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- Artistas (List) | Remanso
ARTISTAS Kadu Ramos 2026 Programa de Concessão de Ateliê Participou da residência artística AJURICABA (2026, Colares–PA) e foi um dos selecionados para o projeto “Acompanhamento e Exposição” na Casa Musgo (2025, Porto Alegre–RS). Fez parte da mostra coletiva “Dedos Cruzados”, realizada na Casa de Cultura Mario Quintana (2025), assim como foi um dos artistas presentes na exposição “Um Lugar Como Nenhum Outro” (2025). Também participou do evento cultural “Canteiro de Obras #2”, produzido pelo Instituto Cultural Remanso (2025). Teve seu trabalho apresentado na Mostra Novembro Negro (2025), em exposição idealizada pelo MPF da 4ª Região, em Porto Alegre–RS. É graduando em Artes Visuais – Licenciatura pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Saiba mais Mariana Mazzetti 2026 Programa de Concessão de Ateliê (Pelotas, RS, 1996) É artista visual multimídia. Em 2023 formou-se Bacharel em Artes Visuais pela UFPel, e é graduanda em Tecnologia em Design Gráfico pela Uninter. Entre 2023 e 2024 atuou como co-gestora e produziu em ateliê no espaço independente Relva Cultural. Com referências deslocadas do cinema, internet e da cultura pop, sua pesquisa busca refletir o impacto da imagem como dispositivo narrativo não-verbal, investigando sobre sua produção e consumo na contemporaneidade. Atualmente utiliza principalmente as linguagens da pintura, desenho, colagem e fotografia. Saiba mais Anita Araujo 2026 Programa de Pesquisa em Arte Contemporânea Anita Araujo é doutoranda do Programa de Pesquisa em Arte Contemporânea da Universidade do País Basco, Espanha. Mestre em Teatro e Artes da Performance pela Universidade Nacional de Artes, Argentina. Organiza o Festival aberto e independente de Performance e Arte Contemporânea na Sacada desde 2017. Saiba mais Catarina Dias 2025 Programa de Concessão de Ateliê Catarina Dias é nascida em São Paulo (1996), reside e trabalha atualmente em Porto Alegre. Atua como artista visual independente há 8 anos. Começou sua jornada fazendo cursos de teatro e dança como o curso Teatro de Fato em Guaíba (2016), participou em Porto Alegre do grupo Beckett-We (2018) e residências de danças contemporâneas do POA em cena (2018-2019). Em 2019 participou da sua primeira exposição chamada As Coisas que São Ditas Antes no espaço de arte e cultura Casa Baka, premiada no XIII Prêmio Açorianos de Artes Plásticas na categoria Destaque em Exposição Coletiva. Em 2020 foi selecionada em 1º lugar no edital Espaço Ado Malagoli para sua primeira exposição individual no instituto de artes do RS (não sendo realizada por conta da Covid-19). Também em 2020 iniciou em conjunto uma galeria virtual chamada @lacunaprojeto fruto do edital FACdigital RS. Em 2022 foi contemplada pelo Edital Força e Luz – Energia Cultural 01/2022 para sua primeira exposição individual que foi executada no ano de 2023. Atualmente seu trabalho é voltado para a cerâmica, instalações e fotografia. Sua pesquisa se desdobra na ideia de pertencimento, memória e imaginário popular, falando sobre a criação artística através da precariedade e as suas possíveis denúncias através da arte. Saiba mais Mitti Mendonça 2025 Programa de Residência Artística Mitti Mendonça (São Leopoldo-RS, 1990) é artista têxtil, ilustradora, produtora cultural e arte-educadora. Sua produção na arte contemporânea investiga as historiografias negras em diáspora, as memórias afetivas a partir dos álbuns de família, os movimentos negros. Desta forma, elabora obras que refletem o afeto como lugar político, as práticas de resistência e a construção de identidades. É co-idealizadora da Feira Gráfica Garganta e da Residência Artística Garganta. E é criadora da Oficina Bordando Afetos. Cursou jornalismo e design, experiências que atravessam sua pesquisa e produção artística. Atualmente, mantém em Porto Alegre o Mão Negra Atelier, espaço de arte independente, loja e acervo de obras da artista. Assim como exposições em diálogo com artistas racializados e oficinas. Saiba mais Leandro Machado 2025 Programa de Residência Artística De Xangô e de Obá. Bacharelado em pintura UFRGS/POA/RS. Especialização em saúde mental ESP/POA/RS. Recentemente participou da mostra "Leandro Machado: hospícios e balneários [é preciso uma aldeia inteira para educar uma criança]" no Museu de Arte do Rio Grande do Sul em 2025 e participa da Residência Artística do Programa Pública - Produção e Circulação de Arte Contemporânea organizado pela Remanso desde junho de 2025. Premiações: Prêmio AEERGS 2025 - categoria Destaque em ações de difusão. AEERGS, POA/RS/BR; VII Prêmio Açorianos de Artes Plásticas - categoria Destaque ações de difusão e inovação. SMC de Porto Alegre, POA/RS/BR. Possui trabalhos nas seguintes coleções: Adriana Varejão; MACRS; MAR; MARGS; Paulo Sartori. Saiba mais Santiago Pooter 2025 Programa de Residência Artística Artista-pesquisador nascido em Porto Alegre (RS) em 1995, Santiago Pooter é mestrando em Artes Visuais (ênfase História, Teoria e Crítica de Arte) pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da UFRGS, na linha de pesquisa Relações Sistêmicas da Arte. Sua pesquisa e prática visual se concentram entre a imagem e a escrita, trabalhando a partir de diálogos entre a periferia, a 'alta cultura' e a cultura popular, buscando sempre tensionar as relações coloniais e seus processos de globalização provocados pelo capitalismo. Saiba mais Rafael Muniz 2025 Programa de Residência Artística Rafael Muniz (Porto Alegre, RS, 1991) é umbandista-artista-pesquisador, Doutorando e Mestre em Poéticas Visuais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Bacharel em Artes Visuais pela mesma instituição. É integrante do grupo de pesquisa Poéticas da Participação. Possui formação no curso Técnico em Edificações pelo Centro Tecnológico Estadual Parobé. Trabalha como desenhista, projetista, montador de exposições e instrutor de arte pelo Studio Muniz. Tem interesse em antropologia, etnografia e epistemologias de religiões de matrizes africanas no Brasil para pensar seu cruzamento com o campo da arte. Sua poética articula a linguagem presente nas Umbandas, Quimbandas e na construção civil em procedimentos como fotografia, desenho, vídeo e instalação. Participou de exposições individuais e coletivas, nacionais e internacionais, da Zero Residência Artística em Pelotas (2024), contemplado no edital Multilinguagens Paulo Gustavo (2023), I e II Salão Costa Doce (2021 e 2022), Itaú Cultural Arte como Respiro (2020) e ganhador do Prêmio Maria Conceição Menegassi (2014). Saiba mais Laura Moreira 2025 Programa de Concessão de Ateliê Laura Moreira (Rio de Janeiro, 1993) é artista visual e educadora, graduada em Letras pela UFRGS e atuante em Porto Alegre (RS). Em seu trabalho, está interessada no encontro entre artes visuais, ciências e artes do corpo. Integrou o Coletivo