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  • Formulário de colaboração | Remanso

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  • CONTRIBUA | Remanso

    Você se identifica com os nossos princípios e quer contribuir com a ampliação do acesso à cultura e à arte? Então conheça nossos modos de contribuição. Contribuindo financeiramente com a Remanso, você garante a manutenção e a ampliação do nosso projeto cultural, que consiste principalmente na concessão gratuita de ateliês para artistas e o oferecimento de um bolsas. Além disso, a sua contribuição nos ajuda a ampliar o número de mediações com escolas e de atividades de arte-educação. Para fazer uma doação espontânea para a Remanso, nossa chave PIX é: contato@remanso.org.br Depois, nos envie o comprovante de transferência para o mesmo e-mail do PIX. Dados para transferência bancária são os seguintes: Agência 0049 Conta 60549460-4 CNPJ 50.317.599/0001-60 Remanso - Instituto Cultural > Inscreva-se no programa de vantagens da Remanso, contribuindo com um valor para a manutenção da instituição e recebendo benefícios: 15% de desconto em cursos, ateliês, seminários 10% de desconto no café Convites exclusivos para as exposições Visita mediada exclusiva de pré abertura das exposições 10% de desconto na loja Acesso a itens exclusivos da loja > Fluxo Remanso é uma assinatura mensal que oferece aos assinantes o enigmático, o inquietante através de discretas coleções com elementos de caráter banal, mas surpreendente. Com este projeto, queremos por as coisas em fluxo, gerar complexidades, sustentar perguntas e redemoinhos. Mais informações no futuro. Amigo da Remanso R$ 100 100R$ Todo mês Selecionar Nos ajude a ampliar o acesso à arte Ganhe 15% de desconto em nossos cursos Fluxo Remanso - Pré Lançamento R$ 100 100R$ Todo mês Selecionar Nos ajude a ampliar o acesso à arte Receba uma ecobag ao se inscrever Ganhe 15% de desconto em nossos cursos Entrega mensal dos objetos da assinatura Loja da Remanso Nos ajude a ampliar nossa missão adquirindo itens de nossa loja. Todo valor arrecadado com a nossa loja é utilizado em projetos sociais no campo das artes! Visualização rápida Tote bag da Remanso Preço R$ 40,00 Visualização rápida Botton da Remanso Preço R$ 15,00

  • Leandro Machado | Remanso

    Leandro Machado 2025 Programa de Residência Artística De Xangô e de Obá. Bacharelado em pintura UFRGS/POA/RS. Especialização em saúde mental ESP/POA/RS. Recentemente participou da mostra "Leandro Machado: hospícios e balneários [é preciso uma aldeia inteira para educar uma criança]" no Museu de Arte do Rio Grande do Sul em 2025 e participa da Residência Artística do Programa Pública - Produção e Circulação de Arte Contemporânea organizado pela Remanso desde junho de 2025. Premiações: Prêmio AEERGS 2025 - categoria Destaque em ações de difusão. AEERGS, POA/RS/BR; VII Prêmio Açorianos de Artes Plásticas - categoria Destaque ações de difusão e inovação. SMC de Porto Alegre, POA/RS/BR. Possui trabalhos nas seguintes coleções: Adriana Varejão; MACRS; MAR; MARGS; Paulo Sartori. Texto (entrega final do PPAC) Instagram Site pessoal Portfólio

  • Remanso

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  • Topografia dos Encontros | Remanso

