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- Janela Remanso #2 | Remanso
Janela Remanso #2 CURADORIA Remanso INÍCIO 8 de julho de 2026 FIM 1 de setembro de 2026 O projeto Janela Remanso tem como objetivo dar visibilidade a trabalhos de artistas em início de trajetória em uma proposta facilitada de exposição. Desta forma, os artistas terão oportunidade de ter uma obra sua exposta em um lugar de grande circulação, podendo, assim, gerar interesse em outros agentes do sistema da arte, bem como, se conectar com o público visitante. Pensamos neste projeto como forma de fomentar o acesso às artes visuais e a circulação de trabalhos artísticos. Esperamos que com esta iniciativa mais artistas possam ser reconhecidos pelo campo da arte e que, futuramente, tenham maior possibilidade de exibir sua produção em outras instituições. A Remanso acredita no potencial das produções artísticas recentes e trabalha para que o cenário das artes visuais seja mais democrático e generoso com os artistas e demais agentes. Aproveite! Aqui é lugar de encontro com as artes visuais. Equipe Remanso Diretor | Guilherme Leon Coordenadora Executiva | Bianca Lagasse Produtor Executivo | Nazú Ramos Coordenadora de Educativo | Michele Zgiet Zelador e Montador | Claiton Martins ARTISTAS Adriana Leal, Aline C. Dexheimer, Amanda Misturini, Audrey Lessa, Bhárbara D´águano, Clara Baracat, Isaac Lissaraça, Maria Eduarda Nectoux, Mariana Muraoka, Marília Tedesco, Pedro Lemos Ferreira, Rodrigo Ferreira, Vitória Martins
- Arte Leve | Remanso
Arte Leve CURADORIA Érica Burini INÍCIO 24 de janeiro de 2026 FIM 21 de fevereiro de 2026 O Arte Leve viaja pela primeira vez e pousa na Remanso, abrindo portas e portais em 2026. O projeto foi concebido em 2024 na Casa Yara DW em São Paulo como uma chamada aberta que convida artistas de todo o Brasil a mandarem portfólios e indicarem obras de peso e medidas reduzidas para poderem assim viajar mais facilmente pelo correio. A forma estratégica e poética de lidar com a mobilidade logística das obras é enraizada na prática de Yara Dewachter, artista e gestora da Casa. Após a exposição em São Paulo, a primeira itinerância acontece em Porto Alegre, na Remanso - Instituto Cultural. Um instituto sem fins lucrativos que fomenta a formação, produção e circulação do trabalho de artistas desde o início de suas trajetórias. O projeto cumpre sua profecia ao desenhar uma outra geografia diferente no cenário da arte contemporânea brasileira, unindo espaços independentes que realizam um trabalho fundamental, de nutrir e fortalecer as bases da produção artística, dando vazão a experiências irreverentes e ao processo criativo, antes do resultado final. A primeira itinerância mostra também que Arte Leve visa criar uma relação com seus selecionados, de maneira distinta do que se pratica costumeiramente. É tecida uma trama com os artistas, incorporando-os na programação da Casa, incluindo-os em outros projetos e ações, provocando encontros, prolongando o laço, construindo vínculos. Deste modo, a imagem do remanso do rio também aparece: um lugar que é fertil pelo que se sedimenta, com o tempo e o acúmulo de materiais. A chamada Arte Leve teve 471 inscritos e tinha como propósito selecionar um artista por estado brasileiro, somando com um representante do Distrito Federal. Três agentes – o artista e curador Orlando Maneschy, com vasta atuação no Norte do país, o antropólogo, crítico e curador Alexandre Bispo, com experiência na Bahia e no estado de São Paulo e eu, profundamente interessada no circuito independente – analisaram rigorosamente este volume de documentos que mostra trajetórias e conta histórias de todos os cantos e recantos do Brasil. Buscamos abranger a maior diversidade possível de linguagens, abordagens e possibilidades de narrar um território de lutas, resistências, belezas e exuberâncias. Quem desenha este