Vôo da Pomba: laboratório de experimentação de performance e dança nas cidades. Participou das residências artísticas do FestFoto Poa (2019), e LAB Arte-Educação (2023). Integrou o “Formas de la Idea”, grupo de estudos virtual de artistas e publicadores independentes da América Latina que promoveu, em 2021, uma exposição de mesmo nome, no Museo Nacional del Grabado (Buenos Aires, AR). Participou de diversas exposições coletivas. Em 2024, idealizou e produziu o projeto de arte-educação Corpo-significante. Saiba mais Sammy Duarte 2025 Programa de Pesquisa em Arte Contemporânea (1994, Canela, RS) é artista visual baseada em Porto Alegre e graduanda em Artes Visuais pela UFRGS, onde desde 2024 desenvolve pesquisa sobre Arte Processual no Pós-minimalismo como bolsista de Iniciação Científica. Saiba mais zarro 2024 Programa de Concessão de Ateliê zarro (1987, Viamão, RS, BR) é uma artista afro-latino-americana que atualmente estuda e trabalha em Porto Alegre (RS). É mestranda no Programa de Pós-Graduação em Poéticas Visuais da UFRGS e, desde 2023, é uma das artistas participantes do Programa de Concessão de Ateliê no Remanso - Instituto Cultural. É Bacharel em Artes Visuais pela UFRGS (2022) e licenciada pela mesma instituição em Ciências Biológicas. Complementarmente, atuou junto à rede pública de educação, onde foi professora do ensino fundamental e médio. O início da pandemia ocasionou um momento de reclusão e inflexão em sua trajetória artística, quando passou a produzir num ritmo obstinado, motivada por sua imaginação e mesclando diferentes técnicas em seu processo poético. Coleciona e reúne imagens, fragmentos, vestígios, que servem de testemunhos da vida humana que avança sobre territórios, destacando a simbiose entre sociedade e natureza, memória e trauma. Saiba mais Virgínia Di Lauro 2024 Programa de Concessão de Ateliê, Programa de Residência Artística Virgínia Di Lauro (1989, Barra do Choça, BA) é artista visual, graduanda em Artes Visuais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e reside em Porto Alegre (RS) desde 2012. Em sua obra, cruzoa diferentes linguagens e técnicas como caminho de experimentações, composições e possibilidades, como interferências fotográficas, digitais e manuais, pintura, performance, vídeo e a feitura de objetos-coisas-máscaras. Desdobra seu trabalho entrecruzando realidade-ficção, através do onírico, da imaginação, dos acontecimentos e afecções cotidianas, natureza e emoções humanas. A partir daí, tece fios condutores possíveis de criação e encantaria, utilizando sobretudo o corpo e o feminino, variando entre suporte e temática como fonte geradora de outros corpos, atmosferas, livusias, mutações e modificações. Caminha por onde questiona as normas estabelecidas sobre o corpo e nossas relações com a vida na contemporaneidade assolada pelo capitalismo e moralismos patriarcais que distorcem nossos sentidos, nos descolando e distanciando das múltiplas possibilidades de tecer bem-viver e sonhar outras imagens capazes de atravessar os desastres iminentes de outras maneiras. Saiba mais Henrique Pasqual 2023 Programa de Residência Artística Henrique Pasqual (1990, Porto Alegre, RS) é artista, arte educador e técnico em Xilogravura. Em sua pesquisa aborda questões cerca da criação e legitimação de sentidos dentro da cultura visual, explorando a contradição como vetor formal e traçando um paralelo entre os processos de ensino institucionalizados e suas vivências na periferia de Porto Alegre. Nesse processo as contradições formais do trabalho atuam como catalizadores para pensar as contradições e os “não lugares” sociais, questionando o papel das instituições na legitimação destes processos. Trabalhou como técnico junto ao artista Paulo Chimendes nas oficinas gráficas do Museu do Trabalho em Porto Alegre, a produção em gravura exerce forte influência no trabalho do artista, o qual também explora processos híbridos e técnicas como vídeo, performance e instalação. Saiba mais
- Exposições (List) | Remanso
EXPOSIÇÕES Inventário de cavalos Período Curadoria Guilherme Bruschi 9 de out. de 2026 12 de dez. de 2026 Existe na união dos trabalhos que aqui se apresentam um inventário de cavalos – no plural, porque cavalo pode ser muita coisa. Um símbolo de liberdade, desde pelo menos a era de ouro do Império Persa. Um ser intempestivo, desde que cavalo virou sinônimo de quem fala dando coice. Saiba + Janela Remanso #3 Período Curadoria Remanso 23 de set. de 2026 19 de nov. de 2026 O projeto Janela Remanso tem como objetivo dar visibilidade a trabalhos de artistas em início de trajetória em uma proposta facilitada de exposição. Saiba + Torção - Exposição Individual de Laura Moreira Período Curadoria Adauany Zimovski 31 de jul. de 2026 26 de set. de 2026 Reunindo obras produzidas majoritariamente a partir de 2025, a mostra ocupa integralmente o espaço expositivo por meio de instalações, vídeos, objetos, gravuras e trabalhos participativos que investigam o encontro entre corpo, matéria e movimento. Saiba + Janela Remanso #2 Período Curadoria Remanso 8 de jul. de 2026 1 de set. de 2026 O projeto Janela Remanso tem como objetivo dar visibilidade a trabalhos de artistas em início de trajetória em uma proposta facilitada de exposição. Saiba + Formas do Invisível - Individual de Catarina Dias Período Curadoria Marina Câmara 22 de mai. de 2026 18 de jul. de 2026 Catarina elaborou poeticamente suas vivências, criando um conjunto de obras que são armas simbólicas e literais, das quais ela vem se munindo para se afirmar enquanto artista visual ao longo desse tempo, esses sete anos. Saiba + Janela Remanso #1 Período Curadoria Remanso 24 de abr. de 2026 15 de jun. de 2026 O projeto Janela Remanso tem como objetivo dar visibilidade a trabalhos de artistas em início de trajetória em uma proposta facilitada de exposição. Saiba + Canteiro de Obras #3 Período Curadoria Guilherme Mautone, Guilherme Leon e Nazú Ramos 13 de mar. de 2026 14 de mar. de 2026 Por que não pensar este jardim tambem como um espaço onde a arte possa emergir, subsistir, mostrar-se, ser vivida, performada e debatida? Por que não um canteiro de onde, também, brotassem obras? Saiba + Antes que a distância não exista mais Período Curadoria Kelly Wendt 6 de mar. de 2026 9 de mai. de 2026 Cruzar fronteiras, adentrar campos, orientar-se e desorientar-se no vai e vem ao atravessar o sul do Rio Grande do Sul. Saiba + Arte Leve Período Curadoria Érica Burini 24 de jan. de 2026 21 de fev. de 2026 O projeto foi concebido em 2024 na Casa Yara DW em São Paulo como uma chamada aberta que convida artistas de todo o Brasil a mandarem portfólios e indicarem obras de peso e medidas reduzidas para poderem assim viajar mais facilmente pelo correio. Saiba + FORJA Período Curadoria Aisha Costa e Pietro Ferreira 10 de out. de 2025 6 de dez. de 2025 Forja aborda a negritude por meio de expressões artísticas pretas