    Topografia dos Encontros CURADORIA Anelise De Carl INÍCIO 1 de agosto de 2025 FIM 27 de setembro de 2025 Entre os gestos vivazes de um artista vibrante como zarro, há um gesto de cuidado. Seus trabalhos cuidam das imagens que insistem, dos fragmentos que sobrevivem, do passado que não passou bem. Em sua primeira exposição individual, apresenta-se um conjunto de obras desenvolvidas ao longo do último ano, em parte durante sua residência no Programa de Concessão de Ateliê do Remanso - Instituto Cultural e, posteriormente, em continuidade nos espaços da Associação de Pesquisas e Práticas em Humanidades (APPH). Recentemente agraciada com o Prêmio de Aquisição do Salão de Artes Visuais da Câmara Municipal de Porto Alegre, zarro tem cultivado sua poética através da articulação de diferentes linguagens – pintura, colagem e coleta –, propondo formas de percepção e reelaboração de memórias históricas, traumas políticos e práticas de convivência. Em Topografia dos encontros, os trabalhos elaboram composições do comum. A mostra se organiza em três núcleos, cada um tocando aquilo que, embora pareça distante, ainda pulsa: imagens que voltam, espaços que abrem, corpos que reaparecem. O primeiro núcleo parte de uma pesquisa em arquivos: fotografias de imprensa do período ditatorial brasileiro; e o inesperado arquivo de vestígios encontrado pela artista na orla do Guaíba, em Porto Alegre, documentando os resquícios das antigas habitações ribeirinhas, quer sejam de uma margem ou outra do rio. zarro reapresenta essas imagens como quem quer reaprender a vê-las: por meio do recorte, da montagem, da pintura e da colagem, desestabilizando as narrativas oficiais e revelando o que ficou fora de quadro, assim dando corpo ao que o enquadramento original quis apagar. Adentrando no segundo núcleo, encontramos telas da série Ebó de bar, onde a artista recria um espaço democrático de elaboração coletiva. Tomando o bar como lugar de reencontro popular, onde se compartilha dor e alegria, zarro nos oferece cenas que carregam uma trilha sonora própria e estão povoadas de promessas: cadeiras e camadas potenciais de pessoas em campos de cor vibrantes, à espera de alguém ou de algo – um corpo, uma conversa, um gesto de cura. O bar, aqui, é rito e abrigo. É oferenda cotidiana e lugar possível de reparação. No terceiro e último núcleo, a série Multidões apresenta os trabalhos mais recentes da artista, onde imagens quase abstratas dão corpo a grupos de pessoas reunidas em cenas de festas, celebrações e manifestações. Pintar a multidão é uma afirmação da potência do estar junto: da vibração dos corpos e da força do coletivo. As obras capturam não só a forma, mas a energia do calor dos encontros – aquilo que escapa à imagem e, ainda assim, permanece nela. Entre reapropriações, rituais e comunhões, a exposição constroi um caminho que é também um retorno – não ao passado em busca de nostalgia, mas a ele como matéria viva que pode, pela arte, ganhar outras formas, outros nomes, outros futuros. Anelise De Carli ARTISTAS zarro

  • Virgínia Di Lauro | Remanso

    Virgínia Di Lauro 2024 Programa de Concessão de Ateliê, Programa de Residência Artística Virgínia Di Lauro (1989, Barra do Choça, BA) é artista visual, graduanda em Artes Visuais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e reside em Porto Alegre (RS) desde 2012. Em sua obra, cruzoa diferentes linguagens e técnicas como caminho de experimentações, composições e possibilidades, como interferências fotográficas, digitais e manuais, pintura, performance, vídeo e a feitura de objetos-coisas-máscaras. Desdobra seu trabalho entrecruzando realidade-ficção, através do onírico, da imaginação, dos acontecimentos e afecções cotidianas, natureza e emoções humanas. A partir daí, tece fios condutores possíveis de criação e encantaria, utilizando sobretudo o corpo e o feminino, variando entre suporte e temática como fonte geradora de outros corpos, atmosferas, livusias, mutações e modificações. Caminha por onde questiona as normas estabelecidas sobre o corpo e nossas relações com a vida na contemporaneidade assolada pelo capitalismo e moralismos patriarcais que distorcem nossos sentidos, nos descolando e distanciando das múltiplas possibilidades de tecer bem-viver e sonhar outras imagens capazes de atravessar os desastres iminentes de outras maneiras. Texto (entrega final do PPAC) Instagram Site pessoal Portfólio

