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- Exposições (List) | Remanso
EXPOSIÇÕES Canteiro de Obras #3 Período Curadoria Guilherme Mautone, Guilherme Leon e Nazú Ramos 13 de mar. de 2026 14 de mar. de 2026 Por que não pensar este jardim tambem como um espaço onde a arte possa emergir, subsistir, mostrar-se, ser vivida, performada e debatida? Por que não um canteiro de onde, também, brotassem obras? Saiba + Arte Leve Período Curadoria Érica Burini 24 de jan. de 2026 21 de fev. de 2026 O projeto foi concebido em 2024 na Casa Yara DW em São Paulo como uma chamada aberta que convida artistas de todo o Brasil a mandarem portfólios e indicarem obras de peso e medidas reduzidas para poderem assim viajar mais facilmente pelo correio. Saiba + FORJA Período Curadoria Aisha Costa e Pietro Ferreira 10 de out. de 2025 6 de dez. de 2025 Forja aborda a negritude por meio de expressões artísticas pretas na cidade de Porto Alegre. O título alude ao ato de 'forjar' a partir de Ogum, divindade de matriz africana com domínio sobre o ferro. São pensadas diferentes formas de celebrar as respostas diante do racismo e das violências sociais. Saiba + Topografia dos Encontros Período Curadoria Anelise De Carl 1 de ago. de 2025 27 de set. de 2025 A exposição Topografia dos encontros, de zarro, articula pintura, colagem e arquivos históricos para reelaborar memórias e traumas políticos, transformando vestígios do passado e cenas de coletividade em potentes rituais de cura e afirmação do comum. Saiba + Canteiro de Obras #2 Período Curadoria Guilherme Mautone, Guilherme Leon e Nazú Ramos 13 de jun. de 2025 14 de jun. de 2025 A mostra Canteiro de Obras #2 consolida o jardim como território de experimentação efêmera, apresentando obras processuais e interativas que, sem a rigidez de um eixo narrativo, brotam e surpreendem o público como fenômenos naturais de um ecossistema artístico. Saiba + Estado de Livusia Período Curadoria Gabriela Motta 22 de mai. de 2025 17 de jul. de 2025 A exposição Livusia, da artista Virginia Di Lauro, utiliza a hibridez entre fotografia, pintura e performance para investigar a fusão entre o corpo feminino e a natureza, criando imagens oníricas e insubmissas que buscam inventar novos mundos diante das ruínas da contemporaneidade. Saiba + A força inercial do hábito Período Curadoria Guilherme Mautone 14 de mar. de 2025 10 de mai. de 2025 Inspirada pelo preceito de Maria Gabriela Llansol, a exposição propõe abrir a casa numa interrogação, utilizando a arte para romper com a inércia do hábito e questionar os estereótipos históricos e filosóficos que relegam o espaço doméstico ao desinteresse epistemológico. Saiba + Anotações à margem Período Curadoria Sátira Machado e Caroline Ferreira 1 de nov. de 2024 22 de fev. de 2025 A exposição Anotações à Margem celebra o legado de Oliveira Silveira e o Dia da Consciência Negra, estabelecendo um diálogo visual entre a poesia do autor e obras de diversos artistas para refletir sobre a resistência e a liberdade afrodiaspórica. Saiba + Gesto Período Curadoria Marina Câmara, Marcela Futuro, Sammy Duarte, Ali do Espírito Santo 5 de jul. de 2024 26 de out. de 2024 A exposição Gesto explora a performance como um campo híbrido e histórico que corporifica o pensamento crítico, organizando-se em núcleos que transitam entre o erotismo, o trabalho e a política para destacar a coragem do artista que se torna a própria obra. Saiba + Mão de Obra? Período Curadoria Izis Abreu, Guilherme Mautone 15 de mar. de 2024 21 de jun. de 2024 A exposição coletiva Mão de obra? reuniu artistas contemporâneos no Remanso para promover uma reflexão crítica sobre a ubiquidade do trabalho e as estruturas de opressão social, integrando mediação educativa e a presença itinerante da Biblioteca da Vila. Saiba + Canteiro de Obras #1 Período Curadoria Guilherme Mautone, Guilherme Leon e Caroline Ferreira 13 de mar. de 2024 14 de mar. de 2024 A exposição Canteiro de Obras #1 ressignifica o jardim da Remanso como um espaço de experimentação coletiva, apresentando, em formato de curta duração, propostas artísticas performáticas e colaborativas que transformam a desordem da reforma em potência criativa. Saiba +
- Artistas (List) | Remanso
ARTISTAS Kadu Ramos 2026 Programa de Concessão de Ateliê Participou da residência artística AJURICABA (2026, Colares–PA) e foi um dos selecionados para o projeto “Acompanhamento e Exposição” na Casa Musgo (2025, Porto Alegre–RS). Fez parte da mostra coletiva “Dedos Cruzados”, realizada na Casa de Cultura Mario Quintana (2025), assim como foi um dos artistas presentes na exposição “Um Lugar Como Nenhum Outro” (2025). Também participou do evento cultural “Canteiro de Obras #2”, produzido pelo Instituto Cultural Remanso (2025). Teve seu trabalho apresentado na Mostra Novembro Negro (2025), em exposição idealizada pelo MPF da 4ª Região, em Porto Alegre–RS. É graduando em Artes Visuais – Licenciatura pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Saiba mais Mariana Mazzetti 2026 Programa de Concessão de Ateliê (Pelotas, RS, 1996) É artista visual multimídia. Em 2023 formou-se Bacharel em Artes Visuais pela UFPel, e é graduanda em Tecnologia em Design Gráfico pela Uninter. Entre 2023 e 2024 atuou como co-gestora e produziu em ateliê no espaço independente Relva Cultural. Com referências deslocadas do cinema, internet e da cultura pop, sua pesquisa busca refletir o impacto da imagem como dispositivo narrativo não-verbal, investigando sobre sua produção e consumo na contemporaneidade. Atualmente utiliza principalmente as linguagens da pintura, desenho, colagem e fotografia. Saiba mais Catarina Dias 2025 Programa de Concessão de Ateliê Catarina Dias é nascida em São Paulo (1996), reside e trabalha atualmente em Porto Alegre. Atua como artista visual independente há 8 anos. Começou sua jornada fazendo cursos de teatro e dança como o curso Teatro de Fato em Guaíba (2016), participou em Porto Alegre do grupo Beckett-We (2018) e residências de danças contemporâneas do POA em cena (2018-2019). Em 2019 participou da sua primeira exposição chamada As Coisas que São Ditas Antes no espaço de arte e cultura Casa Baka, premiada no XIII Prêmio Açorianos de Artes Plásticas na categoria Destaque em Exposição Coletiva. Em 2020 foi selecionada em 1º lugar no edital Espaço Ado Malagoli para sua primeira exposição individual no instituto de artes do RS (não sendo realizada por conta da Covid-19). Também em 2020 iniciou em conjunto uma galeria virtual chamada @lacunaprojeto fruto do edital FACdigital RS. Em 2022 foi contemplada pelo Edital Força e Luz – Energia Cultural 01/2022 para sua primeira exposição individual que foi executada no ano de 2023. Atualmente seu trabalho é voltado para a cerâmica, instalações e fotografia. Sua pesquisa se desdobra na ideia de pertencimento, memória e imaginário popular, falando sobre a criação artística através da precariedade e as suas possíveis denúncias através da arte. Saiba mais Laura Moreira 2025 Programa de Concessão de Ateliê Laura Moreira (Rio de Janeiro, 1993) é artista visual e educadora, graduada em Letras pela UFRGS e atuante em Porto Alegre (RS). Em seu trabalho, está interessada no encontro entre artes visuais, ciências e artes do corpo. Integrou o Coletivo Vôo da Pomba: laboratório de experimentação de performance e dança nas cidades. Participou das residências artísticas do FestFoto Poa (2019), e