mapa são os artistas, e por isso é fundamental ler seus nomes e estados que representam: Amilton (AL), Amanda Fahur (PR), Allyster Fagundes (PA), Aram (SP), Beatriz Pessoa (MG), Charles Macuxi (RR), Cláudio Montanari (TO), Danilo de S’Acre (AC), Estêvão da Fontoura (RS), Eulália Pessoa (PI), Felipe Alves (CE), Gabriel Bicho (RO), Glênio Lima (DF), Levi Gama (AM), Lola Pinto (PB), Luis Napoli (MT), Luiz Sisinno (RJ), Nau Vegar (AP), Osmar Domingos (SC), Priscilla Pessoa (MS), Regina Borba (MA), Renata Voss (BA), Ricardo Masi (GO), Sarah Nazareth (PE), VÉIO (SE), Yiftah Peled (ES). Por aqui se veem artistas de variadas idades, trajetórias e formações, interesses e poéticas. Formas distintas de olhar a memória e a história, desde o interesse pela lente de aumento, até o telescópio, o micro e o macro, ambas paisagens interessam. O ambiente, a natureza, as cidades, os ritos, mitos e rituais, costumes, materiais, embates pertinentes da contemporaneidade se vêem contemplados por esta lista de artistas que delineia, dentro da maior diversidade possível, um não-sei-o-que que a arte tem. Érica Burini O projeto foi concebido em 2024 na Casa Yara DW em São Paulo como uma chamada aberta que convida artistas de todo o Brasil a mandarem portfólios e indicarem obras de peso e medidas reduzidas para poderem assim viajar mais facilmente pelo correio. ARTISTAS Amilton (AL); Amanda Fahur (PR); Allyster Fagundes (PA); Aram (SP); Beatriz Pessoa (MG); Charles Macuxi (RR); Cláudio Montanari (TO); Danilo de S’Acre (AC); Estêvão da Fontoura (RS); Eulália Pessoa (PI); Felipe Alves (CE); Gabriel Bicho (RO); Glênio Lima (DF); Levi Gama (AM); Lola Pinto (PB); Luis Napoli (MT); Luiz Sisinno (RJ); Nau Vegar (AP); Osmar Domingos (SC); Priscilla Pessoa (MS); Regina Borba (MA); Renata Voss (BA); Ricardo Masi (GO); Sarah Nazareth (PE); VÉIO (SE); Yiftah Peled (ES)
- Antes que a distância não exista mais | Remanso
Antes que a distância não exista mais CURADORIA Kelly Wendt INÍCIO 6 de março de 2026 FIM 9 de maio de 2026 Em Antes que a distância não exista mais , os trabalhos operam a partir de um sulear (GONÇALVES et al., 2024), em que se cria e produz a partir de experiências ao sul do sul, compartilhando imaginários fronteiriços por meio de diferentes procedimentos. A observação, o deslocamento, o desenho e a escrita articulam experiências diversas de mundo em produções que decorrem de práticas que extrapolam a estética do frio, e que ocorrem em contato com a terra, a água, a palavra, a casa e a estrada. Das vivências em um lugar de extremos, onde o mundo começa e termina, é possível, vertiginosamente, renovar a direção do olhar e encontrar outras rotas, sentidos e formas de pensar e produzir arte que conectam-se a diferentes coordenadas poéticas, afetivas, políticas e geográficas. Cruzar fronteiras, adentrar campos, orientar-se e desorientar-se no vai e vem ao atravessar o sul do Rio Grande do Sul. Busca-se em um pensamento poético próximo ao de artistas, como Hélio Fervenza, ou Maria Helena Bernardes, pensar diferentes modos de estabelecer relações com os lugares por meio também de proposições artísticas participativas, que pensam o encontro como a potencialidade da arte. O que emerge desse território que se percorre e se encontra? O que fica depois que partimos e retornamos a um lugar? Como medimos as distâncias do que foi sentido? Integrados à terra e a tudo que nela existe, estamos aterrados em territórios cumulativos, à luz de Milton Santos (2008), que fala da soma das relações sociais e afetivas que se estabelecem e se estratificam sobre eles. Territórios onde se tecem confluências pelos fios da vida, dos corpos, das cercas, das costuras, dos desenhos, das passagens. Em um tempo em que as relações parecem se achatar sob o peso da globalização, em que espaços e instantes se comprimem pelos avanços tecnológicos, pelas urgências de uma sociedade produtivista e pela necessidade de presença constante. Deste modo, Antes que a distância não exista mais propõe inventar um espaço de contemplação e ação em um mundo que se torna, pouco a pouco, homogêneo, atentando para a pluralidade que resiste e se evidencia nos modos de produzir arte a partir deste sul. REFERÊNCIAS SANTOS, Milton. Técnica, Espaço, Tempo: Globalização e meio técnico-científico-informacional. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo-SP, 2008. GONÇALVES, Eduarda et al. Sulear. In: ROCHA, Eduardo; BELTRAME, Tais (org.). Verbolário da caminhografia urbana. Pelotas: Editora Caseira, 2024. p. 127–128. ARTISTAS Bárbara Larruscahim; Humberto Levy; Pedro Parente; RAFA
- EXPOSIÇÃO TOPOGRAFIA DOS ENCONTROS | Remanso
TOPOGRAFIA DOS ENCONTROS FICHA TÉCNICA ARTISTAS zarro CURADORIA Anelise De Carli TEXTO CURATORIAL Entre os gestos vivazes de um artista vibrante como zarro, há um gesto de cuidado. Seus trabalhos cuidam das imagens que insistem, dos fragmentos que sobrevivem, do passado que não passou bem. Em sua primeira exposição individual, apresenta-se um conjunto de obras desenvolvidas ao longo do último ano, em parte durante sua residência no Programa de Concessão de Ateliê do Remanso - Instituto Cultural e, posteriormente, em continuidade nos espaços da Associação de Pesquisas e Práticas em Humanidades (APPH). Recentemente agraciada com o Prêmio de Aquisição do Salão de Artes Visuais da Câmara Municipal de Porto Alegre, zarro tem cultivado sua poética através da articulação de diferentes linguagens – pintura, colagem e coleta –, propondo formas de percepção e reelaboração de memórias históricas, traumas políticos e práticas de convivência. Em Topografia dos encontros , os trabalhos elaboram composições do comum. A mostra se organiza em três núcleos, cada um tocando aquilo que, embora pareça distante, ainda pulsa: imagens que voltam, espaços que abrem, corpos que reaparecem. O primeiro núcleo parte de uma pesquisa em arquivos: fotografias de imprensa do período ditatorial brasileiro; e o inesperado arquivo de vestígios encontrado pela artista na orla do Guaíba, em Porto Alegre, documentando os resquícios das antigas habitações ribeirinhas, quer sejam de uma margem ou outra do rio. zarro reapresenta essas imagens como quem quer reaprender a vê-las: por meio do recorte, da montagem, da pintura e da colagem, desestabilizando as narrativas oficiais e revelando o que ficou fora de quadro, assim dando corpo ao que o enquadramento original quis apagar. Adentrando no segundo núcleo, encontramos telas da série Ebó de bar , onde a artista recria um espaço democrático de elaboração coletiva. TEXTO CURATORIAL audiodescrição 00:00 / 03:45 Tomando o bar como lugar de reencontro popular, onde se compartilha dor e alegria, zarro nos oferece cenas que carregam uma trilha sonora própria e estão povoadas de promessas: cadeiras e camadas potenciais de pessoas em campos de cor vibrantes, à espera de alguém ou de algo – um corpo, uma conversa, um gesto de cura. O bar, aqui, é rito e abrigo. É oferenda cotidiana e lugar possível de reparação. No terceiro e último núcleo, a série Multidões apresenta os trabalhos mais recentes da artista, onde imagens quase abstratas dão corpo a grupos de pessoas reunidas em cenas de festas, celebrações e manifestações. Pintar a multidão é uma afirmação da potência do estar junto: da vibração dos corpos e da força do coletivo. As obras capturam não só a forma, mas a energia do calor dos encontros – aquilo que escapa à imagem e, ainda assim, permanece nela. Entre reapropriações, rituais e comunhões, a exposição constroi um caminho que é também um retorno – não ao passado em busca de nostalgia, mas a ele como matéria viva que pode, pela arte, ganhar outras formas, outros nomes, outros futuros. Anelise De Carli REALIZAÇÃO Remanso - Instituto Cultural Ministério