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  • FORJA | Remanso

    FORJA CURADORIA Aisha Costa e Pietro Ferreira INÍCIO 10 de outubro de 2025 FIM 6 de dezembro de 2025 Contam os itans de Ogum que, ao jogar areia sobre o fogo, o Orixá descobriu que, quando quente, essa areia expunha uma substância maleável, a qual poderia ser moldada e transformada em diferentes objetos, o ferro. Assim, na descoberta do ferro bruto, o Orixá forjou facas, facões e outras ferramentas, sendo entendido como o primeiro ferreiro do universo para algumas das cosmovisões afro-diaspóricas. Aqui, pensamos o ato de forjar a partir da expansão ontológica do termo, encontrando na orixalidade de Ogum a energia necessária para reetir sobre as diferentes formas de celebrar a vida, que surgem enquanto possibilidade de resposta diante do sofrimento social, e que desaguam no mundo em forma de um desejo partilhado coletivamente. Os trabalhos de Forja expõem um sonho coletivo materializado na riqueza das expressões artísticas pretas e periféricas. Nesse sentido, busca-se entrecruzar as vivências pretas e as diferentes estratégias e tecnologias de fuga diante das experiências do racismo e dos efeitos contínuos das atrocidades coloniais, que seguem desdobrando-se no hoje. Em um mundo pautado pela marginalização de corpos negros, o ato de resistir deixa de ser uma angústia individual e se torna um sentimento gestado pela comunidade. Esse ato, portanto, acontece através da escuta, do canto, da dança, da poesia e dos afetos marcados nas corporeidades, transformando-se em reexistências, forjando futuros, como o ferro moldado por Ogum. Partindo desse pensamento, a curadoria de Aisha Costa e Pietro Ferreira em Forja reúne seis artistas residentes de Porto Alegre e região metropolitana: Afrovulto, Crystom Afronário, Fayola Ferreira, Flip Naipe, Mariana Jesus e Rosa dos Anjos, trazendo também ao público imagens de arquivo da obra Negro em preto e branco, da fotógrafa e pesquisadora Irene Santos; além de versos de autoria da rapper Cristal e do músico Paulo Dionísio. O conjunto de obras abrange variadas linguagens, como fotografia, gravura, pintura e vídeo, além de uma instalação site specific e de uma performance da artista Fayola Ferreira na abertura da exposição. AISHA COSTA E PIETRO FERREIRA curadores ARTISTAS Afrovulto, Crystom Afronário, Fayola Ferreira, Flip Naipe, Mariana de Jesus e Rosa dos Anjos