LAB Arte-Educação (2023). Integrou o “Formas de la Idea”, grupo de estudos virtual de artistas e publicadores independentes da América Latina que promoveu, em 2021, uma exposição de mesmo nome, no Museo Nacional del Grabado (Buenos Aires, AR). Participou de diversas exposições coletivas. Em 2024, idealizou e produziu o projeto de arte-educação Corpo-significante. Saiba mais Sammy Duarte 2025 Programa de Pesquisa em Arte Contemporânea (1994, Canela, RS) é artista visual baseada em Porto Alegre e graduanda em Artes Visuais pela UFRGS, onde desde 2024 desenvolve pesquisa sobre Arte Processual no Pós-minimalismo como bolsista de Iniciação Científica. Saiba mais Mitti Mendonça 2025 Programa de Residência Artística Mitti Mendonça (São Leopoldo-RS, 1990) é artista têxtil, ilustradora, produtora cultural e arte-educadora. Sua produção na arte contemporânea investiga as historiografias negras em diáspora, as memórias afetivas a partir dos álbuns de família, os movimentos negros. Desta forma, elabora obras que refletem o afeto como lugar político, as práticas de resistência e a construção de identidades. É co-idealizadora da Feira Gráfica Garganta e da Residência Artística Garganta. E é criadora da Oficina Bordando Afetos. Cursou jornalismo e design, experiências que atravessam sua pesquisa e produção artística. Atualmente, mantém em Porto Alegre o Mão Negra Atelier, espaço de arte independente, loja e acervo de obras da artista. Assim como exposições em diálogo com artistas racializados e oficinas. Saiba mais Leandro Machado 2025 Programa de Residência Artística De Xangô e de Obá. Bacharelado em pintura UFRGS/POA/RS. Especialização em saúde mental ESP/POA/RS. Recentemente participou da mostra "Leandro Machado: hospícios e balneários [é preciso uma aldeia inteira para educar uma criança]" no Museu de Arte do Rio Grande do Sul em 2025 e participa da Residência Artística do Programa Pública - Produção e Circulação de Arte Contemporânea organizado pela Remanso desde junho de 2025. Premiações: Prêmio AEERGS 2025 - categoria Destaque em ações de difusão. AEERGS, POA/RS/BR; VII Prêmio Açorianos de Artes Plásticas - categoria Destaque ações de difusão e inovação. SMC de Porto Alegre, POA/RS/BR. Possui trabalhos nas seguintes coleções: Adriana Varejão; MACRS; MAR; MARGS; Paulo Sartori. Saiba mais Santiago Pooter 2025 Programa de Residência Artística Artista-pesquisador nascido em Porto Alegre (RS) em 1995, Santiago Pooter é mestrando em Artes Visuais (ênfase História, Teoria e Crítica de Arte) pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da UFRGS, na linha de pesquisa Relações Sistêmicas da Arte. Sua pesquisa e prática visual se concentram entre a imagem e a escrita, trabalhando a partir de diálogos entre a periferia, a 'alta cultura' e a cultura popular, buscando sempre tensionar as relações coloniais e seus processos de globalização provocados pelo capitalismo. Saiba mais Rafael Muniz 2025 Programa de Residência Artística Rafael Muniz (Porto Alegre, RS, 1991) é umbandista-artista-pesquisador, Doutorando e Mestre em Poéticas Visuais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Bacharel em Artes Visuais pela mesma instituição. É integrante do grupo de pesquisa Poéticas da Participação. Possui formação no curso Técnico em Edificações pelo Centro Tecnológico Estadual Parobé. Trabalha como desenhista, projetista, montador de exposições e instrutor de arte pelo Studio Muniz. Tem interesse em antropologia, etnografia e epistemologias de religiões de matrizes africanas no Brasil para pensar seu cruzamento com o campo da arte. Sua poética articula a linguagem presente nas Umbandas, Quimbandas e na construção civil em procedimentos como fotografia, desenho, vídeo e instalação. Participou de exposições individuais e coletivas, nacionais e internacionais, da Zero Residência Artística em Pelotas (2024), contemplado no edital Multilinguagens Paulo Gustavo (2023), I e II Salão Costa Doce (2021 e 2022), Itaú Cultural Arte como Respiro (2020) e ganhador do Prêmio Maria Conceição Menegassi (2014). Saiba mais zarro 2024 Programa de Concessão de Ateliê zarro (1987, Viamão, RS, BR) é uma artista afro-latino-americana que atualmente estuda e trabalha em Porto Alegre (RS). É mestranda no Programa de Pós-Graduação em Poéticas Visuais da UFRGS e, desde 2023, é uma das artistas participantes do Programa de Concessão de Ateliê no Remanso - Instituto Cultural. É Bacharel em Artes Visuais pela UFRGS (2022) e licenciada pela mesma instituição em Ciências Biológicas. Complementarmente, atuou junto à rede pública de educação, onde foi professora do ensino fundamental e médio. O início da pandemia ocasionou um momento de reclusão e inflexão em sua trajetória artística, quando passou a produzir num ritmo obstinado, motivada por sua imaginação e mesclando diferentes técnicas em seu processo poético. Coleciona e reúne imagens, fragmentos, vestígios, que servem de testemunhos da vida humana que avança sobre territórios, destacando a simbiose entre sociedade e natureza, memória e trauma. Saiba mais Virgínia Di Lauro 2024 Programa de Concessão de Ateliê, Programa de Residência Artística Virgínia Di Lauro (1989, Barra do Choça, BA) é artista visual, graduanda em Artes Visuais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e reside em Porto Alegre (RS) desde 2012. Em sua obra, cruzoa diferentes linguagens e técnicas como caminho de experimentações, composições e possibilidades, como interferências fotográficas, digitais e manuais, pintura, performance, vídeo e a feitura de objetos-coisas-máscaras. Desdobra seu trabalho entrecruzando realidade-ficção, através do onírico, da imaginação, dos acontecimentos e afecções cotidianas, natureza e emoções humanas. A partir daí, tece fios condutores possíveis de criação e encantaria, utilizando sobretudo o corpo e o feminino, variando entre suporte e temática como fonte geradora de outros corpos, atmosferas, livusias, mutações e modificações. Caminha por onde questiona as normas estabelecidas sobre o corpo e nossas relações com a vida na contemporaneidade assolada pelo capitalismo e moralismos patriarcais que distorcem nossos sentidos, nos descolando e distanciando das múltiplas possibilidades de tecer bem-viver e sonhar outras imagens capazes de atravessar os desastres iminentes de outras maneiras. Saiba mais Henrique Pasqual 2023 Programa de Residência Artística Henrique Pasqual (1990, Porto Alegre, RS) é artista, arte educador e técnico em Xilogravura. Em sua pesquisa aborda questões cerca da criação e legitimação de sentidos dentro da cultura visual, explorando a contradição como vetor formal e traçando um paralelo entre os processos de ensino institucionalizados e suas vivências na periferia de Porto Alegre. Nesse processo as contradições formais do trabalho atuam como catalizadores para pensar as contradições e os “não lugares” sociais, questionando o papel das instituições na legitimação destes processos. Trabalhou como técnico junto ao artista Paulo Chimendes nas oficinas gráficas do Museu do Trabalho em Porto Alegre, a produção em gravura exerce forte influência no trabalho do artista, o qual também explora processos híbridos e técnicas como vídeo, performance e instalação. Saiba mais
- SOBRE | Remanso