na cidade de Porto Alegre. O título alude ao ato de 'forjar' a partir de Ogum, divindade de matriz africana com domínio sobre o ferro. São pensadas diferentes formas de celebrar as respostas diante do racismo e das violências sociais. Saiba + Topografia dos Encontros Período Curadoria Anelise De Carl 1 de ago. de 2025 27 de set. de 2025 A exposição Topografia dos encontros, de zarro, articula pintura, colagem e arquivos históricos para reelaborar memórias e traumas políticos, transformando vestígios do passado e cenas de coletividade em potentes rituais de cura e afirmação do comum. Saiba + Canteiro de Obras #2 Período Curadoria Guilherme Mautone, Guilherme Leon e Nazú Ramos 13 de jun. de 2025 14 de jun. de 2025 A mostra Canteiro de Obras #2 consolida o jardim como território de experimentação efêmera, apresentando obras processuais e interativas que, sem a rigidez de um eixo narrativo, brotam e surpreendem o público como fenômenos naturais de um ecossistema artístico. Saiba + Estado de Livusia Período Curadoria Gabriela Motta 22 de mai. de 2025 17 de jul. de 2025 A exposição Livusia, da artista Virginia Di Lauro, utiliza a hibridez entre fotografia, pintura e performance para investigar a fusão entre o corpo feminino e a natureza, criando imagens oníricas e insubmissas que buscam inventar novos mundos diante das ruínas da contemporaneidade. Saiba + A força inercial do hábito Período Curadoria Guilherme Mautone 14 de mar. de 2025 10 de mai. de 2025 Inspirada pelo preceito de Maria Gabriela Llansol, a exposição propõe abrir a casa numa interrogação, utilizando a arte para romper com a inércia do hábito e questionar os estereótipos históricos e filosóficos que relegam o espaço doméstico ao desinteresse epistemológico. Saiba + Anotações à margem Período Curadoria Sátira Machado e Caroline Ferreira 1 de nov. de 2024 22 de fev. de 2025 A exposição Anotações à Margem celebra o legado de Oliveira Silveira e o Dia da Consciência Negra, estabelecendo um diálogo visual entre a poesia do autor e obras de diversos artistas para refletir sobre a resistência e a liberdade afrodiaspórica. Saiba + Gesto Período Curadoria Marina Câmara, Marcela Futuro, Sammy Duarte, Ali do Espírito Santo 5 de jul. de 2024 26 de out. de 2024 A exposição Gesto explora a performance como um campo híbrido e histórico que corporifica o pensamento crítico, organizando-se em núcleos que transitam entre o erotismo, o trabalho e a política para destacar a coragem do artista que se torna a própria obra. Saiba + Mão de Obra? Período Curadoria Izis Abreu, Guilherme Mautone 15 de mar. de 2024 21 de jun. de 2024 A exposição coletiva Mão de obra? reuniu artistas contemporâneos no Remanso para promover uma reflexão crítica sobre a ubiquidade do trabalho e as estruturas de opressão social, integrando mediação educativa e a presença itinerante da Biblioteca da Vila. Saiba + Canteiro de Obras #1 Período Curadoria Guilherme Mautone, Guilherme Leon e Caroline Ferreira 13 de mar. de 2024 14 de mar. de 2024 A exposição Canteiro de Obras #1 ressignifica o jardim da Remanso como um espaço de experimentação coletiva, apresentando, em formato de curta duração, propostas artísticas performáticas e colaborativas que transformam a desordem da reforma em potência criativa. Saiba +
- Estado de Livusia | Remanso
Estado de Livusia CURADORIA Gabriela Motta INÍCIO 22 de maio de 2025 FIM 17 de julho de 2025 E foram virando peixes, Virando conchas, Virando seixos, Virando areia, Prateada areia, Com lua cheia, E à beira-mar Chico Buarque, Mar e Lua, 1980. Interpretada por Cida Moreira. As cabeças e os olhos cerrados. As cavernas, as pedras e as entranhas do corpo. Galhos, folhas e raízes. Tripas, seios e líquidos. As imagens fotográficas laceradas e as figuras femininas. Tudo é corpo; ou melhor, corpa e, enquanto corpa, respira, sangra e produz calor. Diante das imagens concebidas por Virginia Di Lauro, o afã em nomear os signos, os traços ali presentes, vem acompanhado da ânsia em perceber a insuficiência do procedimento. Cada imagem se transforma em uma vertigem, um rastro de por onde a mente da artista vagueia na busca por formas, fusões, decomposições, atravessamentos, capazes de elaborar um sentido diante da ruína de nosso tempo. Vivemos a falência de projetos utópicos alicerçados em exploração de recursos humanos, naturais, espaciais e a urgência de imagens menos efêmeras para dar conta desses processos, imagens que nos proponham a invenção de mundos novos. Deter-se diante da imagem, extirpá-la, conhecer as linhas das figuras, multiplicar alquimicamente um sujeito, aumentar-lhe o pescoço, assomar matéria ao corpo da imagem, experimentar o gosto do ferro, lamber a chuva, pisar a terra com os pés descalços, repetir a própria face até estranhar-se, até revelar-se infinita. Esses procedimentos aparecem nas fotografias, objetos, vídeos, pinturas, produzidas por Virgínia para tecer histórias visuais nas quais figuras femininas protagonizam narrativas em ebulição. Viver na sua intensidade é tenso, ela parece nos dizer. Reconhecer-se parte e não aparte do mundo faz do mundo a própria carne. Cenas noturnas, florestas, cavernas, fossos, grutas, abismos, são as circunstâncias em que estas personagens se encontram, transformando-se, por vezes, elas mesmas em estruturas arquitetônicas. No caso dos trabalhos em fotografia, por exemplo, Virginia parte quase sempre de imagens de seu próprio corpo (autorretratos, poderíamos dizer?) para, através da manipulação das imagens e de interferências sobre o papel, sugerir a materialização da massa informe do delírio, dos sonhos, dos medos e desejos que nos constituem. Pesadelos ainda são sonhos, ambientes que nos habitam, desalinhando as costuras dos dias em outras tramas. Nesse processo de construção de mundos, os títulos das obras participam da elaboração de sentidos dos trabalhos, reverberando em texto a atmosfera das imagens. “Olhando o céu ruir, atravessando o medo”; “Escuta, algo cresce na atmosfera estranha dos tempos”; “Também no caos, escutava, gestava, crescia”; “Viver era uma ferida aberta” são alguns desses nomes misteriosamente literários que abraçam as imagens. Em uma dessas fotografias, “Sob o céu de maio”, três figuras femininas sentadas em círculo, parecem sustentar com as cabeças a parte superior da imagem. Uma espécie de coluna vertebral externa estrutura cada figura, como raízes a crescer para fora da terra. Fios delicados conectam olhos e bocas dessa(s) mulher(es), cujos braços repousam ora no colo, ora ao lado do corpo. O repouso não é relaxamento, mas constância na missão de suspender o céu. Reminiscências da enchente encharcam a lembrança dessa vivência, mas – como diria Manoel de Barros – chovendo no futuro. A Livusia que dá nome à exposição é daquelas palavras insubstituíveis. Confusão? Perigo? Agitação? Bagunça? Fantasma? Tudo junto? – não há sinônimo suficiente, pois só ela