  • EXPOSIÇÃO A FORÇA INERCIAL DO HÁBITO | Remanso

    A FORÇA INERCIAL DO HÁBITO FICHA TÉCNICA ARTISTAS Amanda Charão, Amanda Teixeira, Eduardo Montelli, Elida Tessler, Fernanda Fedrizzi, Giovana Gobbi, Hélio Fervenza, Helô Sanvoy, Leonardo Lopes, Letícia Bertagna, Luciane Bucksdricker, Manoela Cavalinho, Marcelo Koetz, Maria Ivone dos Santos, Mariana Rieira, Michel Au Hasard, Nazú Ramos, Nilton Dondé, Pamela Zorn, Rick Rodrigues, Vera Chaves Barcellos CURADORIA Guilherme Mautone PRODUÇÃO Guilherme Leon e Caroline Ferreira TEXTO CURATORIAL Abrir a casa numa interrogação. É este o preceito de Maria Gabriela Llansol em seu pequeno poema que, aqui, é sugerido enquanto ação mobilizadora de descontinuidades. Diante da força inercial do hábito – descrição de Michel de Certeau sobre o lento processo de inscrição que transforma toda vivência excepcional em hábito, generalizando tantas práticas da mesma ordem – é que a interrogação llansoliana se insurge, rompendo, potencialmente, as resistências que se opõem à mudança. Ainda que habitemos, como lembrou Barthes em Como viver junto , através de Klossowski e Nietzsche, o descontínuo; na casa, este território peculiar, é onde o corpo – seus gestos e suas idiossincrasias – repousa, trabalha, aguarda, encontra, envelhece, come, suja, limpa, fala, cria, vê e faz; mais todos os outros verbos que, juntos, numa equação sempre faltante, praticam no cotidiano da casa a lenta passagem das horas e dos dias. Abrir a casa numa interrogação poderá significar, assim, um discreto delírio: inquirí-la, questioná-la, dela duvidar, incomodar-se com ela, estranhá-la, opondo-se ao estereótipo da casa como o espaço da intimidade criativa ou ao edulcorado e enganador lugar comum da “home, sweet home”. Ainda que essas fantasmagorias disfarçadas sobre a casa nos habitem, desde Xenofonte, no século IV a.C., com seu famoso Oeconomicus , a casa foi registrada na tradição filosófica ocidental como teoricamente desinteressante. Ela é o espaço privado, o lugar da oikonomia , da administração do oikos (casa), como nos lembrou Agamben. Oikonomia , uma práxis, atividade prática sempre demandada diante de uma situação particular, como nos lembrou Aristóteles. Vêm daí, portanto, não apenas um desinteresse filosófico sobre a casa por ser o espaço privado, em oposição ao espaço público, mas também um desinteresse calcado em sua suposta vaziez epistemológica – o conhecimento se faz na ágora, no espaço público onde debatem os homens (ainda que o Banquete, de Platão, famoso diálogo sobre o amor, transcorra numa festa dentro de casa e protagonize na figura de Diótima de Mantinéia, uma mulher, a reafirmação da metafísica das formas e as particularidades da experiência sensível). Talvez por isso, justamente, é que a casa se ofereça desde aí aos muitos estereótipos que não a interrogam e que nos capturam, delineando contradições íntimas. Abrí-la é, portanto, colocar-se a pensá-la. É perguntar por ela, hoje, mas através da arte. Abrir a casa numa interrogação é descontinuá-la, mobilizando uma força maior que a inércia habitual associada a ela. Guilherme Mautone REALIZAÇÃO Remanso - Instituto Cultural APOIO Museu de Arte do Rio Grande do Sul | MACRS Café Musa Velutina Cabocla Cervejas Artesanais CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA Livre LISTA DE OBRAS AMANDA CHARÃO (Novo Hamburgo, RS, 1994). Memorabília , 2025. Carimbo com chaves antigas da casa da Rua Santo Antônio, 366, encontradas no imóvel. Dimensões varoáveis. Site specific / comissionamento institucional. AMANDA TEIXEIRA (Porto Alegre, RS, 1991). Casa de Papel , 2013 - 2025. Instalação. Dimensões variáveis. Acervo da artista. EDUARDO MONTELLI (Porto Alegre, RS, 1989). Minha mãe e suas ferramentas , 2014. Videoperformance. 2'40". Acervo do artista. ELIDA TESSLER (Porto Alegre, RS, 1961). Toda pessoa , 2002. 27 potes de vidro em prateleiras de vidro. 10 cm x 10 cm x 14,5 cm. Acervo da artista. FERNANDA FEDRIZZI (Porto Alegre, RS, 1987). FRESTA!, 2020. Publicação, impressão digital em papel sulfite 180g/m². 13 x 7,5 cm, 16 páginas, edição de 20 exemplares. Acervo da artista. GIOVANA GOBBI (Gramado, RS, 1989). Fui viajar e voltei , 2023. Acrílica, bastão a óleo, lápis de cor, grafite, aquarela e giz pastel sobre tela. 150 x 95 cm cm. Acervo da artista. HÉLIO FERVENZA (Sant'Ana do Livramento, RS, 1963). Rumores , 1996 - 2025. Recortes em papéis impressos (revistas) e alfinetes. Dimensão aproximada de cada elemento (5 elementos): 3 x 4 cm. Acervo do artista. HELÔ SANVOY (Goiânia, GO, 1985). Idade da meia-luz , 2020. Proposição. Dimensões variáveis. Acervo do artista. JORGGE MENNA BARRETO (Araçatuba, SP, 1970). Deusejo , 2011. Borracha vulcanizada. 