  • EXPOSIÇÃO ANOTAÇÕES À MARGEM | Remanso

    ANOTAÇÕES À MARGEM FICHA TÉCNICA CURADORIA Caroline Ferreira & Sátira Machado ARTISTAS Américo, Cristina Rosa, Crystom Afronário, Estêvão da Fontoura, Maria Lídia Magliani, Oliveira Silveira, Pâmela Zorn, Thiago Madruga, Wagner Mello. APRESENTAÇÃO À margem repousa o remanso, onde as areias acolhem os rabiscos das águas. E a curva de remanso lembra o caminho percorrido pelas introvisões de Oliveira Silveira, transmutadas em anotações poéticas. São notas cansadas de remar contra a correnteza. Mas conscientes – pela “adaga” e pela “degola” – da existência de fissuras criadoras e capazes de direcionar para enseadas de vida de muitas oliveiras. Em algum Dia da Consciência Negra as almas das notas serão livres ao encontrar um remanso seguro. Aportadas em águas vívidas, as anotações encontrarão infinitas margens. OXALÁ, que aconteça! Em oferenda, a Remanso – Instituto Cultural, o Instituto Oliveira Silveira e demais parcerias presenteiam o público com a exposição Anotações à Margem, que dá título a um dos livros de poesia de Oliveira Ferreira da Silveira (1941-2009) escritos ao longo de quase três décadas (1967-1994). O diálogo imagético com o poeta da consciência negra envolve os artistas Américo Souza, Cristina Rosa, Crystom Afronário, Estêvão da Fontoura, Maria Lídia Magliani, Pâmela Zorn, Thiago Madruga e Wagner Mello. Seguindo os passos de Oliveira da Silveira, reverenciamos o Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra. De forma original e inédita, pela primeira vez o 20 de novembro foi evocado pelo Grupo Palmares de Porto Alegre, em 1971. Especialmente em 2024, a data passa a ser feriado em todo Brasil através da Lei Federal 14.759/2023, em um reconhecimento do legado das populações e culturas afrodiaspóricas presentes no país. Texto de Sátira Machado & Caroline Ferreira PERÍODO DE EXPOSIÇÃO 01.11.2024 - 22.02.2025 REALIZAÇÃO Remanso - Instituto Cultural APOIO Instituto Oliveira Silveira Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS Centro de Memória da Educação da Faculdade de Educação da UFRGS Universidade Federal do Pampa - Unipampa Grupo de pesquisa Cria Negra CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA Classificação indicativa Livre LISTA DE OBRAS AMÉRICO SOUZA (Porto Alegre, RS, 1935) Troféu Zumbi, 1999. Cedro, 36 x 19 x 8 cm. Acervo Instituto Oliveira Silveira. CRISTINA ROSA (Porto Alegre, RS, 1993) Cotidiano, 2017. Vídeo, 3 min 42 seg. Acervo da artista. CRISTINA ROSA (Porto Alegre, RS, 1993). As excluídas da copa - mulheres na luta por direitos, 2014. Vídeo, 10 min e 24 seg. Acervo da artista. CRYSTOM AFRONARIO (Morro da Cruz, Porto Alegre, RS, 2000). Série Tem Preto no Sul, 2023: Irmandade, 2023. Fotografia, 60 x 90 cm; Antonya Brilha, 2024. Fotografia, 90 x 60 cm; Thifani Cuida, 2024. Fotografia, 60 x 90 cm. Acervo do artista. ESTÊVÃO DA FONTOURA (Porto Alegre, RS, 1977). Oferta - Quadro Negro 2, 2024. Giz líquido branco quadro negro em cavalete, 99 x 60 x 50 cm. Acervo do artista. ESTÊVÃO DA FONTOURA (Porto Alegre, RS, 1977). Registro do trabalho Quadro Negro (2014), 2015. Fotografia, 29 x 19 cm. Acervo do artista. Foto de Giuliano Lucas. MARIA LÍDIA MAGLIANI (Pelotas, RS, 1946 – Rio de Janeiro, RJ, 2012). Sem título, s.d.. Matriz de xilogravura, 24 x 10 x 2,5 cm. Acervo do Instituto Oliveira Silveira. PAMELA ZORN (Três Coroas, RS, 1998). O que parece óbvio para alguns não é para mim, 2024. Acrílica sobre tela, 70 x 70 cm. Acervo da artista. THIAGO MADRUGA (Rio Grande, RS, 1989). Lanceiros Negros, 2015. Lambe lambe, 185 x 55 cm. Acervo do artista. THIAGO MADRUGA (Rio Grande, RS, 1989). Afrogauchismo em cartaz, 2024. Vídeo, 2 min e 59 seg. Acervo do artista. WAGNER MELLO (Porto Alegre, RS, 1980). Série Afluentes: André - Rio, 2024. Impressão digital em tecido, 90 x 67 cm; Olimar - Mar, 2024. Impressão digital em tecido, 90 x 67 cm; Paulo - Oceano, 2024. Impressão digital em tecido, 90 x 67 cm. Acervo do Artista. ENTREVISTA DAS CURADORAS NO PROGARMA MOSAICO RS PROGRAMA PÚBLICO Ao longo da duração da mostra, foram realizadas duas atividades de ativação expositiva, gratuitas para o público. > 08 de fevereiro de 2025 | Escritas d'água , com Wagner Mello > 22 de fevereiro de 2025 | Dez anos de quadro negro , com Estêvão da Fontoura