mesma abraça seus sentidos, inclusive pelo som que produz, pelo assovio que habita o encontro de suas letras finais, pela lisura da palavra que corre na boca feito cobra no sertão. Virginia Di Lauro incorpora em sua poética a livusia da existência, nos oferecendo em imagens um possível porvir alucinadamente individual e utopicamente coletivo. Gabriela Motta TEXTO DA ARTISTA Sou de Barra do Choça, interior da Bahia. De uma região conhecida como sertão da ressaca. Essa é a terra que brotou meu corpo de vida. Cresci escutando estórias de mistérios, assombrações, encantarias, sempre ao redor de muitas mulheres. Uma delas, Dona Clara, com mais de cem anos, contava-me do tempo dentro de uma bacia d'água. Tudo isso – e mais um tanto – inscreveu-se em mim, desde a infância. Construía-se em mim, assim, meu imaginário; e, acredito, que também o de muitos tantos daquela nossa cidade e região. Primeiro a escuta, a presença, a curiosidade e a imaginação brotando a infância. Depois, veio a palavra nos livros das bibliotecas de escola, a poesia apresentada por minha mãe, os desenhos nos versos das impressões de provas escolares. De minha vó, veio a relação com as linhas e os nós, as manualidades, o plantar na terra, as brincadeiras que fazíamos com as sombras das mãos sobre a parede sempre que ficávamos sem energia. Daí veio também a costura, o hábito de contar os sonhos dormidos pela manhã, seus ensinamentos de olhar o céu, a natureza, caminhar sobre pedras escorregadias. E, talvez o mais importante: o pisar devagar. Das mulheres aprendi a estar viva. E a construir caminhos. Mas não só; embora tudo que com elas aprendi não caberia numa estrofe. Meu trabalho artístico é atravessado, afetado, por todo esse antes que me acompanha presente até hoje, onde a realidade se entrecruza na ficção. Através do onírico, da imaginação, dos acontecimentos e afecções cotidianas, do espantoso da natureza e das nossas emoções humanas. A partir daí, teço possíveis de criação e encantaria. Em meu trabalho, emprego, sobretudo, o corpo e o feminino, que variam entre suporte e temática. Embora sempre como fonte geradora de outros corpos, atmosferas, livusias, mutações e modificações. Por estes caminhos, questiono ao meu modo as normas estabelecidas sobre o corpo e sobre nossas relações com a vida na contemporaneidade, assolada pelo capitalismo e pelos moralismos patriarcais que distorcem nossos sentidos, descolando-nos e distanciando-nos das múltiplas possibilidades de tecer o bem-viver e de sonhar outras imagens que nos permitam atravessar os desastres iminentes. Nas minhas imagens – seja por meio da pintura, do desenho, da fotografia ou do vídeo – tateio atmosferas onde o corpo, sobretudo da mulher, pode apenas ser e estar. Seja entre ou seja fundida aos elementos da natureza; ou aos que sugerem tais elementos, ou numa situação caótica, erótica, estranha, inquietante, assombrosa. Ou, então, solitária, de descanso, onde o corpo flutua. Mas também num fundo longe e escuro: vazio. O corpo, em minhas imagens, pode atravessar o terror, a violência, o desastre, mas também dançar no caos, relacionando-se com o estranho que é ser o que ele é, um corpo, entre a vida e a morte, modificando-se, podendo ser muito, sem receios. Meu processo artístico se dá no encontro de possibilidades que a matéria, o corpo, o espaço físico e o digital me apresentam. Meu trabalho é, em todos os sentidos, insubmisso e insurgente. Cruzo diferentes linguagens, técnicas e processos artísticos como um caminho de experimentação e de liberdade, de composições e de possibilidades. Nele, invoco interferências fotográficas, digitais e manuais nas imagens; trabalho com a pintura, a performance, o vídeo, a palavra e a construção do que chamo de objetos-coisas-máscaras. As interferências fotográficas acontecem no depois do ato fotográfico ou do registro da performance, da cena. É todo antes que me guia quando a imagem está impressa. A fotografia em meu processo é um ponto de encontro dos outros meios que utilizo. Ela, para mim, afeta e é afetada pelos objetos-coisas-máscaras, pela pintura e pelo desenho, pelo vídeo, pela palavra e vice-versa. Todos estes processos e práticas artísticas vão construindo tessituras que se atravessam, seja no corpo da matéria, no ato, ou subjetivamente, movendo a poética de minha pesquisa e produção. Virginia Di Lauro ARTISTAS Virgínia Di Lauro
- Canteiro de Obras #1 | Remanso
Canteiro de Obras #1 CURADORIA Guilherme Mautone, Guilherme Leon e Caroline Ferreira INÍCIO 13 de março de 2024 FIM 14 de março de 2024 Quando Elida Tessler, artista contemporânea gaúcha, visitou pela primeira vez a Remanso ainda em seus estágios intermediários de revitalização e reforma, ao ser apresentada ao jardim do instituto como um literal "canteiro de obras" -como se estivesse sendo avisada para tomar cuidado ou como se estivessem pedindo para que fosse leniente com a eventual bagunça de uma casa ainda em reforma - ela prontamente parou, fitou o jardim e repetiu com calma, fazendo uma escanssão: "canteiro de obras". Essa repetição - típica das sessões de análise, em que um analista devolve ao analisando o seu próprio discurso de modo a convidá-lo para refletir sobre o dito - surtiu o efeito talvez intencionado por Tessler. Por que não pensar naquele jardim também como um espaço no qual a arte pudesse emergir, subsistir, ser mostrada, vivida, debatida? Por que não transformar aquela desordem literal numa oportunidade para o surgimento da arte, sua inauguração? Por que não um canteiro de onde, também, brotassem obras? Habitada pela interrogação proposta por Tessler meses antes de março de 2024, a equipe da Remanso, na oportunidade de inauguração do instituto, colocou-se a pensar, conceber e planejar uma espécie de exposição distinta das demais: em formato, em temática, em conceito, em curadoria, mas em diálogo com aquele momento inaugural e com um espaço muito singular - o jardim. O jardim - longe da expectativa rococoizante - como um espaço de experimentação, de expectativa, de investimento de desejo. O jardim como lugar de se estar junto, fazer junto. Partindo dessa origem e das muitas interrogações que ela suscitou desde então, é que Canteiro de Obras #1 surge como uma proposta expositiva temporária, de curta duração, marcada por obras de caráter performático, colaborativo ou que evidenciem as instruções, o seguir regras ou o faça-você-mesmo como motor artístico. Com curadoria de Guilherme Mautone, Guilherme Leon e Caroline Ferreira, a primeira edição de Canteiro de Obras apresentou durante 2 dias, em horários alternados, um conjunto de propostas artísticas que ocuparam o jardim e, aliás, parte do restante da casa, preenchendo-a com arte contemporânea. Guilherme Mautone ARTISTAS Ecomuseu Urbano, Coletivo infraordinaries, Janaína Ferrari, Beirada, Marina Rombaldi, Coletivo No Coração da Agulha
- Remanso
Redirecionando, aguarde.