110 x 150 cm. Acervo do Museu de Arte Contemporânea do RS (MACRS) / Aquisição por compra e doação AAMACRS / Prêmio de Artes Plásticas Marcantonio Vilaça 2010, Funarte. JORGGE MENNA BARRETO (Araçatuba, SP, 1970). Fomiliar , 2011. Borracha vulcanizada. 63 x 83 cm. Acervo do Museu de Arte Contemporânea do RS (MACRS) / Aquisição por compra e doação AAMACRS / Prêmio de Artes Plásticas Marcantonio Vilaça 2010, Funarte. JORGGE MENNA BARRETO (Araçatuba, SP, 1970). Suavisão , 2011. Borracha vulcanizada. 110,5 x 149 cm. Acervo do Museu de Arte Contemporânea do RS (MACRS) / Aquisição por compra e doação AAMACRS / Prêmio de Artes Plásticas Marcantonio Vilaça 2010, Funarte. LEONARDO LOPES (Porto Alegre, RS, 1997). Sem título , 2025. Desenho em matéria queimada sobre papel (carvão, cinzas e fuligem de resíduos domésticos). 60 x 45 cm. Acervo do artista. X 3. LETÍCIA BERTAGNA (Porto Alegre, RS, 1983). Fundo do fora (Potlatch) , 2015 - 2020. Fotografia. 4,06 x 2,82 m. Acervo da artista. LUCIANE BUCKSDRICKER (Porto Alegre, RS, 1977). A casa preta queimada , 2017 - 2025. Objeto. 36 x 38,5 x 23 cm (aproximadamente). Versão 2025 do trabalho de 2017 produzido especialmente para Remanso. Acervo da artista. MANOELA CAVALINHO (Porto Alegre, RS, 1981). Lustre candelabro , 2025. Instalação, site specific. 120 x 120 x 70 cm. Acervo da artista. MARCELO KOETZ (Porto Alegre, RS, 1997). Jogo da Memória, 2021 - 2022. Pastel oleoso e pastel seco sobre filtros de café. 20 x 15 cm (cada) / 60 x 45 cm (montagem com nove desenhos). Acervo do artista. MARIA IVONE DOS SANTOS (Vacaria, RS, 1958). Souffle (2ª edição) , 1993 - 2024. Fotografia de base analógica, digitalizada e impressa em papel Hahnemühle Photo Matt Fibre 200g. 25 x 131 cm (montadas em moldura de acrílico). Arquivo Maria Ivone dos Santos MARIA IVONE DOS SANTOS (Vacaria, RS, 1958). Maçã , 2002. Fotografia de base analógica montada em suporte de acrílico vermelho, 7,2 x 9,5 cm. Arquivo Maria Ivone dos Santos MARIANA RIERA (Porto Alegre, RS, 1982). A cama , 2020. Acrílica e óleo sobre tela, 220 x 145 cm. Acervo da artista. MICHEL AU HASARD (Dois Irmãos, RS, 1992). Era uma casa segura , 2025. Grafite e borracha sobre papel. Três desenhos em A3 (42 x 29,7 cm) / 45cm x 33cm na moldura. Acervo do artista. NAZÚ RAMOS (Sapucaia do Sul, RS, 1999). Exposição da vida íntima , 2023. Lambe. 21 x 261 cm. Acervo da artista. NILTON DONDÉ (Caxias do Sul, RS, 1997). Desengavetando memórias, 2021 - 2025. Site specific, apropriação de gavetas. Dimensões variáveis, cada gaveta: 13 x 45 x 41,5 cm. Acervo do artista. PAMELA ZORN (Três Coroas, RS, 1998). Álbum de família (série) , 2020. Lápis de cor sobre papel pólen e fotografias. 15 x 22 cm (desenhos); 10 x 15 cm (fotografias). Acervo da artista. RICK RODRIGUES (João Neiva, RS, 1988). Sem título (série A casa do passarinho ), 2025. Instalação. Dobraduras de papel. 5 x 5,5 x 5 cm (cada objeto) / e instalação de dimensões máximas. Comissionamento para exposição / distribuição gratuita. VERA CHAVES BARCELLOS (Porto Alegre, RS, 1938). Casasubu (Da série), 2006. Fotografia digital, impressão em papel fotográfico (cópia única). 51 x 6,3 x 3,5 cm (peça emoldurada). Acervo Guilherme Mautone. VÍDEOS PROGRAMA PÚBLICO 14.03.25 Aceita um copo d’água do Guaíba? | por Mariana Silva da Silva (Infraordinaries) | infração artística Ouça o que atravessa as paredes | por Gustiele Fistaról (Infraordinaries) | infração artística Entra, não repara a bagunça | por Lis Machado (Infraordinaries) | infração artística 21.03.25 Conversas sobre a casa | com Letícia Bertagna, Luciane Bucksdricker e Guilherme Mautone | roda de conversa e debates 22.03.25 Ensaios de Morar | por Laura Moreira | oficina 28.03.25 Habitar o hábito: sala de leituras | por Elida Tessler | ciclo de leituras 12.04.25 sempre ter as mãos ocupadas | por Amanda Teixeira | oficina 26.04.25 Reservatório de memórias | por Catarina Dias | oficina 10.05.25 Para uma boa escovação: movimentos circulares | por Tiago Gasperin | performance Vestígios do habitar: memórias impressas | por Amanda Charão | oficina CONVERSAS SOBRE A CASA | com Letícia Bertagna, Luciane Bucksdricker e Guilherme Mautone

