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  • Kadu Ramos | Remanso

    Kadu Ramos 2026 Programa de Concessão de Ateliê Participou da residência artística AJURICABA (2026, Colares–PA) e foi um dos selecionados para o projeto “Acompanhamento e Exposição” na Casa Musgo (2025, Porto Alegre–RS). Fez parte da mostra coletiva “Dedos Cruzados”, realizada na Casa de Cultura Mario Quintana (2025), assim como foi um dos artistas presentes na exposição “Um Lugar Como Nenhum Outro” (2025). Também participou do evento cultural “Canteiro de Obras #2”, produzido pelo Instituto Cultural Remanso (2025). Teve seu trabalho apresentado na Mostra Novembro Negro (2025), em exposição idealizada pelo MPF da 4ª Região, em Porto Alegre–RS. É graduando em Artes Visuais – Licenciatura pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Instagram Site pessoal Portfólio

  • Mão de Obra? | Remanso

    Mão de Obra? CURADORIA Izis Abreu, Guilherme Mautone INÍCIO 15 de março de 2024 FIM 21 de junho de 2024 Mão de obra? consistiu em uma exposição temporária, uma mostra coletiva de artistas contemporâneos realizada no Remanso - Instituto Cultural, entre os meses de março e julho de 2024. Com curadoria de Guilherme Mautone e Izis Abreu, a mostra reuniu o trabalho de seis artistas vivos e quatro coletivos artísticos com a finalidade de refletir, através da singularidade das poéticas e das obras apresentadas, sobre o conceito de trabalho e sua ubiquidade em nossa vida contemporânea. No contexto atual, marcado pela retomada crítica da história (sobretudo da história da arte) e pelo reconhecimento da permanência de sistemas sociais de opressão herdados do passado colonial e ainda capazes de nos estruturar subjetivamente, atentar para o tema do trabalho humano e sua apresentação crítica através da produção artística nos oferece uma porta de entrada privilegiada para o desenvolvimento do pensamento crítico e da elaboração comum de um projeto utópico de sociedade em que tais sistemas não mais se repitam. Destinada para o público em geral, a exposição contará com ações pontuais de ativação no formato de atividades de mediação para crianças e adolescentes, mas também no formato de oficinas que envolvam a temática do trabalho e da força produtiva a partir da apreciação e debate daquelas visualidades presentes na mostra. A exposição também conta com a presença da Biblioteca da Vila, obra-espaço-dispositivo itinerante, inventada pelo coletivo Museu de Resgates, vinculado ao assentamento Santa Teresinha (Vila dos Papeleiros, PoA, RS), que durante todo o período da mostra passará a ser ativado através da troca de livros com visitantes e turmas de escolas públicas. Izis Abreu & Guilherme Mautone ARTISTAS A Minha Empregada, Coletivo Sopapo de Mulheres, Frente 3 de Fevereiro, Henrique Pasqual, Leandro Machado, Lia Braga, Museu de Resgates ,Salvador, Silvana Rodrigues, Vherá Xunú, Virginia di Lauro, zarro.

  • Remanso

    Redirecionando, aguarde.

  • Inventário de cavalos | Remanso

    Inventário de cavalos CURADORIA Guilherme Bruschi INÍCIO 9 de outubro de 2026 FIM 12 de dezembro de 2026 ARTISTAS Andréa Bertoletti, babel babel, clara pessoa, claudio moreira, Fernanda Padilha, gabriel bonfim, Geovane Almeida, Guilherme Bruschi, Igor de March, Jonas Queiroz Delgado, Juliano Ventura, Laura de Campos, Macaco Arte, nestor varela, Rafael Schultz, Raquel Stolf.