- Remanso
Redirecionando, aguarde.
- Kadu Ramos | Remanso
Kadu Ramos 2026 Programa de Concessão de Ateliê Participou da residência artística AJURICABA (2026, Colares–PA) e foi um dos selecionados para o projeto “Acompanhamento e Exposição” na Casa Musgo (2025, Porto Alegre–RS). Fez parte da mostra coletiva “Dedos Cruzados”, realizada na Casa de Cultura Mario Quintana (2025), assim como foi um dos artistas presentes na exposição “Um Lugar Como Nenhum Outro” (2025). Também participou do evento cultural “Canteiro de Obras #2”, produzido pelo Instituto Cultural Remanso (2025). Teve seu trabalho apresentado na Mostra Novembro Negro (2025), em exposição idealizada pelo MPF da 4ª Região, em Porto Alegre–RS. É graduando em Artes Visuais – Licenciatura pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Texto (entrega final do PPAC) Instagram Site pessoal Portfólio
- CANTEIRO DE OBRAS #2 | Remanso
Minimostra de arte contemporânea realizada em 13 e 14 de junho de 2025. CANTEIRO DE OBRAS # 2 FICHA TÉCNICA ARTISTAS Ana Shtlr Caroline Sant'Anna Coletivo Moebius Cristina Lisot Estêvão da Fontoura Haeser Janaína Ferrari Juruna (Dio Coutt) Leonardo Miguel Maria Eduarda Nectoux Tise CURADORIA Guilherme Mautone, Guilherme Leon, Bianca Lagasse e Nazú Ramos DIREÇÃO ARTÍSTICA Guilherme Mautone DIREÇÃO EXECUTIVA Guilherme Leon PRODUÇÃO EXECUTIVA Nazú Ramos PRODUÇÃO EXECUTIVA | REMANSO Bianca Lagasse IMPRENSA Raphaela Donaduce | Donaflor MONTAGEM & OPERACIONAL Claiton Martins APRESENTAÇÃO Por que não pensar este jardim também como um espaço onde a arte possa emergir, subsistir, mostrar-se, ser vivida, performada e debatida? Por que não transformar a desordem literal de um canteiro de obras (algo que este jardim já foi no passado) em uma oportunidade para o surgimento da arte e sua inauguração? Por que não um canteiro de onde, também, brotassem obras? Em 13 e 14 de março de 2023, este jardim era um literal canteiro de obras. Um ano depois, inspirados pela sugestão de ler na literalidade a possibilidade da metáfora, inauguramos uma minimostra de arte contemporânea intitulada Canteiro de Obras #1. Durante dois dias, em 2024, este espaço estimulou, abrigou, fez circular e exibiu propostas artísticas diversas, embora unidas pelas ideias da experimentação, da interação e da colaboração. Passados dois anos do pó de cimento, do constante barulho circular das misturadoras de concreto e do vai-e-vem de trabalhadores da construção civil; e passado um ano da primeira metaforização deste espaço; inaugura-se Canteiro de Obras #2, uma mostra de arte contemporânea rápida realizada nos dias 13 e 14.06.25, com a participação de artistas interessados nos processos artísticos experimentais e processuais e de obras que perfazem sua consecução mediante a interação com o público visitante. Não há, propriamente, um eixo narrativo que as amarre ou que nos permita justificar uma leitura pela via da rígida coerência curatorial. Elas aparecem aqui feito as coisas que aparecem nos jardins: cogumelos que brotam do dia pra noite, uma lesma que rasteja e deixa seus indícios, o passarinho que pousa, o farfalhar das folhas no arbusto, uma pegada insidiosa, um brilho fugidio ao longe, mas que logo some. E está bem que sejam assim: que se coloquem pra nós fugidias, nos surpreendam, nos deixem pensando e nos convidem a tomar parte. Guilherme Mautone LISTA DE OBRAS ANA SHTLR (Cruz Alta, RS, 1981) | LEONARDO MIGUEL (Osório, RS, 2002) | MARIA EDUARDA NECTOUX (Porto Alegre, RS, 1997) | TISE (Porto Alegre, RS, 2000) > Ocupa-se , 2025. Série Ocupari Predial . Cartaz em lona vinílica. 3 x 1 m. > Sem título , 2025. Série Ocupari Predial . Impressão digital sobre papel offset. 21 x 29,7 cm. Tiragem: 50 unidades. > Banheiro Social , 2025. Série Ocupari Predial . Instalação com objetos encontrados (vaso sanitário de cerâmica azul, pia, tapete de crochê, papel higiênico, fonte, patos de borracha, sabonete e espelho). Dimensões variáveis. A intervenção utiliza estratégias simbólicas e dispositivos ficcionais para ativar reflexões sobre a função social dos espaços urbanos. Partindo de um mapeamento poético de imóveis desocupados no Centro Histórico de Porto Alegre, o coletivo concebeu uma imobiliária inventada e usando desse vocabulário desenvolve materiais gráficos para serem distribuídos e colados nesses locais visitados. Questionando o direito à moradia e a especulação imobiliária que tem transformado a paisagem da cidade com seu abandono. Com sua arquitetura de "casa” a Remanso será colocada como esse local a ser ocupado, onde resquícios de domesticidade aparecem e a linguagem da publicidade anuncia o que não pode entregar. CAROLINE SANTʼANNA (Porto Alegre, RS, 1999) > Lampejo , 2025. Carimbos de madeira, almofadas e papéis diversos. Dimensões variáveis. O processo criativo se abre como fenda – em sua potencial monstruosidade intimidadora – e propõe uma caça incessante aos lampejos do imaginário, que é o vasto território do cotidiano, do repertório visual, da subjetividade e da possibilidade. Esse estado de suspensão denominado lampejo acontece em instantes fugazes porém férteis e aqui, em forma de palavra, fragmenta-se no intuito de explorar a amplitude de seu significado: formando novas formas (escritas, ou não) a partir de suas letras. CRISTINA LISOT (Caxias do Sul, RS, 1973) > E se eu olhar para o passado? , 2025 | De Curvar (excertos). Vídeo, HD, cor, áudio, 4'39''. Concepção: Cristina Lisot, Daniel Herrera, Sigrid Nora. Curvar o tempo com o corpo, a linha e a imagem propõe uma travessia entre artes visuais, da cena e memória. A proposta, centrada no vídeo zenital e em looping sobre o chão E se eu olhar pro passado?, evoca um tempo espiralar e não-linear. Curvar convoca o público à escuta sensível do tempo e do corpo. O centro da instalação é o vídeo pensando a cidade como palimpsesto: lugar onde camadas de memória são sobrepostas, soterradas, reveladas. Acima, o futuro; abaixo da terra, os que já foram enterrados. ESTÊVÃO DA FONTOURA (Porto Alegre, RS, 1977) > Jardim Espectral , 2025. Intervenção com iluminação cênica. Na intervenção Jardim Espectral o resultado idealizado pelo artista se dá na presença, seja das plantas, ou das pessoas, sejam visitantes ou equipe do Remanso e seus movimentos e interações