  • salas | Remanso

    Salas disponíveis para alguel no Remanso Instituto Cultural Precisa de um espaço para realizar a sua atividade? Alguns de nossos espaços estão disponíveis para aluguel. A contribuição pelo uso das nossas salas ajuda na manutenção dos nossos espaços físicos, abertos ao público, bem como apoia o trabalho de artistas vivas, vives, vivos. Para mais informações entre em vontato via e-mail: contato@remanso.org.br Informe no seu contato: Tipo de atividade (breve súmula) Número de pessoas Data e horário Sala tuco-tuco Localizada no 3º pavimento da Remanso Sala de 21m², em formato quadrado, com porta de acesso com tranca Sacada Aparador de apoio, 25 cadeiras estofadas, 1 poltrona, cortinas Sistema de projeção e sonorização Iluminação geral, 1 abajur e tomadas Ar condicionado Piso de tacos de madeira Forro de gesso Sala quero-quero Localizada no 3º pavimento da Remanso Sala de 15m², em formato retangular, com porta de acesso com tranca. 2 aparadores grandes que se transformam em mesa de trabalho coletiva, 15 cadeiras estofadas, 1 poltrona, cortinas Iluminação geral, 1 abajur e tomadas Ar condicionado Piso de tacos de madeira Forro de gesso Auditório Localizado no 2º pavimento da Remanso Uma sala de 38m², em formato retangular, com portas de acesso e trancas Acesso pelo Espaço Expositivo ou pelo Jardim (subida da rampa) Aparador de apoio, 35 cadeiras estofadas, duas poltronas e sistema de cortinas ao redor da sala Sistema de iluminação, sonorização, tomadas Ar condicionado Piso vinílico Copa coletiva A Remanso conta com uma copa coletiva no 3º andar. Nela você encontrará utensílios de uso comum e alguns insumos Conforme usar, procure manter o espaço limpo e organizado Ao utilizar o frigobar para alocar alimentos, procure identificá-los Evite desperdiçar água, sobretudo neste momento Jardim Espaço vasto para atividades diversas, conta com canteiros e pavimentos em concreto pigmentado Sistema de iluminação Acesso para a rua / externo à Remanso Biblioteca / Sala de leitura Localizada no 3º pavimento da Remanso Sala de 7m², em formato quadrado, sem porta de acesso e livre para a circulação (corredor) do pavimento Mesa central, em formato redondo, com 4 - 5 cadeiras estofadas, 1 estante de livros grande, 1 cortina Piso de porcelanato cimentício Sistema de iluminação e forro de gesso Tomadas Ar condicionado Orientações de uso e convivência A Remanso preza por ser um espaço para encontros e trocas. Por isso, é essencial que colaboremos juntes para a manutenção de um espaço de solidariedade, colaboração e respeito. Os espaços devem ser mantidos limpos e organizados, pois as salas são compartilhadas e poderão ser utilizadas por outras pessoas depois de você. Procure utilizar os espaços de modo consciente, cuidando com o barulho, a manutenção e organização do espaço, respeitando os demais ocupantes. A Remanso fica numa área sobretudo residencial, razão pela qual é importante que atentemos ao excesso de barulho. Se você tiver dúvidas sobre o uso dos espaços, procure a Direção da Remanso! Estaremos sempre disponíveis para ajudar com tudo que estiver ao nosso alcance. Plantas baixas Segundo pavimento Terceiro pavimento

  • Anotações à margem | Remanso

    Anotações à margem CURADORIA Sátira Machado e Caroline Ferreira INÍCIO 1 de novembro de 2024 FIM 22 de fevereiro de 2025 À margem repousa o remanso, onde as areias acolhem os rabiscos das águas. E a curva de remanso lembra o caminho percorrido pelas introvisões de Oliveira Silveira, transmutadas em anotações poéticas. São notas cansadas de remar contra a correnteza. Mas conscientes – pela “adaga” e pela “degola” – da existência de fissuras criadoras e capazes de direcionar para enseadas de vida de muitas oliveiras. Em algum Dia da Consciência Negra as almas das notas serão livres ao encontrar um remanso seguro. Aportadas em águas vívidas, as anotações encontrarão infinitas margens. OXALÁ, que aconteça! Em oferenda, a Remanso – Instituto Cultural, o Instituto Oliveira Silveira e demais parcerias presenteiam o público com a exposição Anotações à Margem, que dá título a um dos livros de poesia de Oliveira Ferreira da Silveira (1941-2009) escritos ao longo de quase três décadas (1967-1994). O diálogo imagético com o poeta da consciência negra envolve os artistas Américo Souza, Cristina Rosa, Crystom Afronário, Estêvão da Fontoura, Maria Lídia Magliani, Pâmela Zorn, Thiago Madruga e Wagner Mello. Seguindo os passos de Oliveira da Silveira, reverenciamos o Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra. De forma original e inédita, pela primeira vez o 20 de novembro foi evocado pelo Grupo Palmares de Porto Alegre, em 1971. Especialmente em 2024, a data passa a ser feriado em todo Brasil através da Lei Federal 14.759/2023, em um reconhecimento do legado das populações e culturas afrodiaspóricas presentes no país. Sátira Machado & Caroline Ferreira ARTISTAS Américo, Cristina Rosa, Crystom Afronário, Estêvão da Fontoura, Maria Lídia Magliani, Oliveira Silveira, Pâmela Zorn, Thiago Madruga, Wagner Mello.