A REMANSO A Remanso é um instituto cultural sem fins lucrativos, que atua no campo das artes visuais. Fomentamos artistas em início de trajetória com ações de acolhimento, aperfeiçoamento profissional, oportunidades de produção e circulação de arte. E incentivamos trocas com a comunidade a partir dos encontros que possibilitamos. QUEREMOS AMPLIAR AS OPORTUNIDADES DE ACESSO À ARTE CONTEMPORÂNEA NA PERSPECTIVA OTIMISTA DA REDUÇÃO DAS DESIGUALDADES PARA ARTISTAS. O que realizamos? > A concessão gratuita de ateliês para artistas > Bolsas de incentivo à produção de arte > Exposições e mostras artísticas > Cursos de artes, culturas e humanidades > Atividades em arte-educação A casa ESPAÇO FÍSICO remanso_ultra_arq remanso_ultra_arq 1/4 Foto Cristiano Bauce A Remanso se encontra na Rua Santo Antônio, 366, Independência (Porto Alegre, RS), entre as ruas André Puente e Gonçalo de Carvalho. Estamos perto da avenida Independência e do Shopping Total. A sede da Remanso ocupa um sobrado de 1939, revitalizado e adaptado para as finalidades culturais do instituto. Ateliê compartilhado para dois artistas Espaço expositivo Auditório (30 lugares) Duas salas para aulas, cursos e oficinas Sala de leitura Jardim aberto para a comunidade Além disso, na casa geminada à sede da Remanso, hospedaremos, a partir de novembro de 2024, o Café Musa Velutina e um espaço com salas para serem alugadas por profissionais que trabalhem com cultura, criatividade, sensibilidade e com os afetos. Conheça aqui nossas salas. Elas estão disponíveis para aluguel, entre em contato via e-mail: contato@remanso.org.br ESTRUTURA INSTITUCIONAL Diretoria Guilherme Leon Diretor Nazú Ramos Produtor Executivo Bianca Lagasse Coordenadora Executiva Claiton Martins Zelador Michele Zgiet Coordenadora do Educativo Fundadores Dani Berno Guilherme Mautone Guilherme Leon Izis Abreu Karina Nery Mauro Pippi da Rosa Silvia Berno Conselho Cultural Alessandra Bochio André Lima Bruna Fetter Camila Schenkel Claudia Zanatta Duan Kisonde Eduardo Veras Elida Tessler Estêvão da Fontoura Gabriela Motta Guilherme Mautone Jéssica Becker Leandro Machado Lilian Maus Marina Polidoro Conselho Fiscal Leandro Salatti Roberto Miranda Sérgio Pretto TRANSPARÊNCIA Como medida de transparência institucional, a Remanso torna disponíveis tanto o seu Estatuto Social, quanto os relatórios de atividades culturais e suas respectivas demonstrações financeiras anualmente. Você poderá consultá-los nos links abaixo, onde os documentos estão disponíveis. Catálogo 2026 Relatório de atividades 2025 Relatório de atividades e demonstrações financeiras 2024 Relatório de atividades e demonstrações financeiras 2023 Estatuto Social Ademais, a Remanso possui um canal específico para o envio de reclamações, denúncias e eventuais casos omissos que é a sua Ouvidoria. Formada por quatro membros de cada instância institucional (Fundadores, Diretoria, Conselho Fiscal e Conselho Consultivo), esta instância é convocada sempre que algum relato de maior gravidade chega até o canal ouvidoria@remanso.org.br PERGUNTAS FREQUENTES A Remanso é uma instituição pública ou privada? Somos um instituto cultural privado e sem fins lucrativos. Isso significa que a Remanso não faz parte do patrimônio público e não é um equipamento cultural público (municipal, estadual ou mesmo federal). Juridicamente ela é uma associação privada, fundada em 2022 por sete associados fundadores que se reuniram para, juntes, consolidar o sonho de ampliar as oportunidades de acesso à cultura e às artes visuais para outras pessoas. No entanto, do fato de ser uma entidade privada, não significa que a Remanso não deseje, ou não tenha por vocação, a realização de ações de interesse coletivo ou de retorno social. Esse, aliás, é nosso objetivo. Embora o realizemos dentro da área cultural, no segmento das artes visuais. Como a Remanso financia suas atividades? A Remanso é subsidiada através de doações diretas de seus fundadores. Para além disso, o instituto promove ações de modo continuado ações de cunho formativo (Eixo Formação) que, comercializadas, geram receita para a sua manutenção. Ademais, a Remanso tem outras fontes de receita como, por exemplo: comercialização de mercadorias próprias; aluguel de espaços; e, eventualmente, a participação em oportunidades de fomento municipais, estaduais ou federais, através de mecanismos de fomento regulamentados por lei e com objetivos de fomento à cultura no território brasileiro. Lembrando que é sempre importante insistir: quando você apoia a Remanso, compra alguma coisa conosco, aluga nosso espaço ou escolhe fazer um curso ou atividade de formação conosco, então você está ajudando a rede produtiva da cultura no RS e está contribuindo diretamente para a realização de projetos sociais no segmento das artes visuais. Qual é o tipo de atuação da Remanso? Nossa atuação é integralmente cultural. Nossa principal missão é o Programa de Concessão de Ateliês, em que fornecemos gratuitamente espaços de trabalho, junto de bolsas de fomento à produção artística, para artistas em início de formação/trajetória. Além disso, realizamos mostras e exposições artísticas, cursos de artes e humanidades, bem como de processos e práticas artísticas e atividades de arte-educação. Também promovemos encontros com as escolas, sobretudo da rede pública, e com a comunidade. PROGRAMAS E PROJETOS Programa de Concessão de Ateliê (PCA) pca Realizado por meio de chamada pública com inscrição gratuita, nosso programa seleciona anualmente dois artistas em início de carreira. A Remanso oferece aos selecionados o uso gratuito de um ateliê coletivo por seis meses — prazo que pode ser estendido por mais seis, totalizando um ano de residência. Além do espaço de trabalho, garantimos apoio financeiro através de uma bolsa de fomento, auxílio para compra de materiais e vale-transporte. Os artistas também têm acesso livre a todas as nossas atividades, aproveitando oportunidades de formação, circulação de obras e encontros estratégicos com profissionais do mercado da arte. Mariana Mazzetti 2026 Saiba + Catarina Dias 2025 Saiba + Kadu Ramos 2026 Saiba + Virgínia Di Lauro 2024 Saiba + Laura Moreira 2025 Saiba + zarro 2024 Saiba + Programa Expositivo (PE) pe O Programa Expositivo é o coração das artes visuais na Remanso, servindo de base para todas as mostras e exibições realizadas pelo instituto. Este programa assegura uma agenda cultural organizada e contínua, focada em apresentar obras que desafiam o olhar e celebram a diversidade de trajetórias artísticas, desde nomes emergentes até artistas já estabelecidos. O seu principal objetivo é promover o diálogo entre diferentes linguagens e garantir que o público tenha acesso constante a novas produções e reflexões contemporâneas. Além de dar visibilidade a projetos curatoriais consistentes, o programa incentiva a circulação de arte e o fortalecimento da cena cultural, consolidando a Remanso como um espaço dinâmico de encontro e descoberta artística. As exposições são selecionadas por uma chamada pública realizada no segundo semestre de todo o ano. Também, os artistas participantes do Programa de Concessão de Ateliê podem realizar uma exposição indivudal caso permaneçam um ano no programa. Veja as exposições passadas Programa de Pesquisa em Arte Contemporânea (PPAC) ppac O Programa de Pesquisa em Arte Contemporânea é uma iniciativa da Remanso dedicada ao fomento de estudos em História, Teoria e Crítica das Artes Visuais. Com foco na arte contemporânea e em seus processos de documentação, o programa busca ampliar o