  • Santiago Pooter | Remanso

    Santiago Pooter 2025 Programa de Residência Artística Artista-pesquisador nascido em Porto Alegre (RS) em 1995, Santiago Pooter é mestrando em Artes Visuais (ênfase História, Teoria e Crítica de Arte) pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da UFRGS, na linha de pesquisa Relações Sistêmicas da Arte. Sua pesquisa e prática visual se concentram entre a imagem e a escrita, trabalhando a partir de diálogos entre a periferia, a 'alta cultura' e a cultura popular, buscando sempre tensionar as relações coloniais e seus processos de globalização provocados pelo capitalismo. Texto (entrega final do PPAC) Instagram Site pessoal Portfólio

  • zarro | Remanso

    zarro 2024 Programa de Concessão de Ateliê zarro (1987, Viamão, RS, BR) é uma artista afro-latino-americana que atualmente estuda e trabalha em Porto Alegre (RS). É mestranda no Programa de Pós-Graduação em Poéticas Visuais da UFRGS e, desde 2023, é uma das artistas participantes do Programa de Concessão de Ateliê no Remanso - Instituto Cultural. É Bacharel em Artes Visuais pela UFRGS (2022) e licenciada pela mesma instituição em Ciências Biológicas. Complementarmente, atuou junto à rede pública de educação, onde foi professora do ensino fundamental e médio. O início da pandemia ocasionou um momento de reclusão e inflexão em sua trajetória artística, quando passou a produzir num ritmo obstinado, motivada por sua imaginação e mesclando diferentes técnicas em seu processo poético. Coleciona e reúne imagens, fragmentos, vestígios, que servem de testemunhos da vida humana que avança sobre territórios, destacando a simbiose entre sociedade e natureza, memória e trauma. Texto (entrega final do PPAC) Instagram Site pessoal Portfólio