  • Gesto | Remanso

    Gesto CURADORIA Marina Câmara, Marcela Futuro, Sammy Duarte, Ali do Espírito Santo INÍCIO 5 de julho de 2024 FIM 26 de outubro de 2024 A performance e suas formas de registro são os temas desta exposição, cujo título remete ao verbo gestar, para fazermos menção à capacidade da arte processual conceber o pensamento crítico. Os trabalhos presentes na exposição tomam da ontologia da performance a hibridez e a aversão ao maniqueísmo, dando luz à característica principal da performance, que é mobilizar os corpos sem no entanto, desconsiderar o pensamento, irrefutavelmente parte do corpo (não, corpo e mente não só não se distinguem, como uma diferenciação entre eles seria possível apenas em termos de graus, e não de natureza). A tomada do gesto performático como tema de uma pesquisa e exposição diz da importância que observamos na performance, enquanto um ponto nodal na história da arte. Esta importância histórica se deve, no entanto, a nosso ver, menos ao fato deste gênero artístico ser ou não considerado um marco, e mais às características que o constituem. Não obstante já tenham se passado cerca de 70 anos desde as aparições das ações que assim foram nomeadas, gestos que hoje chamamos de performáticos podem ser enxergados em diversos eventos em que o corpo foi posto a serviço de uma manifestação artística, desde sempre. Para não irmos tão longe, ainda nas Vanguardas do início do século XX, tivemos, no âmbito do Dadaísmo por exemplo, as leituras dos poemas sonoros de Hugo Ball, no Cabaret Voltaire, as fotografias feitas por Man Ray de Marcel Duchamp travestido de Rrose Sélavy, enquanto aqui no Brasil, nos anos 40, tivemos as caminhadas no contrafluxo de procissões, feitas por Flávio de Carvalho, para ficarmos em poucos exemplos. Para além dessa capacidade de dar corpo a formulações iniciadas antes de sua nomeação, o que mais nos interessa é que a performance, cujo advento coincide com o da própria Arte Contemporânea, tem ainda pela frente um imenso terreno a ser estudado e tratado, já que grande parte das questões levantadas desde suas ações antecessoras – a saber, a permeabilidade e a abertura do pensamento crítico sobre as amarras da linguagem, das categorias e das classificações que estruturam o pensamento ocidental – seguem absolutamente em aberto hoje, e certamente ainda por muito tempo. Dentre o corpus de obras de Gesto é possível identificar pelo menos três núcleos a partir do modo como os interesses dos artistas pelo gesto performático se dão: um núcleo voltado à questão da libido e do libidinal, do sensível e do erótico; um segundo núcleo cujo interesse se centra na questão do trabalho – como atividade produtiva e motor do sistema (tanto da arte, quanto capitalista e neoliberal); e ainda outro núcleo que trata de questões políticas de forma mais direta. Fazendo jus, no entanto, precisamente à suas filiações ao gênero da performance e à “promiscuidade” a ele inerente – para citar Marco Paulo Rolla –, ainda que tentemos criar agrupamentos para lê-las, as obras dificilmente permaneceriam filiadas a este ou aquele núcleo, transitando, assim, em suas intercessões. Nos resta lembrar, por fim, do fato de que trabalhar com a performance diz de uma especial relação com o desassombro, que se acresce ao ato de coragem que é ser artista, já que, como sabemos, o performer não se expressa através do objeto artístico, mas sim corporifica a própria arte, se torna a obra em primeira pessoa, dando, por assim dizer, a cara a tapa. Marina Câmara ARTISTAS Amador e Jr. Segurança Patrimonial Ltda., Ana Luisa Santos, Carolina Santana, Cinthia Marcelle, Cláudia Paim, Daniella Domingues, Dayane Tropicaos, Elaine Tedesco, Elias Maroso, Elle de Bernardini, Érica Storer, Erico Bonder, Gabe Felds, Jo Ovadia, Laura Gonzaga, Letícia Parente, Lucia Koch, Marcela Futuro, Marco Paulo Rolla, Marcone Moreira, Maria Ivone dos Santos, Marion Velasco, Paulo Bruscky, Paulo Nazareth, Randolpho Lamonier, Ricardo Burgarelli, Sansa Rope, Sara não tem nome, Shima, Tiago Gasperin, Tiago Mata Machado, Vera Chaves Barcellos, Victor Galvão.