  • AMIGOS DA REMANSO | Remanso

    Ajude a Remanso a ampliar o acesso a arte para artistas. Contribua para a realização de exposições de artes visuais. AMIGOS DA REMANSO Juntos, podemos ampliar mais o acesso a arte, sob a perspectiva otimista da redução das desigualdades. COM O SEU APOIO, REALIZAMOS: > A concessão gratuita de um ateliê compartilhado para artistas; > O oferecimento de bolsa e de vale transporte para artistas; > Um auxílio para a compra de materiais artísticos; > Exposições de artes visuais gratuitas, trabalhando com e remunerando artistas vives; > Oportunidade para pesquisadora/es realizarem um projeto de 8 meses, recebendo uma bolsa e espaço de trabalho; > Oficinas gratuitas, abertas ao público; > Acolhimento de outras iniciativas, como bancas, encontros, reuniões, ensaios, etc. Programa de Concessão de Ateliê Saiba mais APOIE NOSSO TRABLHO SEJA AMIGO DA REMANSO > Nos ajude a ampliar o acesso à arte > Receba uma ecobag ao se inscrever > Ganhe 15% de desconto em nossos cursos Seja um parceiro da Remanso, contribuindo significativamente com a manutenção das nossas atividades clicando AQUI Amigo da Remanso R$ 100 R$ 100 Todo mês Contribua com a manutenção de nossas atividades. Válido até ser cancelado Selecionar Nos ajude a ampliar o acesso à arte Ganhe 15% de desconto em nossos cursos