  • Gesto | Remanso

    Gesto CURADORIA Marina Câmara, Marcela Futuro, Sammy Duarte, Ali do Espírito Santo INÍCIO 5 de julho de 2024 FIM 26 de outubro de 2024 A performance e suas formas de registro são os temas desta exposição, cujo título remete ao verbo gestar, para fazermos menção à capacidade da arte processual conceber o pensamento crítico. Os trabalhos presentes na exposição tomam da ontologia da performance a hibridez e a aversão ao maniqueísmo, dando luz à característica principal da performance, que é mobilizar os corpos sem no entanto, desconsiderar o pensamento, irrefutavelmente parte do corpo (não, corpo e mente não só não se distinguem, como uma diferenciação entre eles seria possível apenas em termos de graus, e não de natureza). A tomada do gesto performático como tema de uma pesquisa e exposição diz da importância que observamos na performance, enquanto um ponto nodal na história da arte. Esta importância histórica se deve, no entanto, a nosso ver, menos ao fato deste gênero artístico ser ou não considerado um marco, e mais às características que o constituem. Não obstante já tenham se passado cerca de 70 anos desde as aparições das ações que assim foram nomeadas, gestos que hoje chamamos de performáticos podem ser enxergados em diversos eventos em que o corpo foi posto a serviço de uma manifestação artística, desde sempre. Para não irmos tão longe, ainda nas Vanguardas do início do século XX, tivemos, no âmbito do Dadaísmo por exemplo, as leituras dos poemas sonoros de Hugo Ball, no Cabaret Voltaire, as fotografias feitas por Man Ray de Marcel Duchamp travestido de Rrose Sélavy, enquanto aqui no Brasil, nos anos 40, tivemos as caminhadas no contrafluxo de procissões, feitas por Flávio de Carvalho, para ficarmos em poucos exemplos. Para além dessa capacidade de dar corpo a formulações iniciadas antes de sua nomeação, o que mais nos interessa é que a performance, cujo advento coincide com o da própria Arte Contemporânea, tem ainda pela frente um imenso terreno a ser estudado e tratado, já que grande parte das questões levantadas desde suas ações antecessoras – a saber, a permeabilidade e a abertura do pensamento crítico sobre as amarras da linguagem, das categorias e das classificações que estruturam o pensamento ocidental – seguem absolutamente em aberto hoje, e certamente ainda por muito tempo. Dentre o corpus de obras de Gesto é possível identificar pelo menos três núcleos a partir do modo como os interesses dos artistas pelo gesto performático se dão: um núcleo voltado à questão da libido e do libidinal, do sensível e do erótico; um segundo núcleo cujo interesse se centra na questão do trabalho – como atividade produtiva e motor do sistema (tanto da arte, quanto capitalista e neoliberal); e ainda outro núcleo que trata de questões políticas de forma mais direta. Fazendo jus, no entanto, precisamente à suas filiações ao gênero da performance e à “promiscuidade” a ele inerente – para citar Marco Paulo Rolla –, ainda que tentemos criar agrupamentos para lê-las, as obras dificilmente permaneceriam filiadas a este ou aquele núcleo, transitando, assim, em suas intercessões. Nos resta lembrar, por fim, do fato de que trabalhar com a performance diz de uma especial relação com o desassombro, que se acresce ao ato de coragem que é ser artista, já que, como sabemos, o performer não se expressa através do objeto artístico, mas sim corporifica a própria arte, se torna a obra em primeira pessoa, dando, por assim dizer, a cara a tapa. Marina Câmara ARTISTAS Amador e Jr. Segurança Patrimonial Ltda., Ana Luisa Santos, Carolina Santana, Cinthia Marcelle, Cláudia Paim, Daniella Domingues, Dayane Tropicaos, Elaine Tedesco, Elias Maroso, Elle de Bernardini, Érica Storer, Erico Bonder, Gabe Felds, Jo Ovadia, Laura Gonzaga, Letícia Parente, Lucia Koch, Marcela Futuro, Marco Paulo Rolla, Marcone Moreira, Maria Ivone dos Santos, Marion Velasco, Paulo Bruscky, Paulo Nazareth, Randolpho Lamonier, Ricardo Burgarelli, Sansa Rope, Sara não tem nome, Shima, Tiago Gasperin, Tiago Mata Machado, Vera Chaves Barcellos, Victor Galvão.