  • CANTEIRO DE OBRAS #1 | Remanso

    CANTEIRO DE OBRAS # 1 FICHA TÉCNICA CURADORIA Guilherme Mautone, Guilherme Leon & Caroline Ferreira ARTISTAS Beirada (Marcela Futuro & Tiago Gasperin), Ecomuseu Urbano (Claudia Zanatta & Vado Vergara), Infraordinaries (Mariana Silva & cia.), Janaina Ferrari, Marina Rombaldi, No coração da agulha (Ana Flávia Baldisseroto & cia.) . APRESENTAÇÃO Quando Elida Tessler, artista contemporânea gaúcha, visitou pela primeira vez a Remanso ainda em seus estágios intermediários de revitalização e reforma, ao ser apresentada ao jardim do instituto como um literal "canteiro de obras" -como se estivesse sendo avisada para tomar cuidado ou como se estivessem pedindo para que fosse leniente com a eventual bagunça de uma casa ainda em reforma - ela prontamente parou, fitou o jardim e repetiu com calma, fazendo uma escanssão: "canteiro de obras ". Essa repetição - típica das sessões de análise, em que um analista devolve ao analisando o seu próprio discurso de modo a convidá-lo para refletir sobre o dito - surtiu o efeito talvez intencionado por Tessler. Por que não pensar naquele jardim também como um espaço no qual a arte pudesse emergir, subsistir, ser mostrada, vivida, debatida? Por que não transformar aquela desordem literal numa oportunidade para o surgimento da arte, sua inauguração? Por que não um canteiro de onde, também, brotassem obras? Habitada pela interrogação proposta por Tessler meses antes de março de 2024, a equipe da Remanso, na oportunidade de inauguração do instituto, colocou-se a pensar, conceber e planejar uma espécie de exposição distinta das demais: em formato, em temática, em conceito, em curadoria, mas em diálogo com aquele momento inaugural e com um espaço muito singular - o jardim . O jardim - longe da expectativa rococoizante - como um espaço de experimentação, de expectativa, de investimento de desejo. O jardim como lugar de se estar junto, fazer junto. Partindo dessa origem e das muitas interrogações que ela suscitou desde então, é que Canteiro de Obras #1 surge como uma proposta expositiva temporária, de curta duração , marcada por obras de caráter performático , colaborativo ou que evidenciem as instruções , o seguir regras ou o faça-você-mesmo como motor artístico. Com curadoria de Guilherme Mautone, Guilherme Leon e Caroline Ferreira, a primeira edição de Canteiro de Obras apresentou durante 2 dias, em horários alternados, um conjunto de propostas artísticas que ocuparam o jardim e, aliás, parte do restante da casa, preenchendo-a com arte contemporânea. PERÍODO DE EXPOSIÇÃO 13 de março - 14 de março de 2024 REALIZAÇÃO Remanso - Instituto Cultural APOIO UERGS CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA Livre. LISTA DE OBRAS BEIRADA / COLETIVO - Marcela Futuro & Tiago Gasperin (Porto Alegre, RS, 2023). Área de Risco , 2024. Dimensões variáveis. Fitas zebradas, estacas de madeira, vasos de plástico, caliça e cimento. Instalação interativa. BEIRADA / COLETIVO - Marcela Futuro & Tiago Gasperin (Porto Alegre, RS, 2023). Consertoconcerto , 2024. Dimensões variáveis. Ferramentas, ferragens, caliça, microfone e amplificador. Instalação interativa BEIRADA / COLETIVO - Marcela Futuro & Tiago Gasperin (Porto Alegre, RS, 2023). Disfarce , 2024. Dimensões variáveis. Tecido, fita crepe e cadeiras. Instalação interativa. BEIRADA / COLETIVO - Marcela Futuro & Tiago Gasperin (Porto Alegre, RS, 2023). Mistura , 2024. Dimensões variáveis. Bacias, conchas, colheres, marmitex, água, areia, cimento e caliça. Instalação interativa. ECOMUSEU URBANO / COLETIVO - Claudia Zanatta & Vado Vergara (Porto Alegre, RS). Plantio de Muda de Pitangueira que integra o acervo do Ecomuseu Urbano . 2024. INFRAORDINARIES / COLETIVO - Bruno de Andrade, Gustiele Fistaról, Lai Borges, Mayara de Lima, Mariana Silva da Silva, Mani Torres & Raphael Varjak & Samira Lessa (Montenegro, RS, 2019). Copo Americano , 2024. Performance coletiva. INFRAORDINARIES / COLETIVO - Bruno de Andrade, Gustiele Fistaról, Lai Borges, Mayara de Lima, Mariana Silva da Silva, Mani Torres & Raphael Varjak & Samira Lessa (Montenegro, RS, 2019). Banho de mangueira , 2024. Performance coletiva. INFRAORDINARIES / COLETIVO - Bruno de Andrade, Gustiele Fistaról, Lai Borges, Mayara de Lima, Mariana Silva da Silva, Mani Torres & Raphael Varjak & Samira Lessa (Montenegro, RS, 2019). Experimentos no jardim , 2024. Instalação, atividades e instruções. INFRAORDINARIES / LAI BORGES (São Paulo, SP, ). Corto cabelo 0800 , 2024. Performance participativa. JANAINA FERRARI (Gravataí, RS, 1990). Trabalho invisível . 2024. Performance. MARINA ROMBALDI (Caxias do Sul, RS, ?). Tripas , 2024. Estruturas variáveis de malha vermelha estofadas com restos de tecido. NO CORAÇÃO DA AGULHA / COLETIVO - Ana Flávia Baldisserotto & cia (Porto Alegre, RS, ?). Bordado coletivo , 2024. Sessão de bordado coletivo, ativação de bordado. BEIRADA ECOMUSEU URBANO INFRAORDINARIES JANA FERRARI MARINA ROMBALDI NO CORAÇÃO DA AGULHA