no pátio. Refletores nas três cores primárias da luz - vermelho, verde e azul - estarão espalhados em distintos pontos do espaço, opostos às paredes e apontados para estas com seus focos sobrepostos formando iluminação branca nas paredes brancas. As plantas entre os refletores e as paredes formarão belíssimas silhuetas multicoloridas na superfície das paredes. JANAÍNA FERRARI (Porto Alegre, RS, 1990). > fabular sobre ser fisgada , 2024 - 2025. Brita, cabelo, corda, roldana, balança, carne, osso, tênis. Dimensões variáveis. pelos grossos crescerão em seu corpo / disforme // e nenhuma alma a deverá respeito ou / ouvido / sob qualquer circunstância // seu intelecto circulará reduzido à mudez / das suas crinas // e seu poder enterrado no silêncio do / milênio (poema de Roberta Fofonka em MULA de 2025). JURUNA / DIO COUTT (Alvorada, RS, 1993) | Colaboração: KADU RAMOS (Pariquera-Açu, SP, 1998), RONALDO MONTEIRO (Viamão, RS, 2001). > Desde a terra, para e com ela , 2025. Performance e site specific. Água, semente, argila, folhas, folhas secas, coração de galinha cru, cal, esteiras, defumadores e urna. Dimensões e duração variáveis. Durante dois dias, ao ar livre, em silêncio e presença, três corpos trajados de branco e balaclavas moldam silhuetas com argila, água, sementes e folhas secas, em corações de galinha crus embebidos em cal, pregados na parede. O público é convidado a responder livremente: “Como se autodeclara?”. Defumadores acesos pedem licença ao espaço. Ao final, os corpos de argila são lavados com água. O que era forma vira um rastro. COLETIVO MOEBIUS (Porto Alegre, RS, 2014) | Isadora Franco (Porto Alegre, RS, 1995), Luiza Fischer (Porto Alegre, RS, 1991), Janaína Ferrari (Porto Alegre, RS, 1990), Patrícia Nardelli (Brasília, DF, 1985), Renata Stein (Esteio, RS, 1991). > Aguaçal , 2022 - 2025, performance sonora. Direção e concepção de Patrícia Nardelli. Intérpretes criadora Isadora Franco, Luiza Fischer, Janaína Ferrari e Renata Stein. Gravação, mixagem e masterização de Patrícia Nardelli. Aguaçal propõe a habitação na paisagem sonora de um local fictício criado a partir do trabalho de voz e corpo desenvolvido junto ao Coletivo Moebius de dança contemporânea. Investiga a linguagem do horror e questões de gênero através do uso de técnicas vocais estendidas e da espacialização dos corpos, produzida tanto em tempo real, quanto através da sua fixação em mídia sonora. Aguaçal é um espaço limiar, uma fenda, onde coisas vivas se encontram e outras são conjuradas. Ocupari Predial Ocupari Predial 1/7 Caroline Sant'Anna Caroline Sant'Anna 1/5 Cristina Lisot Cristina Lisot 1/3 Estêvão da Fontoura Estêvão da Fontoura 1/4 Janaína Ferrari Janaína Ferrari 1/5 Juruna (Dio Coutt) Juruna (Dio Coutt) 1/5 Aguaçal Aguaçal 1/3 PROGRAMA PÚBLICO abertura, mediações com acessibilidade 1/16
- EXPOSIÇÃO MÃO DE OBRA? | Remanso
MÃO DE OBRA? FICHA TÉCNICA CURADORIA Guilherme Mautone & Izis Abreu ARTISTAS A Minha Empregada, Coletivo Sopapo de Mulheres, Frente 3 de Fevereiro, Henrique Pasqual, Leandro Machado, Lia Braga, Museu de Resgates ,Salvador, Silvana Rodrigues, Vherá Xunú, Virginia di Lauro, zarro. APRESENTAÇÃO Mão de obra? consistiu em uma exposição temporária, uma mostra coletiva de artistas contemporâneos realizada no Remanso - Instituto Cultural, entre os meses de março e julho de 2024. Com curadoria de Guilherme Mautone e Izis Abreu, a mostra reuniu o trabalho de seis artistas vivos e quatro coletivos artísticos com a finalidade de refletir, através da singularidade das poéticas e das obras apresentadas, sobre o conceito de trabalho e sua ubiquidade em nossa vida contemporânea. No contexto atual, marcado pela retomada crítica da história (sobretudo da história da arte) e pelo reconhecimento da permanência de sistemas sociais de opressão herdados do passado colonial e ainda capazes de nos estruturar subjetivamente, atentar para o tema do trabalho humano e sua apresentação crítica através da produção artística nos oferece uma porta de entrada privilegiada para o desenvolvimento do pensamento crítico e da elaboração comum de um projeto utópico de sociedade em que tais sistemas não mais se repitam. Destinada para o público em geral, a exposição contará com ações pontuais de ativação no formato de atividades de mediação para crianças e adolescentes, mas também no formato de oficinas que envolvam a temática do trabalho e da força produtiva a partir da apreciação e debate daquelas visualidades presentes na mostra. A exposição também conta com a presença da Biblioteca da Vila, obra-espaço-dispositivo itinerante, inventada pelo coletivo Museu de Resgates, vinculado ao assentamento Santa Teresinha (Vila dos Papeleiros, PoA, RS), que durante todo o período da mostra passará a ser ativado através da troca de livros com visitantes e turmas de escolas públicas. PERÍODO DE EXPOSIÇÃO 15 de março - 21 de junho de 2024 APOIO Kim Gesswein COLAB PUCRS Biblioteca Pública de Nova Iorque LISTA DE OBRAS A MINHA EMPREGADA (Twitter / X, Brasil, 2014). Prints do Perfil A Minha Empregada , 2014 - 2024. Printscreens em tablet. Perfil público. Disponível em: https://twitter.com/aminhaempregada COLETIVO SOPAPO DE MULHERES - Quilombo do Sopapo / Clarissa Silveira, Cristina Nascimento, Denise Flores, Diane Barros e Marion dos Santos (Porto Alegre, RS, Brasil, 2013). Cárcere , 2014. Peça sonora. 4min32s. Acervo do coletivo | Financiamento da Secretaria de Estado da Cultura do RS (SEDAC RS) através do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), 2014. COLETIVO SOPAPO DE MULHERES - Quilombo do Sopapo / Clarissa Silveira, Cristina Nascimento, Denise Flores, Diane Barros e Marion dos Santos (Porto Alegre, RS, Brasil, 2013). Cárcere , 2024. Instalação. Sapatos sobre blocos de gesso. 1 × 1 m (cada). Acervo do coletivo. FRENTE 3 DE FEVEREIRO (São Paulo, SP, Brasil, 2004). Zumbi Somos Nós , 2007. Documentário, cores, 51min25s, YouTube de Daniel Lima. Acessível em: https://www.youtube.com/watch?v=jVHmoqHciD8 Minutagem da reapresentação: 24m37 - 26m56 HENRIQUE PASQUAL (Porto Alegre, RS, Brasil, 1990). Prumo , 2022. Frottage e desenho sobre papel de arroz. 97 × 160 cm Acervo do artista. HENRIQUE PASQUAL (Porto Alegre, RS, Brasil, 1990). Cavadeira , 2022. Frottage e desenho sobre papel de arroz. 