  • Anita Araujo | Remanso

    Anita Araujo 2026 Programa de Pesquisa em Arte Contemporânea Anita Araujo é doutoranda do Programa de Pesquisa em Arte Contemporânea da Universidade do País Basco, Espanha. Mestre em Teatro e Artes da Performance pela Universidade Nacional de Artes, Argentina. Organiza o Festival aberto e independente de Performance e Arte Contemporânea na Sacada desde 2017. Texto (entrega final do PPAC) Instagram Site pessoal Portfólio

  • Remanso

    Redirecionando, aguarde.

  • Henrique Pasqual | Remanso

    Henrique Pasqual 2023 Programa de Residência Artística Henrique Pasqual (1990, Porto Alegre, RS) é artista, arte educador e técnico em Xilogravura. Em sua pesquisa aborda questões cerca da criação e legitimação de sentidos dentro da cultura visual, explorando a contradição como vetor formal e traçando um paralelo entre os processos de ensino institucionalizados e suas vivências na periferia de Porto Alegre. Nesse processo as contradições formais do trabalho atuam como catalizadores para pensar as contradições e os “não lugares” sociais, questionando o papel das instituições na legitimação destes processos. Trabalhou como técnico junto ao artista Paulo Chimendes nas oficinas gráficas do Museu do Trabalho em Porto Alegre, a produção em gravura exerce forte influência no trabalho do artista, o qual também explora processos híbridos e técnicas como vídeo, performance e instalação. Texto (entrega final do PPAC) Instagram Site pessoal Portfólio

  • Kadu Ramos | Remanso

    Kadu Ramos 2026 Programa de Concessão de Ateliê Participou da residência artística AJURICABA (2026, Colares–PA) e foi um dos selecionados para o projeto “Acompanhamento e Exposição” na Casa Musgo (2025, Porto Alegre–RS). Fez parte da mostra coletiva “Dedos Cruzados”, realizada na Casa de Cultura Mario Quintana (2025), assim como foi um dos artistas presentes na exposição “Um Lugar Como Nenhum Outro” (2025). Também participou do evento cultural “Canteiro de Obras #2”, produzido pelo Instituto Cultural Remanso (2025). Teve seu trabalho apresentado na Mostra Novembro Negro (2025), em exposição idealizada pelo MPF da 4ª Região, em Porto Alegre–RS. É graduando em Artes Visuais – Licenciatura pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Texto (entrega final do PPAC) Instagram Site pessoal Portfólio