  • EXPOSIÇÃO ESTADO DE LIVUSIA | Remanso

    ESTADO DE LIVUSIA FICHA TÉCNICA ARTISTA Virginia Di Lauro CURADORIA Gabriela Motta PRODUÇÃO Guilherme Mautone, Guilherme Leon & Bianca Lagasse TEXTO CURATORIAL E foram virando peixes, Virando conchas, Virando seixos, Virando areia, Prateada areia, Com lua cheia, E à beira-mar Chico Buarque, Mar e Lua , 1980. Interpretada por Cida Moreira. As cabeças e os olhos cerrados. As cavernas, as pedras e as entranhas do corpo. Galhos, folhas e raízes. Tripas, seios e líquidos. As imagens fotográficas laceradas e as figuras femininas. Tudo é corpo; ou melhor, corpa e, enquanto corpa, respira, sangra e produz calor. Diante das imagens concebidas por Virginia Di Lauro, o afã em nomear os signos, os traços ali presentes, vem acompanhado da ânsia em perceber a insuficiência do procedimento. Cada imagem se transforma em uma vertigem, um rastro de por onde a mente da artista vagueia na busca por formas, fusões, decomposições, atravessamentos, capazes de elaborar um sentido diante da ruína de nosso tempo. Vivemos a falência de projetos utópicos alicerçados em exploração de recursos humanos, naturais, espaciais e a urgência de imagens menos efêmeras para dar conta desses processos, imagens que nos proponham a invenção de mundos novos. Deter-se diante da imagem, extirpá-la, conhecer as linhas das figuras, multiplicar alquimicamente um sujeito, aumentar-lhe o pescoço, assomar matéria ao corpo da imagem, experimentar o gosto do ferro, lamber a chuva, pisar a terra com os pés descalços, repetir a própria face até estranhar-se, até revelar-se infinita. Esses procedimentos aparecem nas fotografias, objetos, vídeos, pinturas, produzidas por Virgínia para tecer histórias visuais nas quais figuras femininas protagonizam narrativas em ebulição. Viver na sua intensidade é tenso, ela parece nos dizer. Reconhecer-se parte e não aparte do mundo faz do mundo a própria carne. Cenas noturnas, florestas, cavernas, fossos, grutas, abismos, são as circunstâncias em que estas personagens se encontram, transformando-se, por vezes, elas mesmas em estruturas arquitetônicas. No caso dos trabalhos em fotografia, por exemplo, Virginia parte quase sempre de imagens de seu próprio corpo (autorretratos, poderíamos dizer?) para, através da manipulação das imagens e de interferências sobre o papel, sugerir a materialização da massa informe do delírio, dos sonhos, dos medos e desejos que nos constituem. Pesadelos ainda são sonhos, ambientes que nos habitam, desalinhando as costuras dos dias em outras tramas. Nesse processo de construção de mundos, os títulos das obras participam da elaboração de sentidos dos trabalhos, reverberando em texto a atmosfera das imagens. “Olhando o céu ruir, atravessando o medo”; “Escuta, algo cresce na atmosfera estranha dos tempos”; “Também no caos, escutava, gestava, crescia”; “Viver era uma ferida aberta” são alguns desses nomes misteriosamente literários que abraçam as imagens. Em uma dessas fotografias, “Sob o céu de maio”, três figuras femininas sentadas em círculo, parecem sustentar com as cabeças a parte superior da imagem. Uma espécie de coluna vertebral externa estrutura cada figura, como raízes a crescer para fora da terra. Fios delicados conectam olhos e bocas dessa(s) mulher(es), cujos braços repousam ora no colo, ora ao lado do corpo. O repouso não é relaxamento, mas constância na missão de suspender o céu. Reminiscências da enchente encharcam a lembrança dessa vivência, mas – como diria Manoel de Barros – chovendo no futuro. A Livusia que dá nome à exposição é daquelas palavras insubstituíveis. Confusão? Perigo? Agitação? Bagunça? Fantasma? Tudo junto? – não há sinônimo suficiente, pois só ela mesma abraça seus sentidos, inclusive pelo som que produz, pelo assovio que habita o encontro de suas letras finais, pela lisura da palavra que corre na boca feito cobra no sertão. Virginia Di Lauro incorpora em sua poética a livusia da existência, nos oferecendo em imagens um possível porvir alucinadamente individual e utopicamente coletivo. Gabriela K. Motta Pesquisadora, crítica e curadora em artes visuais Professora adjunta na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Departamento de Artes Visuais (UFRGS/DAV) REALIZAÇÃO Remanso - Instituto Cultural APOIO Café Musa Velutina Cabocla Cervejas Artesanais CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA Livre Estado de Livusia Estado de Livusia Estado de Livusia 1/47 TEXTO DA ARTISTA Sou de Barra do Choça, interior da Bahia. De uma região conhecida como sertão da ressaca. Essa é a terra que brotou meu corpo de vida. Cresci escutando estórias de mistérios, assombrações, encantarias, sempre ao redor de muitas mulheres. Uma delas, Dona Clara, com mais de cem anos, contava-me do tempo dentro de uma bacia d'água. Tudo isso – e mais um tanto – inscreveu-se em mim, desde a infância. Construía-se em mim, assim, meu imaginário; e, acredito, que também o de muitos tantos daquela nossa cidade e região. Primeiro a escuta, a presença, a curiosidade e a imaginação brotando a infância. Depois, veio a palavra nos livros das bibliotecas de escola, a poesia apresentada por minha mãe, os desenhos nos versos das impressões de provas escolares. De minha vó, veio a relação com as linhas e os nós, as manualidades, o plantar na terra, as brincadeiras que fazíamos com as sombras das mãos sobre a parede sempre que ficávamos sem energia. Daí veio também a costura, o hábito de contar os sonhos dormidos pela manhã, seus ensinamentos de olhar o céu, a natureza, caminhar sobre pedras escorregadias. E, talvez o mais importante: o pisar devagar. Das mulheres aprendi a estar viva. E a construir caminhos. Mas não só; embora tudo que com elas aprendi não caberia numa estrofe. Meu trabalho artístico é atravessado, afetado, por todo esse antes que me acompanha presente até hoje, onde a realidade se entrecruza na ficção. Através do onírico, da imaginação, dos acontecimentos e afecções cotidianas, do espantoso da natureza e das nossas emoções humanas. A partir daí, teço possíveis de criação e encantaria. Em meu trabalho, emprego, sobretudo, o corpo e o feminino, que variam entre suporte e temática. Embora sempre como fonte geradora de outros corpos, atmosferas, livusias, mutações e modificações. Por estes caminhos, questiono ao meu modo as normas estabelecidas sobre o corpo e sobre nossas relações com a vida na contemporaneidade, assolada pelo capitalismo e pelos moralismos patriarcais que distorcem nossos sentidos, descolando-nos e distanciando-nos das múltiplas possibilidades de tecer o bem-viver e de sonhar outras imagens que nos permitam atravessar os desastres iminentes. Nas minhas imagens – seja por meio da pintura, do desenho, da fotografia ou do vídeo – tateio atmosferas onde o corpo, sobretudo da mulher, pode apenas ser e estar. Seja entre ou seja fundida aos elementos da natureza; ou aos que sugerem tais elementos, ou numa situação caótica, erótica, estranha, inquietante, assombrosa. Ou, então, solitária, de descanso, onde o corpo flutua. Mas também num fundo longe e escuro: vazio. O corpo, em minhas imagens, pode atravessar o terror, a violência, o desastre, mas também dançar no caos, relacionando-se com o estranho que é ser o que ele é, um corpo, entre a vida e a morte, modificando-se, podendo ser muito, sem receios. Meu processo artístico se dá no encontro de possibilidades que a matéria, o corpo, o espaço físico e o digital me apresentam. Meu trabalho é, em todos os sentidos, insubmisso e insurgente. Cruzo diferentes linguagens, técnicas e processos artísticos como um caminho de experimentação e de liberdade, de composições e de possibilidades. Nele, invoco interferências fotográficas, digitais e manuais nas imagens; trabalho com a pintura, a performance, o vídeo, a palavra e a construção do que chamo de objetos-coisas-máscaras. As interferências fotográficas acontecem no depois do ato fotográfico ou do registro da performance, da cena. É todo antes que me guia quando a imagem está impressa. A fotografia em meu processo é um ponto de encontro dos outros meios que utilizo. Ela, para mim, afeta e é afetada pelos objetos-coisas-máscaras, pela pintura e pelo desenho, pelo vídeo, pela palavra e vice-versa. Todos estes processos e práticas artísticas vão construindo tessituras que se atravessam, seja no corpo da matéria, no ato, ou subjetivamente, movendo a poética de minha pesquisa e produção. Virginia Di Lauro LISTA DE OBRAS Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). rasurada - nem tudo em nenhum lugar - sonho n°6 - matéria coisa - atmosfera repartida , 2024. Série escuta, algo cresce na atmosfera estranha dos tempos . Quadríptico. Acrílica, pastel oleoso e ranhura sobre impressão fotográfica. 10 x 15 cm (cada). Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). sonho n°5 , 2024. Acrílica e ranhura sobre impressão fotográfica. 10 x 15 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). sonho n°7 - labiríntica , 2024. Acrílica e ranhura sobre impressão fotográfica. 15 x 10 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). Tornada , 2024. Acrílica e ranhura sobre impressão fotográfica. 15 x 10 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). sonho n°2, cabeça , 2024. Acrílica e ranhura sobre impressão fotográfica. 15 x 10 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). sonho n°, 2024 . Acrílica e ranhura sobre impressão fotográfica. 15 x 10 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). sonho n°10 , 2024. Acrílica e ranhura sobre impressão fotográfica. 10 x 15 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). o movimento causava abertura , 2024. Acrílica e ranhura sobre impressão fotográfica. 15 x 20 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). sonho n°4 sob o refugo sonhando águas , 2024. Acrílica e plástico sobre impressão fotográfica. 10 x 15 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). também no caos, escutava, gestava, crescia , 2024. Tríptico. Acrílica e ranhura sobre impressão fotográfica. 10 x 15 cm (cada). Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). passagens , 2024. Acrílica e ranhura sobre impressão fotográfica. 31 x 40 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). matéria flutuante , 2024. Acrílica, ranhura e plástico sobre impressão fotográfica. 31 x 40 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). viver era uma ferida aberta , 2024. Ranhura, acrílica, plástico, silicone e terra sobre impressão fotográfica. 34 x 40 x 1,04 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). era feita de muitas camadas, algo brilhava na noite de seus olhos , 2024. Ranhura e acrílica sobre impressão fotográfica. 31 x 42 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). escutar no chão o ritmo do corpo , 2024. Acrílica e ranhura sobre impressão fotográfica. 31 x 45 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). inadequadas montada na noite , 2024. Acrílica e ranhura sobre impressão fotográfica. 24 x 31 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). sob o céu de maio , 2024. Acrílica, ranhura e plástico sobre impressão fotográfica. 