da Cultura | Governo Federal do Brasil APOIO APPH Café Musa Velutina Cabocla Cervejas Artesanais CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA Livre SOBRE A ARTISTA zarro (1987, Viamão) é uma artista afro-latino-americana que atualmente estuda e trabalha em Porto Alegre (RS). Dedicada principalmente à pintura, à colagem e à coleta, em sua poética se evidencia uma tendência à repetição que opera como estratégia de elaboração sensível e de engajamento visual. Mestranda no Programa de Pós-graduação em Poéticas Visuais do Instituto de Artes da UFRGS, é Bacharel em Artes Visuais (2022) e licenciada em Ciências Biológicas (2011) pela mesma instituição. Atuou como professora junto à rede pública de educação no ensino fundamental e médio. O início da pandemia marcou um período de reclusão e inflexão em sua trajetória artística, impulsionando uma produção intensa, guiada por uma imaginação fértil e por um desejo de experimentação. Ao mobilizar camadas de memória e presença que emergem da experiência coletiva, seus trabalhos convocam o espectador a uma contemplação ativa, numa escuta sensível às nuances e idiossincrasias que ali se revelam e insistem em aparecer nos interstícias da percepção. LISTA DE OBRAS Núcleo 1 | Presenças zarro (Viamão, RS, 1987). Azulejos de leito de rio , 2025 (série Coisário do Rio, 2022 - atual). Coleção de azulejos e tijolos coletados às margens do Guaíba. Dimensões diversas. Acervo da artista. zarro (Viamão, RS, 1987). Tijolos cai-caiados , 2025 (série Coisário do Rio, 2022 - atual). Coleção de azulejos e tijolos coletados às margens do Guaíba. Dimensões diversas. Acervo da artista. zarro (Viamão, RS, 1987). Mandava ladrilhar , 2025 (série Coisário do Rio, 2022 - atual). Coleção de azulejos e tijolos coletados às margens do Guaíba. Dimensões diversas. Acervo da artista. Tijolos cai-caiados zarro (Viamão, RS, 1987). Colméia de terracota , 2025 (série Coisário do Rio, 2022 - atual). Coleção de azulejos e tijolos coletados às margens do Guaíba. Dimensões diversas. Acervo da artista. zarro (Viamão, RS, 1987). O ditador [díptico] (série Presença ), 2024. Acrílica sobre tela. 64 x 60 cm cada uma. Acervo da artista. zarro (Viamão, RS, 1987). Depoentes do passado , 2025. Técnica mista. 78 x 63 cm / 96 x 66 cm. Acervo da artista zarro (Viamão, RS, 1987). Moral e Cívica , 2024. Técnica mista, 105 x 60 cm (sem moldura). Acervo da artista NÚCLEO 1 | Presenças audiodescrição 00:00 / 02:23 Núcleo 2 | Ebó de bar zarro (Viamão, RS, 1987). São Jorge, defenda-nos (série Ebó de Bar ), 2024. Acrílica sobre tela. 101 x 85 cm. Acervo da artista. zarro (Viamão, RS, 1987). 20 cadeiras vermelhas e 1 preta (série Ebó de Bar ), 2024. Acrílica e guache sobre tela. 157 x 85 cm. Acervo da artista. zarro (Viamão, RS, 1987). St. Expedito (série Ebó de Bar ), 2024. Acrílica sobre tela. 104 x 81 cm. Acervo da artista. zarro (Viamão, RS, 1987). Cusco sob cadeira (série Ebó de Bar ), 2024. Acrílica sobre tela. 79 x 54 cm. Acervo Virginia Di Lauro. zarro (Viamão, RS, 1987). Altar de Santo , 2025. Imagem de São Jorge sobre pedestal. 20 x 28 cm. Acervo da artista. NÚCLEO 2 | Ebó de bar audiodescrição 00:00 / 02:31 Núcleo 3 | Multidões zarro (Viamão, RS, 1987). Nem todos aplaudem de pé (série Multidões ), 2025. Acrílica e carvão sobre tela. 76 x 52 cm. Acervo da artista. zarro (Viamão, RS, 1987). Pacato (série Multidões ), 2025. Acrílica e giz sobre tela. 84 x 52 cm. Acervo da APPH . NÚCLEO 3 | Multidões audiodescrição 00:00 / 01:57 zarro (Viamão, RS, 1987). A área VIP Sucumbiu (série Multidões ), 2025. Acrílica sobre tela. 84 x 52 cm. Acervo da artista. zarro (Viamão, RS, 1987). Sem título (série Multidões ), 2025. Acrílica sobre tela. 100 x 83 cm. Acervo da artista. zarro (Viamão, RS, 1987). Vagabundo não é mole , 2025. Acrílica sobre tela. 100 x 74 cm. Acervo da artista. PROGRAMA PÚBLICO EM CONSTRUÇÃO...