  • CANTEIRO DE OBRAS #2 | Remanso

    Minimostra de arte contemporânea realizada em 13 e 14 de junho de 2025. CANTEIRO DE OBRAS # 2 FICHA TÉCNICA ARTISTAS Ana Shtlr Caroline Sant'Anna Coletivo Moebius Cristina Lisot Estêvão da Fontoura Haeser Janaína Ferrari Juruna (Dio Coutt) Leonardo Miguel Maria Eduarda Nectoux Tise CURADORIA Guilherme Mautone, Guilherme Leon, Bianca Lagasse e Nazú Ramos DIREÇÃO ARTÍSTICA Guilherme Mautone DIREÇÃO EXECUTIVA Guilherme Leon PRODUÇÃO EXECUTIVA Nazú Ramos PRODUÇÃO EXECUTIVA | REMANSO Bianca Lagasse IMPRENSA Raphaela Donaduce | Donaflor MONTAGEM & OPERACIONAL Claiton Martins APRESENTAÇÃO Por que não pensar este jardim também como um espaço onde a arte possa emergir, subsistir, mostrar-se, ser vivida, performada e debatida? Por que não transformar a desordem literal de um canteiro de obras (algo que este jardim já foi no passado) em uma oportunidade para o surgimento da arte e sua inauguração? Por que não um canteiro de onde, também, brotassem obras? Em 13 e 14 de março de 2023, este jardim era um literal canteiro de obras. Um ano depois, inspirados pela sugestão de ler na literalidade a possibilidade da metáfora, inauguramos uma minimostra de arte contemporânea intitulada Canteiro de Obras #1. Durante dois dias, em 2024, este espaço estimulou, abrigou, fez circular e exibiu propostas artísticas diversas, embora unidas pelas ideias da experimentação, da interação e da colaboração. Passados dois anos do pó de cimento, do constante barulho circular das misturadoras de concreto e do vai-e-vem de trabalhadores da construção civil; e passado um ano da primeira metaforização deste espaço; inaugura-se Canteiro de Obras #2, uma mostra de arte contemporânea rápida realizada nos dias 13 e 14.06.25, com a participação de artistas interessados nos processos artísticos experimentais e processuais e de obras que perfazem sua consecução mediante a interação com o público visitante. Não há, propriamente, um eixo narrativo que as amarre ou que nos permita justificar uma leitura pela via da rígida coerência curatorial. Elas aparecem aqui feito as coisas que aparecem nos jardins: cogumelos que brotam do dia pra noite, uma lesma que rasteja e deixa seus indícios, o passarinho que pousa, o farfalhar das folhas no arbusto, uma pegada insidiosa, um brilho fugidio ao longe, mas que logo some. E está bem que sejam assim: que se coloquem pra nós fugidias, nos surpreendam, nos deixem pensando e nos convidem a tomar parte. Guilherme Mautone LISTA DE OBRAS ANA SHTLR (Cruz Alta, RS, 1981) | LEONARDO MIGUEL (Osório, RS, 2002) | MARIA EDUARDA NECTOUX (Porto Alegre, RS, 1997) | TISE (Porto Alegre, RS, 2000) > Ocupa-se , 2025. Série Ocupari Predial . Cartaz em lona vinílica. 3 x 1 m. > Sem título , 2025. Série Ocupari Predial . Impressão digital sobre papel offset. 21 x 29,7 cm. Tiragem: 50 unidades. > Banheiro Social , 2025. Série Ocupari Predial . Instalação com objetos encontrados (vaso sanitário de cerâmica azul, pia, tapete de crochê, papel higiênico, fonte, patos de borracha, sabonete e espelho). Dimensões variáveis. A intervenção utiliza estratégias simbólicas e dispositivos ficcionais para ativar reflexões sobre a função social dos espaços urbanos. Partindo de um mapeamento poético de imóveis desocupados no Centro Histórico de Porto Alegre, o coletivo concebeu uma imobiliária inventada e usando desse vocabulário desenvolve materiais gráficos para serem distribuídos e colados nesses locais visitados. Questionando o direito à moradia e a especulação imobiliária que tem transformado a paisagem da cidade com seu abandono. Com sua arquitetura de "casa” a Remanso será colocada como esse local a ser ocupado, onde resquícios de domesticidade aparecem e a linguagem da publicidade anuncia o que não pode entregar. CAROLINE SANTʼANNA (Porto Alegre, RS, 1999) > Lampejo , 2025. Carimbos de madeira, almofadas e papéis diversos. Dimensões variáveis. O processo criativo se abre como fenda – em sua potencial monstruosidade intimidadora – e propõe uma caça incessante aos lampejos do imaginário, que é o vasto