acesso à pesquisa acadêmica e teórica. Através de um ciclo anual de oito meses (de março a outubro), selecionamos via edital público um pesquisador para desenvolver seus estudos em nosso espaço, oferecendo uma bolsa mensal de R$ 1.200,00 e auxílio para a compra de livros, que futuramente integrarão o acervo da nossa biblioteca. A experiência na Remanso vai além do estudo individual: o pesquisador é incentivado a vivenciar o ambiente institucional, trocando conhecimentos com os artistas residentes e participando ativamente de nossos encontros e formações. Como parte do desenvolvimento do projeto e em contrapartida ao apoio recebido, o bolsista compartilha seu conhecimento com o público através de um curso, uma palestra e a produção de um artigo ou ensaio final, consolidando os resultados de sua pesquisa e fortalecendo o diálogo artístico da nossa comunidade. Programa de Residência Artística pra O Programa de Residência Artística da Remanso foi realizado em duas etapas, uma em 2023 e 2024 e a outra em 2025 e 2026, por meio do projeto Pública com recursos da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB). No período de 2023 e 2024, os artistas Henrique Pasqual e Virgínia Di Lauro conceberam trabalhos de arte no contexto da reforma do espaço físico da Remanso, expondo os trabalhos produzidos durante a residência na exposição Mão de Obra? (2025). Em 2025 e 2026, o projeto Pública recebeu as residências artísticas de Santiago Pooter, Rafael Muniz, Mitti Mendonça e Leandro Machado, convidados a conceber e realizar uma intervenção em grande escala no jardim da Remanso. Leandro Machado 2025 Saiba + Santiago Pooter 2025 Saiba + Mitti Mendonça 2025 Saiba + Henrique Pasqual 2023 Saiba + Rafael Muniz 2025 Saiba + Virgínia Di Lauro 2024 Saiba + Projeto PÚBLICA O Pública é um projeto de produção e circulação de arte contemporânea sediado na Remanso e financiado pela Política Nacional Aldir Blanc que visa democratizar o acesso às artes visuais e fortalecer a cena artística local. A iniciativa prevê a realização de quatro residências artísticas focadas na criação de instalações de grandes dimensões em paredes externas, articuladas com duas mini-mostras de obras efêmeras e diversas atividades educativas e formativas inteiramente gratuitas e acessíveis. Com uma forte diretriz de inclusão, o projeto reserva 60% de suas vagas para artistas de grupos minorizados, como pessoas negras, indígenas, LGBTQIAPN+ e pessoas com deficiência, reafirmando a arte como um direito cultural inalienável e um campo de transformação social. Dentro do cronograma de atividades, o projeto acolheu as mini-mostras Canteiro de Obras #2 em junho de 2025 e #3 em março de 2026, promovendo a circulação de obras participativas e colaborativas de jovens artistas. O ciclo de produção artística foi composto pelas residências de Santiago Pooter , em maio, Rafael Muniz , em julho, Mitti Mendonça , em novembro, e Leandro Machado , em janeiro de 2026, resultando em instalações permanentes de grande porte. Complementando a formação de público, foram promovidos três ciclos de palestras: "Arte, cidade e fluxos da diversidade", com Adauany Zimovski e Estêvão da Fontoura; "Arte contemporânea na rua e o desejo de impermanência", com Gabriela Motta e Eduardo Veras; e "Arte, educação e ampliação de acesso", com Izis Abreu e Michele Zgiet.
- Exposição Individual de Laura Moreira | Remanso
Exposição Individual de Laura Moreira CURADORIA INÍCIO 31 de julho de 2026 FIM 16 de setembro de 2026 ARTISTAS Laura Moreira
- Remanso
PRÓXIMAS EXPOSIÇÕES Antes que a distância não exista mais Curadoria Kelly Wendt 06/03/26 09/05/26 Saiba + Canteiro de Obras #3 Curadoria Guilherme Mautone, Guilherme Leon e Nazú Ramos 13/03/26 14/03/26 Saiba + CURSOS Curso livre de pintura (turma 1 de 2026) qui., 19 de mar. Comprar ingressos Curso Livre de Xilogravura (turma 1 de 2026) sáb., 21 de mar. Comprar ingressos Processos de Exposição & Montagem qui., 26 de mar. Comprar ingressos Curso de Desenho com Modelo Vivo (turma 1 de 2026) sáb., 28 de mar. Comprar ingressos Curso Livre de Aquarela (turma 1 de 2026) qua., 29 de abr. Comprar ingressos ARTISTAS Mariana Mazzetti Programa de Concessão de Ateliê 2026 Saiba + Kadu Ramos Programa de Concessão de Ateliê 2026 Saiba + Ver + artistas EDITAIS
- Arte Leve | Remanso
Arte Leve CURADORIA Érica Burini INÍCIO 24 de janeiro de 2026 FIM 21 de fevereiro de 2026 O Arte Leve viaja pela primeira vez e pousa na Remanso, abrindo portas e portais em 2026. O projeto foi concebido em 2024 na Casa Yara DW em São Paulo como uma chamada aberta que convida artistas de todo o Brasil a mandarem portfólios e indicarem obras de peso e medidas reduzidas para poderem assim viajar mais facilmente pelo correio. A forma estratégica e poética de lidar com a mobilidade logística das obras é enraizada na prática de Yara Dewachter, artista e gestora da Casa. Após a exposição em São Paulo, a primeira itinerância acontece em Porto Alegre, na Remanso - Instituto Cultural. Um instituto sem fins lucrativos que fomenta a formação, produção e circulação do trabalho de artistas desde o início de suas trajetórias. O projeto cumpre sua profecia ao desenhar uma outra geografia diferente no cenário da arte contemporânea brasileira, unindo espaços independentes que realizam um trabalho fundamental, de nutrir e fortalecer as bases da produção artística, dando vazão a experiências irreverentes e ao processo criativo, antes do resultado final. A primeira itinerância mostra também que Arte Leve visa criar uma relação com seus selecionados, de maneira distinta do que se pratica costumeiramente. É tecida uma trama com os artistas, incorporando-os na programação da Casa, incluindo-os em outros projetos e ações, provocando encontros, prolongando o laço, construindo vínculos. Deste modo, a imagem do remanso do rio também aparece: um lugar que é fertil pelo que se sedimenta, com o tempo e o acúmulo de materiais. A chamada Arte Leve teve 471 inscritos e tinha como propósito selecionar um artista por estado brasileiro, somando com um representante do Distrito Federal. Três agentes – o artista e curador Orlando Maneschy, com vasta atuação no Norte do país, o antropólogo, crítico e curador Alexandre Bispo, com experiência na Bahia e no estado de São Paulo e eu, profundamente interessada no circuito independente – analisaram rigorosamente este volume de documentos que mostra trajetórias e conta histórias de todos os cantos e recantos do Brasil. Buscamos abranger a maior diversidade possível de linguagens, abordagens e possibilidades de narrar um território de lutas, resistências, belezas e exuberâncias. Quem desenha este mapa são os artistas, e por isso é fundamental ler seus nomes e estados que representam: Amilton (AL), Amanda Fahur (PR), Allyster Fagundes (PA), Aram (SP), Beatriz Pessoa (MG), Charles Macuxi (RR), Cláudio Montanari (TO), Danilo de S’Acre (AC), Estêvão da Fontoura (RS), Eulália Pessoa (PI), Felipe Alves (CE), Gabriel Bicho (RO), Glênio Lima (DF), Levi Gama (AM), Lola Pinto (PB), Luis Napoli (MT), Luiz Sisinno (RJ), Nau Vegar (AP), Osmar Domingos (SC), Priscilla Pessoa (MS), Regina Borba (MA), Renata Voss (BA), Ricardo Masi (GO), Sarah Nazareth (PE), VÉIO (SE), Yiftah Peled (ES). Por aqui se veem artistas de variadas idades, trajetórias e formações, interesses e poéticas. Formas distintas de olhar a memória e a história, desde o interesse pela lente de aumento, até o telescópio, o micro e o macro, ambas paisagens interessam. O ambiente, a natureza, as cidades, os ritos, mitos e rituais, costumes, materiais, embates pertinentes da contemporaneidade se vêem contemplados por esta lista de artistas que delineia, dentro da maior diversidade possível, um não-sei-o-que que a arte tem. Érica Burini O projeto foi concebido em 2024 na Casa Yara DW em São Paulo como uma chamada aberta que convida artistas de todo o Brasil a mandarem portfólios e indicarem obras de peso e medidas reduzidas para poderem assim viajar mais facilmente pelo correio. ARTISTAS Amilton (AL); Amanda Fahur (PR); Allyster Fagundes (PA); Aram (SP); Beatriz Pessoa (MG); Charles Macuxi (RR); Cláudio Montanari (TO); Danilo de S’Acre (AC); Estêvão da Fontoura (RS); Eulália Pessoa (PI); Felipe Alves (CE); Gabriel Bicho (RO); Glênio Lima (DF); Levi Gama (AM); Lola Pinto (PB); Luis Napoli (MT); Luiz Sisinno (RJ); Nau Vegar (AP); Osmar Domingos (SC); Priscilla Pessoa (MS); Regina Borba (MA); Renata Voss (BA); Ricardo Masi (GO); Sarah Nazareth (PE); VÉIO (SE); Yiftah Peled (ES)