30,05 x 49 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). olhando o céu ruir, atravessando o medo , 2024. Acrílica, ranhura e plástico sobre impressão fotográfica. 31 x 31 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). n°3, terráqueas 2100 , 2024. Ranhura e acrílica sobre impressão fotográfica com manipulação digital anterior, e papel kraft. 29 x 21 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). n°4, segurando o chão em dimensões contrárias I , 2024. Ranhura, silicone e acrílica sobre impressão fotográfica com manipulação digital anterior, e papel kraft. 29 x 21 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). Objeto não identificado, flutua na noite alada , 2024. Ranhura, acrílica e plástico sobre impressão fotográfica com manipulação digital anterior. 34 x 15 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). Na boca do monte, plantava seu corpo numa coreografia aparentemente inerte – n°1 : Terreno sujeito a inundação , 2024. Ranhura, acrílica e plástico sobre impressão fotográfica com manipulação digital anterior. 22 x 58 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). no ninho das palavras, paria raízes n°2: Invólucro solar , 2024. Ranhura e acrílica sobre impressão fotográfica com manipulação digital anterior, e papel kraft. 29 x 21 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). no ninho das palavras, paria raízes - n°1: Invólucro lunar , 2024. Ranhura e acrílica sobre impressão fotográfica com manipulação digital anterior, e papel kraft. 29 x 21 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). reminiscência da atmosfera noturna da terra em 2021 | n°2 - noturnas coreografavam o silêncio devagar , 2024. Acrílica e ranhura sobre impressão fotográfica de película corroída por atrito e água, com manipulação digital anterior. 20 x 21 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). reminiscência da atmosfera noturna da terra em 2021 | n°5 - tecendo o chão , 2024. Acrílica, silicone e ranhura sobre impressão fotográfica de película corroída por atrito e água, com manipulação digital anterior. 20 x 21 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). flutuantes não identificados , 2024. Acrílica e ranhura sobre impressão fotográfica, com manipulação digital anterior. 21 x 30 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). dimensões contrárias , 2024. Acrílica e ranhura sobre impressão fotográfica. 21 x 30 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). dessas coisas que nos escapam e se espalham mas não têm nome , 2024. Acrílica e ranhura sobre impressão fotográfica. 21 x 30 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). um bicho sem nome , 2024. Acrílica e ranhura sobre impressão fotográfica. 21 x 30 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). entressonho , 2024. Acrílica e ranhura sobre impressão fotográfica, com manipulação digital anterior. 21 x 30 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). reminiscência , 2024. Acrílica sobre papel. 30 x 42 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). tecitura / Realinhando a vida , 2024. Acrílica sobre papel. 30 x 42 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). parecia que chocava um ovo no coração , 2024. Acrílica e grafite sobre papel. 42 x 30 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). nem tudo , 2024. Acrílica e grafite sobre papel. 42 x 30 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). fundidas / Corpo canal de passar , 2024. Acrílica e grafite sobre papel. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). flutuante , 2024. Acrílica sobre papel. 42 x 30 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). retroalimentando as emoções , 2024. Acrílica e grafite sobre papel. 30 x 42 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). escutar com os olhos , 2024. Acrílica sobre papel. 42 x 30 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). Atravessando o terror através dos sonhos - uma guardando o sonho da outra no chocalho , 2024. Acrílica sobre papel paraná. 97 x 66 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). Atravessando o terror através dos sonhos , 2024. Acrílica sobre papel paraná. 40,05 x 51 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). Atravessando o terror através dos sonhos - descansando num lugar seguro , 2024. Acrílica sobre papel paraná. 31,05 x 60 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). Atravessando o terror através dos sonhos , 2024. Acrílica sobre papel paraná. 38 x 47,05 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). Atravessando o terror através dos sonhos - seu chocalho aponta , 2024. Acrílica sobre papel paraná. 45 x 39 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). sonhando suas mãos sobre a terra , 2024. Acrílica, papel machê e talco industrial sobre tela. 95,03 x 89 x 9,03 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). Estilhaço , 2024. Acrílica, espelho, vidro e moldura. 44,05 x 35 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). Caderno da desorganização – guardador de entressonhos e outros riscos , 2024–2025. Técnica mista. 34 x 26 cm (aproximadamente). Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). Começava assim: sonhava um rio em mim (...) , 2024–2025. 35 máscaras de papel machê, talco industrial e acrílica sobre veludo. 5,39 x 1,55 x 13 cm. Acervo da artista. Virginia Di Lauro (Barra do Choça, 1989). Adormecida em seu peito de gruta , 2024–2025. Objeto de papel machê, sacola, guardanapo, talco industrial, acrílica. 42 x 44 x 23 cm. Acervo da artista.

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