- Laura Moreira | Remanso
Laura Moreira 2025 Programa de Concessão de Ateliê Laura Moreira (Rio de Janeiro, 1993) é artista visual e educadora, graduada em Letras pela UFRGS e atuante em Porto Alegre (RS). Em seu trabalho, está interessada no encontro entre artes visuais, ciências e artes do corpo. Integrou o Coletivo Vôo da Pomba: laboratório de experimentação de performance e dança nas cidades. Participou das residências artísticas do FestFoto Poa (2019), e LAB Arte-Educação (2023). Integrou o “Formas de la Idea”, grupo de estudos virtual de artistas e publicadores independentes da América Latina que promoveu, em 2021, uma exposição de mesmo nome, no Museo Nacional del Grabado (Buenos Aires, AR). Participou de diversas exposições coletivas. Em 2024, idealizou e produziu o projeto de arte-educação Corpo-significante. Texto (entrega final do PPAC) Instagram Site pessoal Portfólio
- Política de reembolso e devoluções | Remanso
Página com as informações sobre as políticas de reembolso, trocas e devoluções. Política de Cancelamento e Reembolso Compras de cursos online têm um prazo legal de 7 dias corridos, a contar da data da compra, para solicitação de cancelamento com reembolso integral, conforme o Código de Defesa do Consumidor (Art. 49). Após esse prazo, não serão realizados reembolsos, mesmo em caso de desistência, falta de comparecimento ou solicitação feita antes da data do curso. Em caso de imprevistos, entre em contato conosco. Analisaremos possibilidades alternativas como remarcação ou transferência de vaga, a nosso critério. entrega-daa Política de entrega e data estimada dos produtos Entregamos os produtos por correio em até 30 dias úteis. As edições do Fluxo Remanso são entregues até o último dia útil do mês correspondente, se o assinante estiver em dia com os pagamentos. politica-troca Política de troca, devolução e reembolso Trocamos os produtos em até 10 dias corridos desde a entrega. Aceitamos devoluções 5 dias úteis após a entrega. Para cursos e outras atividades, não há possibilidade de reembolso. Formas de pagamento Aceitamos, como formas de pagamento: PIX, transferência bancária, cartões de crédito e de débito. outras-infos Prestação do serviço Os cursos vendidos através do site que ocorrerem presencialmente exigem que o aluno apresente o ingresso na hora de chegada à sala de aula. Os cursos que ocorrerem de forma híbrida ou presencial vão ter o seu link disponibilizado até 3 dias antes do início das aulas. Informações de contato Caso tenha dúvidas relacionadas a pagamentos e entrega dos produtos e serviços, contate-nos via e-mail para contato@remanso.org.br ou via Whatsapp: 5121123739.
- CANTEIRO DE OBRAS #1 | Remanso
CANTEIRO DE OBRAS # 1 FICHA TÉCNICA CURADORIA Guilherme Mautone, Guilherme Leon & Caroline Ferreira ARTISTAS Beirada (Marcela Futuro & Tiago Gasperin), Ecomuseu Urbano (Claudia Zanatta & Vado Vergara), Infraordinaries (Mariana Silva & cia.), Janaina Ferrari, Marina Rombaldi, No coração da agulha (Ana Flávia Baldisseroto & cia.) . APRESENTAÇÃO Quando Elida Tessler, artista contemporânea gaúcha, visitou pela primeira vez a Remanso ainda em seus estágios intermediários de revitalização e reforma, ao ser apresentada ao jardim do instituto como um literal "canteiro de obras" -como se estivesse sendo avisada para tomar cuidado ou como se estivessem pedindo para que fosse leniente com a eventual bagunça de uma casa ainda em reforma - ela prontamente parou, fitou o jardim e repetiu com calma, fazendo uma escanssão: "canteiro de obras ". Essa repetição - típica das sessões de análise, em que um analista devolve ao analisando o seu próprio discurso de modo a convidá-lo para refletir sobre o dito - surtiu o efeito talvez intencionado