- Leandro Machado | Remanso
Leandro Machado 2025 Programa de Residência Artística De Xangô e de Obá. Bacharelado em pintura UFRGS/POA/RS. Especialização em saúde mental ESP/POA/RS. Recentemente participou da mostra "Leandro Machado: hospícios e balneários [é preciso uma aldeia inteira para educar uma criança]" no Museu de Arte do Rio Grande do Sul em 2025 e participa da Residência Artística do Programa Pública - Produção e Circulação de Arte Contemporânea organizado pela Remanso desde junho de 2025. Premiações: Prêmio AEERGS 2025 - categoria Destaque em ações de difusão. AEERGS, POA/RS/BR; VII Prêmio Açorianos de Artes Plásticas - categoria Destaque ações de difusão e inovação. SMC de Porto Alegre, POA/RS/BR. Possui trabalhos nas seguintes coleções: Adriana Varejão; MACRS; MAR; MARGS; Paulo Sartori. Instagram Site pessoal Portfólio
- Sammy Duarte | Remanso
Sammy Duarte 2025 Programa de Pesquisa em Arte Contemporânea (1994, Canela, RS) é artista visual baseada em Porto Alegre e graduanda em Artes Visuais pela UFRGS, onde desde 2024 desenvolve pesquisa sobre Arte Processual no Pós-minimalismo como bolsista de Iniciação Científica. Instagram Site pessoal Portfólio
- Política de reembolso e devoluções | Remanso
Página com as informações sobre as políticas de reembolso, trocas e devoluções. Política de Cancelamento e Reembolso Compras de cursos online têm um prazo legal de 7 dias corridos, a contar da data da compra, para solicitação de cancelamento com reembolso integral, conforme o Código de Defesa do Consumidor (Art. 49). Após esse prazo, não serão realizados reembolsos, mesmo em caso de desistência, falta de comparecimento ou solicitação feita antes da data do curso. Em caso de imprevistos, entre em contato conosco. Analisaremos possibilidades alternativas como remarcação ou transferência de vaga, a nosso critério. entrega-daa Política de entrega e data estimada dos produtos Entregamos os produtos por correio em até 30 dias úteis. As edições do Fluxo Remanso são entregues até o último dia útil do mês correspondente, se o assinante estiver em dia com os pagamentos. politica-troca Política de troca, devolução e reembolso Trocamos os produtos em até 10 dias corridos desde a entrega. Aceitamos devoluções 5 dias úteis após a entrega. Para cursos e outras atividades, não há possibilidade de reembolso. Formas de pagamento Aceitamos, como formas de pagamento: PIX, transferência bancária, cartões de crédito e de débito. outras-infos Prestação do serviço Os cursos vendidos através do site que ocorrerem presencialmente exigem que o aluno apresente o ingresso na hora de chegada à sala de aula. Os cursos que ocorrerem de forma híbrida ou presencial vão ter o seu link disponibilizado até 3 dias antes do início das aulas. Informações de contato Caso tenha dúvidas relacionadas a pagamentos e entrega dos produtos e serviços, contate-nos via e-mail para contato@remanso.org.br ou via Whatsapp: 5121123739.
- EXPOSIÇÃO A FORÇA INERCIAL DO HÁBITO | Remanso
A FORÇA INERCIAL DO HÁBITO FICHA TÉCNICA ARTISTAS Amanda Charão, Amanda Teixeira, Eduardo Montelli, Elida Tessler, Fernanda Fedrizzi, Giovana Gobbi, Hélio Fervenza, Helô Sanvoy, Leonardo Lopes, Letícia Bertagna, Luciane Bucksdricker, Manoela Cavalinho, Marcelo Koetz, Maria Ivone dos Santos, Mariana Rieira, Michel Au Hasard, Nazú Ramos, Nilton Dondé, Pamela Zorn, Rick Rodrigues, Vera Chaves Barcellos CURADORIA Guilherme Mautone PRODUÇÃO Guilherme Leon e Caroline Ferreira TEXTO CURATORIAL Abrir a casa numa interrogação. É este o preceito de Maria Gabriela Llansol em seu pequeno poema que, aqui, é sugerido enquanto ação mobilizadora de descontinuidades. Diante da força inercial do hábito – descrição de Michel de Certeau sobre o lento processo de inscrição que transforma toda vivência excepcional em hábito, generalizando tantas práticas da mesma ordem – é que a interrogação llansoliana se insurge, rompendo, potencialmente, as resistências que se opõem à mudança. Ainda que habitemos, como lembrou Barthes em Como viver junto , através de Klossowski e Nietzsche, o descontínuo; na casa, este território peculiar, é onde o corpo – seus gestos e suas idiossincrasias – repousa, trabalha, aguarda, encontra, envelhece, come, suja, limpa, fala, cria, vê e faz; mais todos os outros verbos que, juntos, numa equação sempre faltante, praticam no cotidiano da casa a lenta passagem das horas e dos dias. Abrir a casa numa interrogação poderá significar, assim, um discreto delírio: inquirí-la, questioná-la, dela duvidar, incomodar-se com ela, estranhá-la, opondo-se ao estereótipo da casa como o espaço da intimidade criativa ou ao edulcorado e enganador lugar comum da “home, sweet home”. Ainda que essas fantasmagorias disfarçadas sobre a casa nos habitem, desde Xenofonte, no século IV a.C., com seu famoso Oeconomicus , a casa foi registrada na tradição filosófica ocidental como teoricamente desinteressante. Ela é o espaço privado, o lugar da oikonomia , da administração do oikos (casa), como nos lembrou Agamben. Oikonomia , uma práxis, atividade prática sempre demandada diante de uma situação particular, como nos lembrou Aristóteles. Vêm daí, portanto, não apenas um desinteresse filosófico sobre a casa por ser o espaço privado, em oposição ao espaço público, mas também um desinteresse calcado em sua suposta vaziez epistemológica – o conhecimento se faz na ágora, no espaço público onde debatem os homens (ainda que o Banquete, de Platão, famoso diálogo sobre o amor, transcorra numa festa dentro de casa e protagonize na figura de Diótima de Mantinéia, uma mulher, a reafirmação da metafísica das formas e as particularidades da experiência sensível). Talvez por isso, justamente, é que a casa se ofereça desde aí aos muitos estereótipos que não a interrogam e que nos capturam, delineando contradições íntimas. Abrí-la é, portanto, colocar-se a pensá-la. É perguntar por ela, hoje, mas através da arte. Abrir a casa numa interrogação é descontinuá-la, mobilizando uma força maior que a inércia habitual associada a ela. Guilherme Mautone REALIZAÇÃO Remanso - Instituto Cultural APOIO Museu de Arte do Rio Grande do Sul | MACRS Café Musa Velutina Cabocla Cervejas Artesanais CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA Livre LISTA DE OBRAS AMANDA CHARÃO (Novo Hamburgo, RS, 1994). Memorabília , 2025. Carimbo com chaves antigas da casa da Rua Santo Antônio, 366, encontradas no imóvel. Dimensões varoáveis. Site specific / comissionamento institucional. AMANDA TEIXEIRA (Porto Alegre, RS, 1991). Casa de Papel , 2013 - 2025. Instalação. Dimensões variáveis. Acervo da artista. EDUARDO MONTELLI (Porto Alegre, RS, 1989). Minha mãe e suas ferramentas , 2014. Videoperformance. 