificativa e, sobretudo, público-alvo; e, por fim, um processo de trabalho que realiza o planejamento dos elementos desejados de modo a antecipar a visualização de uma exposição, antes de sua montagem e abertura oficial. DOCUMENTOS PARA PROPOSTAS EXPOSITIVAS REGULAMENTO EXPOSITIVO COM ANEXOS PLANTA BAIXA COM METRAGEM E PAREDES RIDER TÉCNICO EXEMPLO DE PREENCHIMENTO DE PROJETO EXPOSITIVO PLANTA BAIXA VAZIA MODELO DE PROJETO EXPOSITIVO PERSPECTIVAS ARQUITETÔNICAS
- AMIGOS DA REMANSO | Remanso
Ajude a Remanso a ampliar o acesso a arte para artistas. Contribua para a realização de exposições de artes visuais. AMIGOS DA REMANSO Juntos, podemos ampliar mais o acesso a arte, sob a perspectiva otimista da redução das desigualdades. COM O SEU APOIO, REALIZAMOS: > A concessão gratuita de um ateliê compartilhado para artistas; > O oferecimento de bolsa e de vale transporte para artistas; > Um auxílio para a compra de materiais artísticos; > Exposições de artes visuais gratuitas, trabalhando com e remunerando artistas vives; > Oportunidade para pesquisadora/es realizarem um projeto de 8 meses, recebendo uma bolsa e espaço de trabalho; > Oficinas gratuitas, abertas ao público; > Acolhimento de outras iniciativas, como bancas, encontros, reuniões, ensaios, etc. Programa de Concessão de Ateliê Saiba mais APOIE NOSSO TRABLHO SEJA AMIGO DA REMANSO > Nos ajude a ampliar o acesso à arte > Receba uma ecobag ao se inscrever > Ganhe 15% de desconto em nossos cursos Seja um parceiro da Remanso, contribuindo significativamente com a manutenção das nossas atividades clicando AQUI Amigo da Remanso R$ 100 R$ 100 Todo mês Contribua com a manutenção de nossas atividades. Válido até ser cancelado Selecionar Nos ajude a ampliar o acesso à arte Ganhe 15% de desconto em nossos cursos
- APROXIMAÇÃO | Remanso
Visitas Mediadas
- CANTEIRO DE OBRAS #2 | Remanso
CANTEIRO DE OBRAS # 2 FICHA TÉCNICA ARTISTAS Ana Shtlr Caroline Sant'Anna Coletivo Moebius Cristina Lisot Estêvão da Fontoura Haeser Janaína Ferrari Juruna (Dio Coutt) Leonardo Miguel Maria Eduarda Nectoux Tise CURADORIA Guilherme Mautone, Guilherme Leon, Bianca Lagasse e Nazú Ramos DIREÇÃO ARTÍSTICA Guilherme Mautone DIREÇÃO EXECUTIVA Guilherme Leon PRODUÇÃO EXECUTIVA Nazú Ramos PRODUÇÃO EXECUTIVA | REMANSO Bianca Lagasse IMPRENSA Raphaela Donaduce | Donaflor MONTAGEM & OPERACIONAL Claiton Martins APRESENTAÇÃO Por que não pensar este jardim também como um espaço onde a arte possa emergir, subsistir, mostrar-se, ser vivida, performada e debatida? Por que não transformar a desordem literal de um canteiro de obras (algo que este jardim já foi no passado) em uma oportunidade para o surgimento da arte e sua inauguração? Por que não um canteiro de onde, também, brotassem obras? Em 13 e 14 de março de 2023, este jardim era um literal canteiro de obras. Um ano depois, inspirados pela sugestão de ler na literalidade a possibilidade da metáfora, inauguramos uma minimostra de arte contemporânea intitulada Canteiro de Obras #1. Durante dois dias, em 2024, este espaço estimulou, abrigou, fez circular e exibiu propostas artísticas diversas, embora unidas pelas ideias da experimentação, da interação e da colaboração. Passados dois anos do pó de cimento, do constante barulho circular das misturadoras de concreto e do vai-e-vem de trabalhadores da construção civil; e passado um ano da primeira metaforização deste espaço; inaugura-se Canteiro de Obras #2, uma mostra de arte contemporânea rápida realizada nos dias 13 e 14.06.25, com a participação de artistas interessados nos processos artísticos experimentais e processuais e de obras que perfazem sua consecução mediante a interação com o público visitante. Não há, propriamente, um eixo narrativo que as amarre ou que nos permita justificar uma leitura pela via da rígida coerência curatorial. Elas aparecem