por Tessler. Por que não pensar naquele jardim também como um espaço no qual a arte pudesse emergir, subsistir, ser mostrada, vivida, debatida? Por que não transformar aquela desordem literal numa oportunidade para o surgimento da arte, sua inauguração? Por que não um canteiro de onde, também, brotassem obras? Habitada pela interrogação proposta por Tessler meses antes de março de 2024, a equipe da Remanso, na oportunidade de inauguração do instituto, colocou-se a pensar, conceber e planejar uma espécie de exposição distinta das demais: em formato, em temática, em conceito, em curadoria, mas em diálogo com aquele momento inaugural e com um espaço muito singular - o jardim . O jardim - longe da expectativa rococoizante - como um espaço de experimentação, de expectativa, de investimento de desejo. O jardim como lugar de se estar junto, fazer junto. Partindo dessa origem e das muitas interrogações que ela suscitou desde então, é que Canteiro de Obras #1 surge como uma proposta expositiva temporária, de curta duração , marcada por obras de caráter performático , colaborativo ou que evidenciem as instruções , o seguir regras ou o faça-você-mesmo como motor artístico. Com curadoria de Guilherme Mautone, Guilherme Leon e Caroline Ferreira, a primeira edição de Canteiro de Obras apresentou durante 2 dias, em horários alternados, um conjunto de propostas artísticas que ocuparam o jardim e, aliás, parte do restante da casa, preenchendo-a com arte contemporânea. PERÍODO DE EXPOSIÇÃO 13 de março - 14 de março de 2024 REALIZAÇÃO Remanso - Instituto Cultural APOIO UERGS CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA Livre. LISTA DE OBRAS BEIRADA / COLETIVO - Marcela Futuro & Tiago Gasperin (Porto Alegre, RS, 2023). Área de Risco , 2024. Dimensões variáveis. Fitas zebradas, estacas de madeira, vasos de plástico, caliça e cimento. Instalação interativa. BEIRADA / COLETIVO - Marcela Futuro & Tiago Gasperin (Porto Alegre, RS, 2023). Consertoconcerto , 2024. Dimensões variáveis. Ferramentas, ferragens, caliça, microfone e amplificador. Instalação interativa BEIRADA / COLETIVO - Marcela Futuro & Tiago Gasperin (Porto Alegre, RS, 2023). Disfarce , 2024. Dimensões variáveis. Tecido, fita crepe e cadeiras. Instalação interativa. BEIRADA / COLETIVO - Marcela Futuro & Tiago Gasperin (Porto Alegre, RS, 2023). Mistura , 2024. Dimensões variáveis. Bacias, conchas, colheres, marmitex, água, areia, cimento e caliça. Instalação interativa. ECOMUSEU URBANO / COLETIVO - Claudia Zanatta & Vado Vergara (Porto Alegre, RS). Plantio de Muda de Pitangueira que integra o acervo do Ecomuseu Urbano . 2024. INFRAORDINARIES / COLETIVO - Bruno de Andrade, Gustiele Fistaról, Lai Borges, Mayara de Lima, Mariana Silva da Silva, Mani Torres & Raphael Varjak & Samira Lessa (Montenegro, RS, 2019). Copo Americano , 2024. Performance coletiva. INFRAORDINARIES / COLETIVO - Bruno de Andrade, Gustiele Fistaról, Lai Borges, Mayara de Lima, Mariana Silva da Silva, Mani Torres & Raphael Varjak & Samira Lessa (Montenegro, RS, 2019). Banho de mangueira , 2024. Performance coletiva. INFRAORDINARIES / COLETIVO - Bruno de Andrade, Gustiele Fistaról, Lai Borges, Mayara de Lima, Mariana Silva da Silva, Mani Torres & Raphael Varjak & Samira Lessa (Montenegro, RS, 2019). Experimentos no jardim , 2024. Instalação, atividades e instruções. INFRAORDINARIES / LAI BORGES (São Paulo, SP, ). Corto cabelo 0800 , 2024. Performance participativa. JANAINA FERRARI (Gravataí, RS, 1990). Trabalho invisível . 2024. Performance. MARINA ROMBALDI (Caxias do Sul, RS, ?). Tripas , 2024. Estruturas variáveis de malha vermelha estofadas com restos de tecido. NO CORAÇÃO DA AGULHA / COLETIVO - Ana Flávia Baldisserotto & cia (Porto Alegre, RS, ?). Bordado coletivo , 2024. Sessão de bordado coletivo, ativação de bordado. BEIRADA ECOMUSEU URBANO INFRAORDINARIES JANA FERRARI MARINA ROMBALDI NO CORAÇÃO DA AGULHA