97 × 160 cm. Acervo do artista. HENRIQUE PASQUAL (Porto Alegre, RS, Brasil, 1990). Marreta , 2022. Frottage e desenho sobre papel de arroz. 66 × 97 cm. Acervo do artista. HENRIQUE PASQUAL (Porto Alegre, RS, Brasil, 1990). Pro Labore , 2024. Escultura de concreto a partir de molde de algintato. 29 × 24 × 7 cm. Acervo do artista. JEAN-BAPTISTE DEBRET (Paris, França, 1768 - Paris, França, 1848). Une dame brésilienne dans son intérieur [Uma dama brasileira em seu interior ], 1834. Lambe de imagem digital sobre papel off-set. 400 × 280 cm. Acervo da Biblioteca Pública de Nova Iorque (Nova Iorque, EUA). Imagem original: Gravura, litografia em cores, 51,4 × 33,3 cm. 1934. Gravador: Charles Motte. Edições Firmin Didot Frères. Paris (França). LEANDRO MACHADO (Porto Alegre, RS, Brasil, 1970). Coleção , 2020 - 2023. Luvas utilizadas por trabalhadores em diversas atividades, encontradas pelas ruas da cidade. 272 × 180 cm. Acervo do artista LEANDRO MACHADO (Porto Alegre, RS, Brasil, 1970). Sem mãos, sem obra , 2024. Texto poético sobre adesivo vinílico e caneta permanente sobre vidraça. 272 × 180 cm. Acervo do artista. LIA BRAGA (Santa Maria, RS, Brasil, 1974). Formas Resguardadas , 2014 - 2020. Crochê sobre fragmentos de objetos. 200 × 200 cm. Acervo da artista. MUSEU DE RESGATES / Antônio Carboneiro, Cristiano Sant’Anna, Jacson Carboneiro (Porto Alegre, RS, Brasil, 2019). Biblioteca da Vila , 2023. Biblioteca ambulante sobre um carrinho de papeleiro adaptado. Dimensões variáveis. Acervo do coletivo. SALVADOR (Canguçu, RS, Brasil, 1978). Sem título , 2022. Impressão em relevo, acrílica e embalagem. Dimensões variáveis. 39 × 52,5 cm. Acervo do artista. SALVADOR ( Canguçu, RS, Brasil, 1978). Sem título , 2022. Impressão em relevo, acrílica e embalagem . Dimensões variáveis. 39,5 × 33,5 cm. Acervo do artista. SALVADOR ( Canguçu, RS, Brasil, 1978). Sem título , 2022. Impressão em relevo, acrílica e embalagem . Dimensões variáveis. 22,5 × 34,5 cm. Acervo do artista. SILVANA RODRIGUES (Porto Alegre, RS, Brasil, 1986). Relaxamento Afro , 2018 - 2021. Lambes em papel offset. 200 × 1100 cm. Acervo da artista. VHERÁ XUNÚ (Itapiranga, SC, Brasil, 1992). Cidade é área indígena , 2022. Lambes de fotografia digital. 84 × 118,9 cm Acervo do artista. VIRGINIA DI LAURO (Barra do Choça, BA, Brasil, 1989). Do tempo , 2023 - 2024. Vídeo instalação. 4’15’’. Projeção sobre terra e espelho. 85 × 60 cm. Acervo da artista. ZARRO (Viamão, RS, Brasil, 1987). Tava loca que tu visse , 2023 - atual. Colagem sobre papel, tinta acrílica, pincel atômico e giz pastel. Dimensões variáveis. Acervo da artista ZARRO (Viamão, RS, Brasil, 1987). Coisário do Rio , 2022 - atual. Tijolos coletados às margens do Guaíba (Porto Alegre), oriundos dos períodos de aterramento. Dimensões variáveis. Acervo da artista PROGRAMA PÚBLICO
- Audiodescrição Leandro Machado | Remanso
Audiodescrição da obra de Leandro Machado: E o que depender de mim, fique à vontade (2025) Clique aqui para ir para as outras informações
- SEMANA DE ABERTURA | Remanso
A semana de abertura do Remanso - Instituto Cultural irá ocorrer entre os dias 09 e 15 de março. As atividades dessa semana incluem a Feira Garganta, um Ciclo de Palestras, uma Mini Mostra de Arte contemporânea e uma abertura de exposição. ABRIR verbo intransitivo semana de abertura PROGRAMAÇÃO 09 e 10 de março 14h às 20h FEIRA GARGANTA 11 e 12 de março 19h CICLO DE DEBATES: ARTES VISUAIS E ESPAÇOS INDEPENDENTES 13 e 14 de março 10h às 20h CANTEIRO DE OBRAS: MINI MOSTRA DE ARTE CONTEMPORÂNEA 15 de março 19h ABERTURA DE EXPOSIÇÃO: MÃO DE OBRA? Segunda e terça-feira 1 1 e 12 de março 19h Segunda-feira, 11 de março TORREÃO & SUBTERRÂNEA Elida Tessler Lilian Maus Adauany Zimovski Eduardo Veras (mediação) Inscrições dia 11 CICLO DE DEBATES: ARTES VISUAIS E ESPAÇOS INDEPENDENTES Terça-feira, 12 de março CASA GRANDE & CASA BAKA Estêvão da Fontoura Silvana Rodrigues Leandro Machados Diego Groisman Izis Abreu (mediação) Inscrições dia 12 Quarta e quinta-feira 13 e 14 de março 10h às 20h 13 de março, quarta-feira 9h00 10h00 Todo o dia 18h00 Ecomuseu Urbano No Coração da Agulha Marina Rombaldi Infraordinaries CANTEIRO DE OBRAS: MINI MOSTRA DE ARTE CONTEMPORÂNEA 14 de março, quinta-feira 15h00 16h00 18h00 Infraordinaries Janaína Ferrari Beirada Sexta-feira 15 de março 19h ABERTURA DE EXPOSIÇÃO: MÃO DE OBRA? A Minha Empregada, Biblioteca da Vila, Coletivo Sopapo de Mulheres, Frente 3 de Fevereiro, Henrique Pasqual, Leandro Machado, Lia Braga, Vherá Xunú, Virginia di Lauro, zarro Curadoria: Guilherme Mautone Izis Abreu Sábado e domingo, 09 e 10 de março 14h às 20h FEIRA GARGANTA FEIRA DE ARTE IMPRESSA: 40 expositores entre artistas e publicadores independentes DIA 09, 18h30 - Show de JESSIE JAZZ DIA 10, 16h00 - Narrativas em cruzo: processos de escrita, com LILIAN ROCHA, MICHELE ZGIET e ANDERSON COELHO
- EIXOS | Remanso
OCUPAÇÃO + O Eixo OCUPAÇÃO da Remanso envolve as diferentes modalidades de fomento à produção de arte contemporânea através da ocupação dos espaços institucionais, sobretudo àqueles relacionados ao ateliê coletivo. É o eixo institucional que mais diretamente dialoga com nossa missão cultural de ampliar o acesso à cultura e às artes visuais no RS. Este eixo desdobra dois programas principais: Programa de Concessão de Ateliê Programa de Residência Artística Editais > PROGRAMA DE CONCESSÃO DE ATELIÊ Organizado por chamada pública, regulada por edital e de inscrição gratuita, o programa seleciona a cada ano 2 artistas em início de trajetória. Para artistas selecionades, a Remanso concede gratuitamente o ateliê coletivo durante 6 meses, prorrogáveis por mais 6 meses (totalizando 1 ano), junto de uma bolsa de fomento à produção artística, auxílio de custo para a compra de materiais e insumos artísticos e vale transporte. Artistas selecionades também podem participar de atividades organizadas pela Remanso de modo inteiramente gratuito, usufruindo de oportunidades de formação, circulação de arte e dos encontros que proporcionamos entre agentes do campo da arte. Público-alvo Artistas em início de carreira e com trajetória ainda não consolidada / legitimada; com produção continuada há, pelo menos, 2 anos; residentes da Região Funcional 1 do estado do Rio Grande do Sul (Porto