aqui feito as coisas que aparecem nos jardins: cogumelos que brotam do dia pra noite, uma lesma que rasteja e deixa seus indícios, o passarinho que pousa, o farfalhar das folhas no arbusto, uma pegada insidiosa, um brilho fugidio ao longe, mas que logo some. E está bem que sejam assim: que se coloquem pra nós fugidias, nos surpreendam, nos deixem pensando e nos convidem a tomar parte. Guilherme Mautone LISTA DE OBRAS ANA SHTLR (Cruz Alta, RS, 1981) | LEONARDO MIGUEL (Osório, RS, 2002) | MARIA EDUARDA NECTOUX (Porto Alegre, RS, 1997) | TISE (Porto Alegre, RS, 2000) > Ocupa-se , 2025. Série Ocupari Predial . Cartaz em lona vinílica. 3 x 1 m. > Sem título , 2025. Série Ocupari Predial . Impressão digital sobre papel offset. 21 x 29,7 cm. Tiragem: 50 unidades. > Banheiro Social , 2025. Série Ocupari Predial . Instalação com objetos encontrados (vaso sanitário de cerâmica azul, pia, tapete de crochê, papel higiênico, fonte, patos de borracha, sabonete e espelho). Dimensões variáveis. A intervenção utiliza estratégias simbólicas e dispositivos ficcionais para ativar reflexões sobre a função social dos espaços urbanos. Partindo de um mapeamento poético de imóveis desocupados no Centro Histórico de Porto Alegre, o coletivo concebeu uma imobiliária inventada e usando desse vocabulário desenvolve materiais gráficos para serem distribuídos e colados nesses locais visitados. Questionando o direito à moradia e a especulação imobiliária que tem transformado a paisagem da cidade com seu abandono. Com sua arquitetura de "casa” a Remanso será colocada como esse local a ser ocupado, onde resquícios de domesticidade aparecem e a linguagem da publicidade anuncia o que não pode entregar. CAROLINE SANTʼANNA (Porto Alegre, RS, 1999) > Lampejo , 2025. Carimbos de madeira, almofadas e papéis diversos. Dimensões variáveis. O processo criativo se abre como fenda – em sua potencial monstruosidade intimidadora – e propõe uma caça incessante aos lampejos do imaginário, que é o vasto território do cotidiano, do repertório visual, da subjetividade e da possibilidade. Esse estado de suspensão denominado lampejo acontece em instantes fugazes porém férteis e aqui, em forma de palavra, fragmenta-se no intuito de explorar a amplitude de seu significado: formando novas formas (escritas, ou não) a partir de suas letras. CRISTINA LISOT (Caxias do Sul, RS, 1973) > E se eu olhar para o passado? , 2025 | De Curvar (excertos). Vídeo, HD, cor, áudio, 4'39''. Concepção: Cristina Lisot, Daniel Herrera, Sigrid Nora. Curvar o tempo com o corpo, a linha e a imagem propõe uma travessia entre artes visuais, da cena e memória. A proposta, centrada no vídeo zenital e em looping sobre o chão E se eu olhar pro passado?, evoca um tempo espiralar e não-linear. Curvar convoca o público à escuta sensível do tempo e do corpo. O centro da instalação é o vídeo pensando a cidade como palimpsesto: lugar onde camadas de memória são sobrepostas, soterradas, reveladas. Acima, o futuro; abaixo da terra, os que já foram enterrados. ESTÊVÃO DA FONTOURA (Porto Alegre, RS, 1977) > Jardim Espectral , 2025. Intervenção com iluminação cênica. Na intervenção Jardim Espectral o resultado idealizado pelo artista se dá na presença, seja das plantas, ou das pessoas, sejam visitantes ou equipe do Remanso e seus movimentos e interações no pátio. Refletores nas três cores primárias da luz - vermelho, verde e azul - estarão espalhados em distintos pontos do espaço, opostos às paredes e apontados para estas com seus focos sobrepostos formando iluminação branca nas paredes brancas. As plantas entre os refletores e as paredes formarão belíssimas silhuetas multicoloridas na superfície das paredes. JANAÍNA FERRARI (Porto Alegre, RS, 1990). > fabular sobre ser fisgada , 2024 - 2025. Brita, cabelo, corda, roldana, balança, carne, osso, tênis. Dimensões