2'40". Acervo do artista. ELIDA TESSLER (Porto Alegre, RS, 1961). Toda pessoa , 2002. 27 potes de vidro em prateleiras de vidro. 10 cm x 10 cm x 14,5 cm. Acervo da artista. FERNANDA FEDRIZZI (Porto Alegre, RS, 1987). FRESTA!, 2020. Publicação, impressão digital em papel sulfite 180g/m². 13 x 7,5 cm, 16 páginas, edição de 20 exemplares. Acervo da artista. GIOVANA GOBBI (Gramado, RS, 1989). Fui viajar e voltei , 2023. Acrílica, bastão a óleo, lápis de cor, grafite, aquarela e giz pastel sobre tela. 150 x 95 cm cm. Acervo da artista. HÉLIO FERVENZA (Sant'Ana do Livramento, RS, 1963). Rumores , 1996 - 2025. Recortes em papéis impressos (revistas) e alfinetes. Dimensão aproximada de cada elemento (5 elementos): 3 x 4 cm. Acervo do artista. HELÔ SANVOY (Goiânia, GO, 1985). Idade da meia-luz , 2020. Proposição. Dimensões variáveis. Acervo do artista. JORGGE MENNA BARRETO (Araçatuba, SP, 1970). Deusejo , 2011. Borracha vulcanizada. 110 x 150 cm. Acervo do Museu de Arte Contemporânea do RS (MACRS) / Aquisição por compra e doação AAMACRS / Prêmio de Artes Plásticas Marcantonio Vilaça 2010, Funarte. JORGGE MENNA BARRETO (Araçatuba, SP, 1970). Fomiliar , 2011. Borracha vulcanizada. 63 x 83 cm. Acervo do Museu de Arte Contemporânea do RS (MACRS) / Aquisição por compra e doação AAMACRS / Prêmio de Artes Plásticas Marcantonio Vilaça 2010, Funarte. JORGGE MENNA BARRETO (Araçatuba, SP, 1970). Suavisão , 2011. Borracha vulcanizada. 110,5 x 149 cm. Acervo do Museu de Arte Contemporânea do RS (MACRS) / Aquisição por compra e doação AAMACRS / Prêmio de Artes Plásticas Marcantonio Vilaça 2010, Funarte. LEONARDO LOPES (Porto Alegre, RS, 1997). Sem título , 2025. Desenho em matéria queimada sobre papel (carvão, cinzas e fuligem de resíduos domésticos). 60 x 45 cm. Acervo do artista. X 3. LETÍCIA BERTAGNA (Porto Alegre, RS, 1983). Fundo do fora (Potlatch) , 2015 - 2020. Fotografia. 4,06 x 2,82 m. Acervo da artista. LUCIANE BUCKSDRICKER (Porto Alegre, RS, 1977). A casa preta queimada , 2017 - 2025. Objeto. 36 x 38,5 x 23 cm (aproximadamente). Versão 2025 do trabalho de 2017 produzido especialmente para Remanso. Acervo da artista. MANOELA CAVALINHO (Porto Alegre, RS, 1981). Lustre candelabro , 2025. Instalação, site specific. 120 x 120 x 70 cm. Acervo da artista. MARCELO KOETZ (Porto Alegre, RS, 1997). Jogo da Memória, 2021 - 2022. Pastel oleoso e pastel seco sobre filtros de café. 20 x 15 cm (cada) / 60 x 45 cm (montagem com nove desenhos). Acervo do artista. MARIA IVONE DOS SANTOS (Vacaria, RS, 1958). Souffle (2ª edição) , 1993 - 2024. Fotografia de base analógica, digitalizada e impressa em papel Hahnemühle Photo Matt Fibre 200g. 25 x 131 cm (montadas em moldura de acrílico). Arquivo Maria Ivone dos Santos MARIA IVONE DOS SANTOS (Vacaria, RS, 1958). Maçã , 2002. Fotografia de base analógica montada em suporte de acrílico vermelho, 7,2 x 9,5 cm. Arquivo Maria Ivone dos Santos MARIANA RIERA (Porto Alegre, RS, 1982). A cama , 2020. Acrílica e óleo sobre tela, 220 x 145 cm. Acervo da artista. MICHEL AU HASARD (Dois Irmãos, RS, 1992). Era uma casa segura , 2025. Grafite e borracha sobre papel. Três desenhos em A3 (42 x 29,7 cm) / 45cm x 33cm na moldura. Acervo do artista. NAZÚ RAMOS (Sapucaia do Sul, RS, 1999). Exposição da vida íntima , 2023. Lambe. 21 x 261 cm. Acervo da artista. NILTON DONDÉ (Caxias do Sul, RS, 1997). Desengavetando memórias, 2021 - 2025. Site specific, apropriação de gavetas. Dimensões variáveis, cada gaveta: 13 x 45 x 41,5 cm. Acervo do artista. PAMELA ZORN (Três Coroas, RS, 1998). Álbum de família (série) , 2020. Lápis de cor sobre papel pólen e fotografias. 15 x 22 cm (desenhos); 10 x 15 cm (fotografias). Acervo da artista. RICK RODRIGUES (João Neiva, RS, 1988). Sem título (série A casa do passarinho ), 2025. Instalação. Dobraduras de papel. 5 x 5,5 x 5 cm (cada objeto) / e instalação de dimensões máximas. Comissionamento para exposição / distribuição gratuita. VERA CHAVES BARCELLOS (Porto Alegre, RS, 1938). Casasubu (Da série), 2006. Fotografia digital, impressão em papel fotográfico (cópia única). 51 x 6,3 x 3,5 cm (peça emoldurada). Acervo Guilherme Mautone. VÍDEOS PROGRAMA PÚBLICO 14.03.25 Aceita um copo d’água do Guaíba? | por Mariana Silva da Silva (Infraordinaries) | infração artística Ouça o que atravessa as paredes | por Gustiele Fistaról (Infraordinaries) | infração artística Entra, não repara a bagunça | por Lis Machado (Infraordinaries) | infração artística 21.03.25 Conversas sobre a casa | com Letícia Bertagna, Luciane Bucksdricker e Guilherme Mautone | roda de conversa e debates 22.03.25 Ensaios de Morar | por Laura Moreira | oficina 28.03.25 Habitar o hábito: sala de leituras | por Elida Tessler | ciclo de leituras 12.04.25 sempre ter as mãos ocupadas | por Amanda Teixeira | oficina 26.04.25 Reservatório de memórias | por Catarina Dias | oficina 10.05.25 Para uma boa escovação: movimentos circulares | por Tiago Gasperin | performance Vestígios do habitar: memórias impressas | por Amanda Charão | oficina CONVERSAS SOBRE A CASA | com Letícia Bertagna, Luciane Bucksdricker e Guilherme Mautone
- EXPOSIÇÃO ESTADO DE LIVUSIA | Remanso
ESTADO DE LIVUSIA FICHA TÉCNICA ARTISTA Virginia Di Lauro CURADORIA Gabriela Motta PRODUÇÃO Guilherme Mautone, Guilherme Leon & Bianca Lagasse TEXTO CURATORIAL E foram virando peixes, Virando conchas, Virando seixos, Virando areia, Prateada areia, Com lua cheia, E à beira-mar Chico Buarque, Mar e Lua , 1980. Interpretada por Cida Moreira. As cabeças e os olhos cerrados. As cavernas, as pedras e as entranhas do corpo. Galhos, folhas e raízes. Tripas, seios e líquidos. As imagens fotográficas laceradas e as figuras femininas. Tudo é corpo; ou melhor, corpa e, enquanto corpa, respira, sangra e produz calor. Diante das imagens concebidas por Virginia Di Lauro, o afã em nomear os signos, os traços ali presentes, vem acompanhado da ânsia em perceber a insuficiência do procedimento. Cada imagem se transforma em uma vertigem, um rastro de por onde a mente da artista vagueia na busca por formas, fusões, decomposições, atravessamentos, capazes de elaborar um sentido diante da ruína de nosso tempo. Vivemos a falência de projetos utópicos alicerçados em exploração de recursos humanos, naturais, espaciais e a urgência de imagens menos efêmeras para dar conta desses processos, imagens que nos proponham a invenção de mundos novos. Deter-se diante da imagem, extirpá-la, conhecer as linhas das figuras, multiplicar alquimicamente um sujeito, aumentar-lhe o pescoço, assomar matéria ao corpo da imagem, experimentar o gosto do ferro, lamber a chuva, pisar a terra com os pés descalços, repetir a própria face até estranhar-se, até revelar-se infinita. Esses procedimentos aparecem nas fotografias, objetos, vídeos, pinturas, produzidas por Virgínia para tecer histórias visuais nas quais figuras femininas protagonizam narrativas em ebulição. Viver na sua intensidade é tenso, ela parece nos dizer. Reconhecer-se parte e não aparte do mundo faz do mundo a própria