Alegre e Região Metropolitana); reserva de vagas para artistas que sejam pessoas negras ou pardas, LGBTQIAPN+ e pessoas que tenham estudado em escolas públicas. > PROGRAMA DE RESIDÊNCIA ARTÍSTICA Organizado por convite institucional (Diretoria Cultural) ou por chamada pública regulada por edital, o programa envolve a realização de projetos artísticos pontuais no contexto da Remanso. Com duração de 1 mês, prorrogável por mais 1 mês, o programa conta com a cedência de espaços para a realização do projeto, bolsa de fomento à produção de arte, auxílio estadia e deslocamento, ajuda de custo para a compra de materiais e insumos artísticos e vale transporte. Público-alvo Artistas em início de carreira e com trajetória ainda não consolidada / legitimada; com produção continuada há, pelo menos, 5 anos; residentes de outros municípios e estados (excetuando-se a Região Funcional 1 do estado do Rio Grande do Sul, ou seja, Porto Alegre e Região Metropolitana); reserva de vagas para artistas que sejam pessoas negras ou pardas, LGBTQIAPN+ e pessoas que tenham estudado em escolas públicas. FORMAÇÃO + O Eixo FORMAÇÃO da Remanso promove de modo sistemático e continuado oportunidades de formação e aperfeiçoamento profissional oferecidas pela instituição tanto para artistas em início de trajetória, quanto para artistas com trajetória consolidada; mas também para o público em geral. A Remanso conta com 3 espaços voltados às atividades formativas: as salas de aula Tuco Tuco e Quero Quero (3º andar), e o auditório (2º andar). Este eixo desdobra três programas principais: Formação em artes, culturas & humanidades Formação em práticas & processos artísticos Capacitação continuada de docentes > FORMAÇÃO EM ARTES, CULTURAS & HUMANIDADES Programa formativo que oferece ao público um conjunto de atividades diversas, de cunho teórico, nos campos do conhecimento mais imediatamente relacionados com as artes visuais. Continuamente são lançados cursos de curta duração (2h) e seminários (8h), todos realizados na Remanso, por um time de docentes oriundos de diferentes áreas do conhecimento. As atividades não são apenas oportunidades de formação e aperfeiçoamento, mas também espaços de encontro e confraternização. > FORMAÇÃO EM PRÁTICAS & PROCESSOS ARTÍSTICOS Pensado para atender um público interessado em vivenciar de modo livre e experimental as diferentes práticas, processos, linguagens e técnicas artísticas, a Formação em Práticas & Processos Artísticos oferece um conjunto de aulas de cunho prático para diferentes suportes da arte: os tradicionais desenho, pintura, aquarela, gravura; mas também os suportes contemporâneos como, por exemplo, colagem, performance, fotografia, etc. > CAPACITAÇÃO CONTINUADA DE DOCENTES Voltado para atender educadores, professores e docentes das escolas da rede pública e privada, este programa oferece oportunidades de incentivo à formação continuada de docentes, com foco em temas contemporâneos e, especialmente, em reflexões sobre a interseção entre artes visuais, produção artística e educação. Contate-nos pelo e-mail educativo@remanso.org.br para maiores informações sobre este programa. CONSULTE ABAIXO AS ATIVIDADES DE FORMAÇÃO COM INSCRIÇÕES ABERTAS: Arte contemporânea: notas de viagem ter., 04 de nov. Mais informações Informações Gestão & Produção Cultural qui., 16 de out. Mais informações Informações Quando é arte? Um diálogo entre as artes visuais e a filosofia ter., 07 de out. Mais informações Informações Curso Livre de Xilogravura | turma de agosto ter., 09 de set. Mais informações Informações Curso Livre de Xilogravura | turma de setembro sáb., 06 de set. Mais informações Informações Curso Livre de Desenho | 2ª edição sáb., 06 de set. Mais informações Informações Curso de Modelo Vivo | 2ª edição qui., 04 de set. Mais informações Informações Curso Livre de Pintura | 2ª edição qui., 04 de set. Mais informações Informações Laboratório de Acompanhamento Artístico qua., 03 de set. Mais informações Informações Curso Livre de Aquarela | 2ª edição (turmas 1 e 2) qua., 03 de set. Mais informações Informações Da História às histórias da arte: um passeio ter., 02 de set. Mais informações Informações CIRCULAÇÃO + O Eixo CIRCULAÇÃO da Remanso se relaciona com a promoção da difusão de artes visuais e ideias sobre artes através de diferentes mecanismos. Aqui está envolvida toda a agenda de exposições realizadas pela instituição; mas também ações de ativação expositiva e ações de pesquisa envolvendo a história, teoria e crítica de arte . Neste eixo também se encontra organizado o Comitê Curatorial da Remanso , responsável pela avaliação de propostas de exposição e ativação expositiva. Este eixo desdobra três programas principais e um comitê: Programa Expositivo Programa de Pesquisa em arte contemporânea, processos curatoriais & documentação Comitê Curatorial > PROGRAMA EXPOSITIVO Relaciona-se com todos os processos envolvidos na concepção, montagem, abertura, programação e realização de exposições no espaço expositivo da Remanso. As exposições são oriundas de: convites da Diretoria Cultural e do Comitê Curatorial; chamadas públicas reguladas por editais de inscrição gratuita; sincronizadas com o Programa de Concessão de Ateliê do Eixo Ocupação. + Informações do Programa Expositivo aqui. + Agende visita mediada > PROGRAMA DE PESQUISA EM ARTE CONTEMPORÂNEA, PROCESSOS CURATORIAIS & DOCUMENTAÇÃO O programa envolve a realização de pesquisa de cunho teórico, dentro da área de história, teoria e crítica de arte, com foco em arte contemporânea, processos curatoriais e lógicas de documentação vinculadas às artes visuais. O programa é voltado para jovens pesquisadores, é divulgado por chamada pública regulada por edital, tem duração de 6 meses, com o pagamento de uma bolsa de fomento à pesquisa. + Informações sobre o programa aqui. APROXIMAÇÃO + O Eixo APROXIMAÇÃO da Remanso procura fomentar os vínculos e a aproximação com a vizinhança e a comunidade do entorno. Pensando numa conexão mais profunda com o cenário local, e reconhecendo que encontros são oportunidades poderosas para as trocas, procuramos estimular ações de visitação e de abertura da Remanso para a comunidade. Este eixo desdobra dois programas principais: Programa Arte & Escola Programa Arte & Comunidade