variáveis. pelos grossos crescerão em seu corpo / disforme // e nenhuma alma a deverá respeito ou / ouvido / sob qualquer circunstância // seu intelecto circulará reduzido à mudez / das suas crinas // e seu poder enterrado no silêncio do / milênio (poema de Roberta Fofonka em MULA de 2025). JURUNA / DIO COUTT (Alvorada, RS, 1993) | Colaboração: KADU RAMOS (Pariquera-Açu, SP, 1998), RONALDO MONTEIRO (Viamão, RS, 2001). > Desde a terra, para e com ela , 2025. Performance e site specific. Água, semente, argila, folhas, folhas secas, coração de galinha cru, cal, esteiras, defumadores e urna. Dimensões e duração variáveis. Durante dois dias, ao ar livre, em silêncio e presença, três corpos trajados de branco e balaclavas moldam silhuetas com argila, água, sementes e folhas secas, em corações de galinha crus embebidos em cal, pregados na parede. O público é convidado a responder livremente: “Como se autodeclara?”. Defumadores acesos pedem licença ao espaço. Ao final, os corpos de argila são lavados com água. O que era forma vira um rastro. COLETIVO MOEBIUS (Porto Alegre, RS, 2014) | Isadora Franco (Porto Alegre, RS, 1995), Luiza Fischer (Porto Alegre, RS, 1991), Janaína Ferrari (Porto Alegre, RS, 1990), Patrícia Nardelli (Brasília, DF, 1985), Renata Stein (Esteio, RS, 1991). > Aguaçal , 2022 - 2025, performance sonora. Direção e concepção de Patrícia Nardelli. Intérpretes criadora Isadora Franco, Luiza Fischer, Janaína Ferrari e Renata Stein. Gravação, mixagem e masterização de Patrícia Nardelli. Aguaçal propõe a habitação na paisagem sonora de um local fictício criado a partir do trabalho de voz e corpo desenvolvido junto ao Coletivo Moebius de dança contemporânea. Investiga a linguagem do horror e questões de gênero através do uso de técnicas vocais estendidas e da espacialização dos corpos, produzida tanto em tempo real, quanto através da sua fixação em mídia sonora. Aguaçal é um espaço limiar, uma fenda, onde coisas vivas se encontram e outras são conjuradas. Ocupari Predial Ocupari Predial 1/7 Caroline Sant'Anna Caroline Sant'Anna 1/5 Cristina Lisot Cristina Lisot 1/3 Estêvão da Fontoura Estêvão da Fontoura 1/4 Janaína Ferrari Janaína Ferrari 1/5 Juruna (Dio Coutt) Juruna (Dio Coutt) 1/5 Aguaçal Aguaçal 1/3 PROGRAMA PÚBLICO abertura, mediações com acessibilidade 1/16
- EIXOS | Remanso
OCUPAÇÃO + O Eixo OCUPAÇÃO da Remanso envolve as diferentes modalidades de fomento à produção de arte contemporânea através da ocupação dos espaços institucionais, sobretudo àqueles relacionados ao ateliê coletivo. É o eixo institucional que mais diretamente dialoga com nossa missão cultural de ampliar o acesso à cultura e às artes visuais no RS. Este eixo desdobra dois programas principais: Programa de Concessão de Ateliê Programa de Residência Artística Editais > PROGRAMA DE CONCESSÃO DE ATELIÊ Organizado por chamada pública, regulada por edital e de inscrição gratuita, o programa seleciona a cada ano 2 artistas em início de trajetória. Para artistas selecionades, a Remanso concede gratuitamente o ateliê coletivo durante 6 meses, prorrogáveis por mais 6 meses (totalizando 1 ano), junto de uma bolsa de fomento à produção artística, auxílio de custo para a compra de materiais e insumos artísticos e vale transporte. Artistas selecionades também podem participar de atividades organizadas pela Remanso de modo inteiramente gratuito, usufruindo de oportunidades de formação, circulação de arte e dos encontros que proporcionamos entre agentes do campo da arte. Público-alvo Artistas em início de carreira e com trajetória ainda não consolidada / legitimada; com produção continuada há, pelo menos, 2 anos; residentes da Região Funcional 1 do estado do Rio Grande do Sul (Porto Alegre e Região Metropolitana); reserva de vagas para artistas que sejam pessoas negras ou