- Janela Remanso #3 | Remanso
Janela Remanso #3 CURADORIA Remanso INÍCIO 23 de setembro de 2026 FIM 19 de novembro de 2026 O projeto Janela Remanso tem como objetivo dar visibilidade a trabalhos de artistas em início de trajetória em uma proposta facilitada de exposição. Desta forma, os artistas terão oportunidade de ter uma obra sua exposta em um lugar de grande circulação, podendo, assim, gerar interesse em outros agentes do sistema da arte, bem como, se conectar com o público visitante. Pensamos neste projeto como forma de fomentar o acesso às artes visuais e a circulação de trabalhos artísticos. Esperamos que com esta iniciativa mais artistas possam ser reconhecidos pelo campo da arte e que, futuramente, tenham maior possibilidade de exibir sua produção em outras instituições. A Remanso acredita no potencial das produções artísticas recentes e trabalha para que o cenário das artes visuais seja mais democrático e generoso com os artistas e demais agentes. Aproveite! Aqui é lugar de encontro com as artes visuais. Equipe Remanso Diretor | Guilherme Leon Coordenadora Executiva | Bianca Lagasse Produtor Executivo | Nazú Ramos Coordenadora de Educativo | Michele Zgiet Zelador e Montador | Claiton Martins ARTISTAS Bruno Diniz, Camila Albrecht, Enio Campos, Willian Santos, Giovanna do Nascimento, João Arthur Moroni, Marina Kerber, Marla Pritsch, Melissa Ribeiro, El Vásquez
- APOIE | Remanso
Contribua com a manutenção do trabalho de artistas vivos e com a existência de um espaço de cultural aberto ao público. Apoie a Remanso Nosso objetivo é ampliar as possibilidades de criação para artistas vivas, vivos, vives, em início de trajetória. Abordamos o campo o campo das artes visuais de uma perspectiva otimista de redução das desigualdades. Quando você apoia a Remanso, você está ajudando a rede produtiva da cultura no RS e está contribuindo diretamente para a realização de projetos sociais no segmento das artes visuais. Confira, também nosso Estatuto Social e nossos Boletins: Transparência DOAÇÃO INCENTIVADA POR MEIO DA LEI ROUANET >Estamos inscritos na Lei Federal de Incentivo à Cultural (Rouanet) sob o PRONAC 256522 (veja nosso projeto no portal de transparência clicando aqui ). >Nossa conta captação da Lei Rouanet é: Banco 001 (Banco do Brasil) Agência 0353-0 Conta 47.335-9 Quando fizer a transferência, entre em contato conosco para a emissão do recibo de doação. Empresas podem abater do imposto de renda o valor doado para o nosso projeto. Pessoas físicas podem abater do imposto de renda o valor doado para o nosso projeto. SAIBA+ >Se desejar elaborar outra forma de contribuir com o nosso projeto, entre em contato via e-mail: contato@remanso.org.br
- QUEM SOMOS | Remanso
Apresentação dos membros que integram a Remanso. A Remanso é dividida em 4 partes: a Assembleia Geral, a Diretoria, o Conselho Consultivo e o Conselho Fiscal. Diretoria Guilherme Leon Diretoria Executiva Guilherme Mautone Diretoria Cultural Caroline Ferreira Coordenação do Educativo Izis Abreu Coordenação do Comitê Curatorial Associados Fundadores Dani Berno Guilherme Mautone Guilherme Leon Izis Abreu Karina Nery Mauro Pippi da Rosa Silvia Berno Conselho Consultivo Alessandra Bochio André Lima Bruna Fetter Caroline Ferreira Camila Schenkel Carmen Capra Claudia Zanatta Eduardo Veras Elida Tessler Estêvão da Fontoura Jéssica Becker Lilian Maus Marina Polidoro Sátira Machado Conselho Fiscal Leandro Salatti Roberto Miranda Sérgio Pretto Documentos Estatuto Social Relatório de atividades e demonstrações financeiras 2023