carne. Cenas noturnas, florestas, cavernas, fossos, grutas, abismos, são as circunstâncias em que estas personagens se encontram, transformando-se, por vezes, elas mesmas em estruturas arquitetônicas. No caso dos trabalhos em fotografia, por exemplo, Virginia parte quase sempre de imagens de seu próprio corpo (autorretratos, poderíamos dizer?) para, através da manipulação das imagens e de interferências sobre o papel, sugerir a materialização da massa informe do delírio, dos sonhos, dos medos e desejos que nos constituem. Pesadelos ainda são sonhos, ambientes que nos habitam, desalinhando as costuras dos dias em outras tramas. Nesse processo de construção de mundos, os títulos das obras participam da elaboração de sentidos dos trabalhos, reverberando em texto a atmosfera das imagens. “Olhando o céu ruir, atravessando o medo”; “Escuta, algo cresce na atmosfera estranha dos tempos”; “Também no caos, escutava, gestava, crescia”; “Viver era uma ferida aberta” são alguns desses nomes misteriosamente literários que abraçam as imagens. Em uma dessas fotografias, “Sob o céu de maio”, três figuras femininas sentadas em círculo, parecem sustentar com as cabeças a parte superior da imagem. Uma espécie de coluna vertebral externa estrutura cada figura, como raízes a crescer para fora da terra. Fios delicados conectam olhos e bocas dessa(s) mulher(es), cujos braços repousam ora no colo, ora ao lado do corpo. O repouso não é relaxamento, mas constância na missão de suspender o céu. Reminiscências da enchente encharcam a lembrança dessa vivência, mas – como diria Manoel de Barros – chovendo no futuro. A Livusia que dá nome à exposição é daquelas palavras insubstituíveis. Confusão? Perigo? Agitação? Bagunça? Fantasma? Tudo junto? – não há sinônimo suficiente, pois só ela mesma abraça seus sentidos, inclusive pelo som que produz, pelo assovio que habita o encontro de suas letras finais, pela lisura da palavra que corre na boca feito cobra no sertão. Virginia Di Lauro incorpora em sua poética a livusia da existência, nos oferecendo em imagens um possível porvir alucinadamente individual e utopicamente coletivo. Gabriela K. Motta Pesquisadora, crítica e curadora em artes visuais Professora adjunta na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Departamento de Artes Visuais (UFRGS/DAV) REALIZAÇÃO Remanso - Instituto Cultural APOIO Café Musa Velutina Cabocla Cervejas Artesanais CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA Livre Estado de Livusia Estado de Livusia Estado de Livusia 1/47 TEXTO DA ARTISTA Sou de Barra do Choça, interior da Bahia. De uma região conhecida como sertão da ressaca. Essa é a terra que brotou meu corpo de vida. Cresci escutando estórias de mistérios, assombrações, encantarias, sempre ao redor de muitas mulheres. Uma delas, Dona Clara, com mais de cem anos, contava-me do tempo dentro de uma bacia d'água. Tudo isso – e mais um tanto – inscreveu-se em mim, desde a infância. Construía-se em mim, assim, meu imaginário; e, acredito, que também o de muitos tantos daquela nossa cidade e região. Primeiro a escuta, a presença, a curiosidade e a imaginação brotando a infância. Depois, veio a palavra nos livros das bibliotecas de escola, a poesia apresentada por minha mãe, os desenhos nos versos das impressões de provas escolares. De minha vó, veio a relação com as linhas e os nós, as manualidades, o plantar na terra, as brincadeiras que fazíamos com as sombras das mãos sobre a parede sempre que ficávamos sem energia. Daí veio também a costura, o hábito de contar os sonhos dormidos pela manhã, seus ensinamentos de olhar o céu, a natureza, caminhar sobre pedras escorregadias. E, talvez o mais importante: o pisar devagar. Das mulheres aprendi a estar viva. E a construir caminhos. Mas não só; embora tudo que com elas aprendi não caberia numa estrofe. Meu trabalho artístico é atravessado, afetado, por todo esse antes que me acompanha presente até hoje, onde a realidade se entrecruza na ficção. Através do onírico, da imaginação, dos acontecimentos e afecções cotidianas, do espantoso da natureza e das nossas emoções humanas. A partir daí, teço possíveis de criação e encantaria. Em meu trabalho, emprego, sobretudo, o corpo e o feminino, que variam entre suporte e temática. Embora sempre como fonte geradora de outros corpos, atmosferas, livusias, mutações e modificações. Por estes caminhos, questiono ao meu modo as normas estabelecidas sobre o corpo e sobre nossas relações com a vida na contemporaneidade, assolada pelo capitalismo e pelos moralismos patriarcais que distorcem nossos sentidos, descolando-nos e distanciando-nos das múltiplas possibilidades de tecer o bem-viver e de sonhar outras imagens que nos permitam atravessar os desastres iminentes. Nas minhas imagens – seja por meio da pintura, do desenho, da fotografia ou do vídeo – tateio atmosferas onde o corpo, sobretudo da mulher, pode apenas ser e estar. Seja entre ou seja fundida aos elementos da natureza; ou aos que sugerem tais elementos, ou numa situação caótica, erótica, estranha, inquietante, assombrosa. Ou, então, solitária, de descanso, onde o corpo flutua. Mas também num fundo longe e escuro: vazio. O corpo, em minhas imagens, pode atravessar o terror, a violência, o desastre, mas também dançar no caos, relacionando-se com o estranho que é ser o que ele é, um corpo, entre a vida e a morte, modificando-se, podendo ser muito, sem receios. Meu processo artístico se dá no encontro de possibilidades que a matéria, o corpo, o espaço físico e o digital me apresentam. Meu trabalho é, em todos os sentidos, insubmisso e insurgente. Cruzo diferentes linguagens, técnicas e processos artísticos como um caminho de experimentação e de liberdade, de composições e de possibilidades. Nele, invoco interferências fotográficas, digitais e manuais nas imagens; trabalho com a pintura, a performance, o vídeo, a palavra e a construção do que chamo de objetos-coisas-máscaras. As interferências fotográficas acontecem no depois do ato fotográfico ou do registro da performance, da cena. É todo antes que me guia quando a imagem está impressa. A fotografia em meu processo é um ponto de encontro dos outros meios que utilizo. Ela, para mim, afeta e é afetada pelos objetos-coisas-máscaras, pela pintura e pelo desenho, pelo vídeo, pela palavra e vice-versa. Todos estes processos e práticas artísticas vão construindo tessituras que se atravessam, seja no corpo da matéria, no ato, ou subjetivamente, movendo a poética de minha pesquisa e produção. Virginia Di Lauro LISTA DE OBRAS Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). rasurada - nem tudo em nenhum lugar - sonho n°6 - matéria coisa - atmosfera repartida , 2024. Série escuta, algo cresce na atmosfera estranha dos tempos . Quadríptico. Acrílica, pastel oleoso e ranhura sobre impressão fotográfica. 10 x 15 cm (cada). Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). sonho n°5 , 2024. Acrílica e ranhura sobre impressão fotográfica. 10 x 15 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). sonho n°7 - labiríntica , 2024. Acrílica e ranhura sobre impressão fotográfica. 15 x 10 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). Tornada , 2024. Acrílica e ranhura sobre impressão fotográfica. 15 x 10 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). sonho n°2, cabeça , 2024. Acrílica e ranhura sobre impressão fotográfica. 