pardas, LGBTQIAPN+ e pessoas que tenham estudado em escolas públicas. > PROGRAMA DE RESIDÊNCIA ARTÍSTICA Organizado por convite institucional (Diretoria Cultural) ou por chamada pública regulada por edital, o programa envolve a realização de projetos artísticos pontuais no contexto da Remanso. Com duração de 1 mês, prorrogável por mais 1 mês, o programa conta com a cedência de espaços para a realização do projeto, bolsa de fomento à produção de arte, auxílio estadia e deslocamento, ajuda de custo para a compra de materiais e insumos artísticos e vale transporte. Público-alvo Artistas em início de carreira e com trajetória ainda não consolidada / legitimada; com produção continuada há, pelo menos, 5 anos; residentes de outros municípios e estados (excetuando-se a Região Funcional 1 do estado do Rio Grande do Sul, ou seja, Porto Alegre e Região Metropolitana); reserva de vagas para artistas que sejam pessoas negras ou pardas, LGBTQIAPN+ e pessoas que tenham estudado em escolas públicas. FORMAÇÃO + O Eixo FORMAÇÃO da Remanso promove de modo sistemático e continuado oportunidades de formação e aperfeiçoamento profissional oferecidas pela instituição tanto para artistas em início de trajetória, quanto para artistas com trajetória consolidada; mas também para o público em geral. A Remanso conta com 3 espaços voltados às atividades formativas: as salas de aula Tuco Tuco e Quero Quero (3º andar), e o auditório (2º andar). Este eixo desdobra três programas principais: Formação em artes, culturas & humanidades Formação em práticas & processos artísticos Capacitação continuada de docentes > FORMAÇÃO EM ARTES, CULTURAS & HUMANIDADES Programa formativo que oferece ao público um conjunto de atividades diversas, de cunho teórico, nos campos do conhecimento mais imediatamente relacionados com as artes visuais. Continuamente são lançados cursos de curta duração (2h) e seminários (8h), todos realizados na Remanso, por um time de docentes oriundos de diferentes áreas do conhecimento. As atividades não são apenas oportunidades de formação e aperfeiçoamento, mas também espaços de encontro e confraternização. > FORMAÇÃO EM PRÁTICAS & PROCESSOS ARTÍSTICOS Pensado para atender um público interessado em vivenciar de modo livre e experimental as diferentes práticas, processos, linguagens e técnicas artísticas, a Formação em Práticas & Processos Artísticos oferece um conjunto de aulas de cunho prático para diferentes suportes da arte: os tradicionais desenho, pintura, aquarela, gravura; mas também os suportes contemporâneos como, por exemplo, colagem, performance, fotografia, etc. > CAPACITAÇÃO CONTINUADA DE DOCENTES Voltado para atender educadores, professores e docentes das escolas da rede pública e privada, este programa oferece oportunidades de incentivo à formação continuada de docentes, com foco em temas contemporâneos e, especialmente, em reflexões sobre a interseção entre artes visuais, produção artística e educação. Contate-nos pelo e-mail educativo@remanso.org.br para maiores informações sobre este programa. CONSULTE ABAIXO AS ATIVIDADES DE FORMAÇÃO COM INSCRIÇÕES ABERTAS: Arte contemporânea: notas de viagem ter., 04 de nov. Mais informações Informações Gestão & Produção Cultural qui., 16 de out. Mais informações Informações Quando é arte? Um diálogo entre as artes visuais e a filosofia ter., 07 de out. Mais informações Informações Curso Livre de Xilogravura | turma de agosto ter., 09 de set. Mais informações Informações Curso Livre de Xilogravura | turma de setembro sáb., 06 de set. Mais informações Informações Curso Livre de Desenho | 2ª edição sáb., 06 de set. Mais informações Informações Curso de Modelo Vivo | 2ª edição qui., 04 de set. Mais informações Informações Curso Livre de Pintura | 2ª edição qui., 04 de set. Mais informações Informações Laboratório de Acompanhamento