  • Audiodescrição Leandro Machado | Remanso

    Audiodescrição da obra de Leandro Machado: E o que depender de mim, fique à vontade (2025) Clique aqui para ir para as outras informações

  • Canteiro de Obras #1 | Remanso

    Canteiro de Obras #1 CURADORIA Guilherme Mautone, Guilherme Leon e Caroline Ferreira INÍCIO 13 de março de 2024 FIM 14 de março de 2024 Quando Elida Tessler, artista contemporânea gaúcha, visitou pela primeira vez a Remanso ainda em seus estágios intermediários de revitalização e reforma, ao ser apresentada ao jardim do instituto como um literal "canteiro de obras" -como se estivesse sendo avisada para tomar cuidado ou como se estivessem pedindo para que fosse leniente com a eventual bagunça de uma casa ainda em reforma - ela prontamente parou, fitou o jardim e repetiu com calma, fazendo uma escanssão: "canteiro de obras". Essa repetição - típica das sessões de análise, em que um analista devolve ao analisando o seu próprio discurso de modo a convidá-lo para refletir sobre o dito - surtiu o efeito talvez intencionado por Tessler. Por que não pensar naquele jardim também como um espaço no qual a arte pudesse emergir, subsistir, ser mostrada, vivida, debatida? Por que não transformar aquela desordem literal numa oportunidade para o surgimento da arte, sua inauguração? Por que não um canteiro de onde, também, brotassem obras? Habitada pela interrogação proposta por Tessler meses antes de março de 2024, a equipe da Remanso, na oportunidade de inauguração do instituto, colocou-se a pensar, conceber e planejar uma espécie de exposição distinta das demais: em formato, em temática, em conceito, em curadoria, mas em diálogo com aquele momento inaugural e com um espaço muito singular - o jardim. O jardim - longe da expectativa rococoizante - como um espaço de experimentação, de expectativa, de investimento de desejo. O jardim como lugar de se estar junto, fazer junto. Partindo dessa origem e das muitas interrogações que ela suscitou desde então, é que Canteiro de Obras #1 surge como uma proposta expositiva temporária, de curta duração, marcada por obras de caráter performático, colaborativo ou que evidenciem as instruções, o seguir regras ou o faça-você-mesmo como motor artístico. Com curadoria de Guilherme Mautone, Guilherme Leon e Caroline Ferreira, a primeira edição de Canteiro de Obras apresentou durante 2 dias, em horários alternados, um conjunto de propostas artísticas que ocuparam o jardim e, aliás, parte do restante da casa, preenchendo-a com arte contemporânea. Guilherme Mautone ARTISTAS Ecomuseu Urbano, Coletivo infraordinaries, Janaína Ferrari, Beirada, Marina Rombaldi, Coletivo No Coração da Agulha

  • QUEM SOMOS | Remanso

    Apresentação dos membros que integram a Remanso. A Remanso é dividida em 4 partes: a Assembleia Geral, a Diretoria, o Conselho Consultivo e o Conselho Fiscal. Diretoria Guilherme Leon Diretoria Executiva Guilherme Mautone Diretoria Cultural Caroline Ferreira Coordenação do Educativo Izis Abreu Coordenação do Comitê Curatorial Associados Fundadores Dani Berno Guilherme Mautone Guilherme Leon Izis Abreu Karina Nery Mauro Pippi da Rosa Silvia Berno Conselho Consultivo Alessandra Bochio André Lima Bruna Fetter Caroline Ferreira Camila Schenkel Carmen Capra Claudia Zanatta Eduardo Veras Elida Tessler Estêvão da Fontoura Jéssica Becker Lilian Maus Marina Polidoro Sátira Machado Conselho Fiscal Leandro Salatti Roberto Miranda Sérgio Pretto Documentos Estatuto Social Relatório de atividades e demonstrações financeiras 2023

  • Exposição Individual de Catarina Dias | Remanso

    Exposição Individual de Catarina Dias CURADORIA INÍCIO 22 de maio de 2026 FIM 18 de julho de 2026 ARTISTAS Catarina Dias

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