15 x 10 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). sonho n°, 2024 . Acrílica e ranhura sobre impressão fotográfica. 15 x 10 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). sonho n°10 , 2024. Acrílica e ranhura sobre impressão fotográfica. 10 x 15 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). o movimento causava abertura , 2024. Acrílica e ranhura sobre impressão fotográfica. 15 x 20 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). sonho n°4 sob o refugo sonhando águas , 2024. Acrílica e plástico sobre impressão fotográfica. 10 x 15 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). também no caos, escutava, gestava, crescia , 2024. Tríptico. Acrílica e ranhura sobre impressão fotográfica. 10 x 15 cm (cada). Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). passagens , 2024. Acrílica e ranhura sobre impressão fotográfica. 31 x 40 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). matéria flutuante , 2024. Acrílica, ranhura e plástico sobre impressão fotográfica. 31 x 40 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). viver era uma ferida aberta , 2024. Ranhura, acrílica, plástico, silicone e terra sobre impressão fotográfica. 34 x 40 x 1,04 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). era feita de muitas camadas, algo brilhava na noite de seus olhos , 2024. Ranhura e acrílica sobre impressão fotográfica. 31 x 42 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). escutar no chão o ritmo do corpo , 2024. Acrílica e ranhura sobre impressão fotográfica. 31 x 45 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). inadequadas montada na noite , 2024. Acrílica e ranhura sobre impressão fotográfica. 24 x 31 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). sob o céu de maio , 2024. Acrílica, ranhura e plástico sobre impressão fotográfica. 30,05 x 49 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). olhando o céu ruir, atravessando o medo , 2024. Acrílica, ranhura e plástico sobre impressão fotográfica. 31 x 31 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). n°3, terráqueas 2100 , 2024. Ranhura e acrílica sobre impressão fotográfica com manipulação digital anterior, e papel kraft. 29 x 21 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). n°4, segurando o chão em dimensões contrárias I , 2024. Ranhura, silicone e acrílica sobre impressão fotográfica com manipulação digital anterior, e papel kraft. 29 x 21 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). Objeto não identificado, flutua na noite alada , 2024. Ranhura, acrílica e plástico sobre impressão fotográfica com manipulação digital anterior. 34 x 15 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). Na boca do monte, plantava seu corpo numa coreografia aparentemente inerte – n°1 : Terreno sujeito a inundação , 2024. Ranhura, acrílica e plástico sobre impressão fotográfica com manipulação digital anterior. 22 x 58 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). no ninho das palavras, paria raízes n°2: Invólucro solar , 2024. Ranhura e acrílica sobre impressão fotográfica com manipulação digital anterior, e papel kraft. 29 x 21 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). no ninho das palavras, paria raízes - n°1: Invólucro lunar , 2024. Ranhura e acrílica sobre impressão fotográfica com manipulação digital anterior, e papel kraft. 29 x 21 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). reminiscência da atmosfera noturna da terra em 2021 | n°2 - noturnas coreografavam o silêncio devagar , 2024. Acrílica e ranhura sobre impressão fotográfica de película corroída por atrito e água, com manipulação digital anterior. 20 x 21 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). reminiscência da atmosfera noturna da terra em 2021 | n°5 - tecendo o chão , 2024. Acrílica, silicone e ranhura sobre impressão fotográfica de película corroída por atrito e água, com manipulação digital anterior. 20 x 21 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). flutuantes não identificados , 2024. Acrílica e ranhura sobre impressão fotográfica, com manipulação digital anterior. 21 x 30 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). dimensões contrárias , 2024. Acrílica e ranhura sobre impressão fotográfica. 21 x 30 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). dessas coisas que nos escapam e se espalham mas não têm nome , 2024. Acrílica e ranhura sobre impressão fotográfica. 21 x 30 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). um bicho sem nome , 2024. Acrílica e ranhura sobre impressão fotográfica. 21 x 30 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). entressonho , 2024. Acrílica e ranhura sobre impressão fotográfica, com manipulação digital anterior. 21 x 30 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). reminiscência , 2024. Acrílica sobre papel. 30 x 42 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). tecitura / Realinhando a vida , 2024. Acrílica sobre papel. 30 x 42 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). parecia que chocava um ovo no coração , 2024. Acrílica e grafite sobre papel. 42 x 30 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). nem tudo , 2024. Acrílica e grafite sobre papel. 42 x 30 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). fundidas / Corpo canal de passar , 2024. Acrílica e grafite sobre papel. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). flutuante , 2024. Acrílica sobre papel. 42 x 30 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). retroalimentando as emoções , 2024. Acrílica e grafite sobre papel. 30 x 42 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). escutar com os olhos , 2024. Acrílica sobre papel. 42 x 30 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). Atravessando o terror através dos sonhos - uma guardando o sonho da outra no chocalho , 2024. Acrílica sobre papel paraná. 97 x 66 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). Atravessando o terror através dos sonhos , 2024. Acrílica sobre papel paraná. 40,05 x 51 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). Atravessando o terror através dos sonhos - descansando num lugar seguro , 2024. Acrílica sobre papel paraná. 31,05 x 60 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). Atravessando o terror através dos sonhos , 2024. Acrílica sobre papel paraná. 38 x 47,05 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). Atravessando o terror através dos sonhos - seu chocalho aponta , 2024. Acrílica sobre papel paraná. 45 x 39 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). sonhando suas mãos sobre a terra , 2024. Acrílica, papel machê e talco industrial sobre tela. 95,03 x 89 x 9,03 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). Estilhaço , 2024. Acrílica, espelho, vidro e moldura. 44,05 x 35 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). Caderno da desorganização – guardador de entressonhos e outros riscos , 2024–2025. Técnica mista. 34 x 26 cm (aproximadamente). Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). Começava assim: sonhava um rio em mim (...) , 2024–2025. 35 máscaras de papel machê, talco industrial e acrílica sobre veludo. 5,39 x 1,55 x 13 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). Adormecida em seu peito de gruta , 2024–2025. Objeto de papel machê, sacola, guardanapo, talco industrial, acrílica. 42 x 44 x 23 cm. Acervo da artista.