Artístico qua., 03 de set. Mais informações Informações Curso Livre de Aquarela | 2ª edição (turmas 1 e 2) qua., 03 de set. Mais informações Informações Da História às histórias da arte: um passeio ter., 02 de set. Mais informações Informações CIRCULAÇÃO + O Eixo CIRCULAÇÃO da Remanso se relaciona com a promoção da difusão de artes visuais e ideias sobre artes através de diferentes mecanismos. Aqui está envolvida toda a agenda de exposições realizadas pela instituição; mas também ações de ativação expositiva e ações de pesquisa envolvendo a história, teoria e crítica de arte . Neste eixo também se encontra organizado o Comitê Curatorial da Remanso , responsável pela avaliação de propostas de exposição e ativação expositiva. Este eixo desdobra três programas principais e um comitê: Programa Expositivo Programa de Pesquisa em arte contemporânea, processos curatoriais & documentação Comitê Curatorial > PROGRAMA EXPOSITIVO Relaciona-se com todos os processos envolvidos na concepção, montagem, abertura, programação e realização de exposições no espaço expositivo da Remanso. As exposições são oriundas de: convites da Diretoria Cultural e do Comitê Curatorial; chamadas públicas reguladas por editais de inscrição gratuita; sincronizadas com o Programa de Concessão de Ateliê do Eixo Ocupação. + Informações do Programa Expositivo aqui. + Agende visita mediada > PROGRAMA DE PESQUISA EM ARTE CONTEMPORÂNEA, PROCESSOS CURATORIAIS & DOCUMENTAÇÃO O programa envolve a realização de pesquisa de cunho teórico, dentro da área de história, teoria e crítica de arte, com foco em arte contemporânea, processos curatoriais e lógicas de documentação vinculadas às artes visuais. O programa é voltado para jovens pesquisadores, é divulgado por chamada pública regulada por edital, tem duração de 6 meses, com o pagamento de uma bolsa de fomento à pesquisa. + Informações sobre o programa aqui. APROXIMAÇÃO + O Eixo APROXIMAÇÃO da Remanso procura fomentar os vínculos e a aproximação com a vizinhança e a comunidade do entorno. Pensando numa conexão mais profunda com o cenário local, e reconhecendo que encontros são oportunidades poderosas para as trocas, procuramos estimular ações de visitação e de abertura da Remanso para a comunidade. Este eixo desdobra dois programas principais: Programa Arte & Escola Programa Arte & Comunidade
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Redirecionando, aguarde.
- Audiodescrições PÚBLICA | Remanso
Audiodescrição da obra A Fenda de Mitti Mendonça Audiodescrição da obra A Fenda 00:00 / 02:21 Audiodescrição da obra rÈmanSÙ Instituto Cultural: duas ponteiras de Rafael Muniz Audiodescrição da obra rÉmanSÙ instituto cultural: duas ponteiras 00:00 / 01:37 Audiodescrição da obra Meu reino não é deste mundo (capital simbólico) de Santiago Pooter Audiodescrição da obra Meu reino não é deste mundo (capital simbólico) 00:00 / 01:37 Programa de Residência Artística > INCENTIVO À PRODUÇÃO ARTÍSTICA CONTEMPORÂNEA > AMPLIAÇÃO DO ACESSO AOS ESPAÇOS DE PRODUÇÃO DE ARTE > POPULARIZAÇÃO DAS TRAJETÓRIAS ARTÍSTICAS Organizado por convite institucional (Diretoria Cultural) ou por chamada pública regulada por edital, o programa envolve a realização de projetos artísticos pontuais no contexto da Remanso. Com duração de 1 mês, prorrogável por mais 1 mês, o programa conta com a cedência de espaços para a realização do projeto, bolsa de fomento à produção de arte, auxílio estadia e deslocamento, ajuda de custo para a compra de materiais e insumos artísticos e vale transporte. Artistas selecionades também podem participar de atividades organizadas pela Remanso de modo inteiramente gratuito, usufruindo de oportunidades de formação, circulação de arte e dos encontros que proporcionamos entre agentes do campo da arte.
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