território do cotidiano, do repertório visual, da subjetividade e da possibilidade. Esse estado de suspensão denominado lampejo acontece em instantes fugazes porém férteis e aqui, em forma de palavra, fragmenta-se no intuito de explorar a amplitude de seu significado: formando novas formas (escritas, ou não) a partir de suas letras. CRISTINA LISOT (Caxias do Sul, RS, 1973) > E se eu olhar para o passado? , 2025 | De Curvar (excertos). Vídeo, HD, cor, áudio, 4'39''. Concepção: Cristina Lisot, Daniel Herrera, Sigrid Nora. Curvar o tempo com o corpo, a linha e a imagem propõe uma travessia entre artes visuais, da cena e memória. A proposta, centrada no vídeo zenital e em looping sobre o chão E se eu olhar pro passado?, evoca um tempo espiralar e não-linear. Curvar convoca o público à escuta sensível do tempo e do corpo. O centro da instalação é o vídeo pensando a cidade como palimpsesto: lugar onde camadas de memória são sobrepostas, soterradas, reveladas. Acima, o futuro; abaixo da terra, os que já foram enterrados. ESTÊVÃO DA FONTOURA (Porto Alegre, RS, 1977) > Jardim Espectral , 2025. Intervenção com iluminação cênica. Na intervenção Jardim Espectral o resultado idealizado pelo artista se dá na presença, seja das plantas, ou das pessoas, sejam visitantes ou equipe do Remanso e seus movimentos e interações no pátio. Refletores nas três cores primárias da luz - vermelho, verde e azul - estarão espalhados em distintos pontos do espaço, opostos às paredes e apontados para estas com seus focos sobrepostos formando iluminação branca nas paredes brancas. As plantas entre os refletores e as paredes formarão belíssimas silhuetas multicoloridas na superfície das paredes. JANAÍNA FERRARI (Porto Alegre, RS, 1990). > fabular sobre ser fisgada , 2024 - 2025. Brita, cabelo, corda, roldana, balança, carne, osso, tênis. Dimensões variáveis. pelos grossos crescerão em seu corpo / disforme // e nenhuma alma a deverá respeito ou / ouvido / sob qualquer circunstância // seu intelecto circulará reduzido à mudez / das suas crinas // e seu poder enterrado no silêncio do / milênio (poema de Roberta Fofonka em MULA de 2025). JURUNA / DIO COUTT (Alvorada, RS, 1993) | Colaboração: KADU RAMOS (Pariquera-Açu, SP, 1998), RONALDO MONTEIRO (Viamão, RS, 2001). > Desde a terra, para e com ela , 2025. Performance e site specific. Água, semente, argila, folhas, folhas secas, coração de galinha cru, cal, esteiras, defumadores e urna. Dimensões e duração variáveis. Durante dois dias, ao ar livre, em silêncio e presença, três corpos trajados de branco e balaclavas moldam silhuetas com argila, água, sementes e folhas secas, em corações de galinha crus embebidos em cal, pregados na parede. O público é convidado a responder livremente: “Como se autodeclara?”. Defumadores acesos pedem licença ao espaço. Ao final, os corpos de argila são lavados com água. O que era forma vira um rastro. COLETIVO MOEBIUS (Porto Alegre, RS, 2014) | Isadora Franco (Porto Alegre, RS, 1995), Luiza Fischer (Porto Alegre, RS, 1991), Janaína Ferrari (Porto Alegre, RS, 1990), Patrícia Nardelli (Brasília, DF, 1985), Renata Stein (Esteio, RS, 1991). > Aguaçal , 2022 - 2025, performance sonora. Direção e concepção de Patrícia Nardelli. Intérpretes criadora Isadora Franco, Luiza Fischer, Janaína Ferrari e Renata Stein. Gravação, mixagem e masterização de Patrícia Nardelli. Aguaçal propõe a habitação na paisagem sonora de um local fictício criado a partir do trabalho de voz e corpo desenvolvido junto ao Coletivo Moebius de dança contemporânea. Investiga a linguagem do horror e questões de gênero através do uso de técnicas vocais estendidas e da espacialização dos corpos, produzida tanto em tempo real, quanto através da sua fixação em mídia sonora. Aguaçal é um espaço limiar, uma fenda, onde coisas vivas se encontram e outras são conjuradas. Ocupari Predial Ocupari Predial 1/7 Caroline Sant'Anna Caroline Sant'Anna 1/5 Cristina Lisot Cristina Lisot 1/3 Estêvão da Fontoura Estêvão da Fontoura 1/4 Janaína Ferrari Janaína Ferrari 1/5 Juruna (Dio Coutt) Juruna (Dio Coutt) 1/5 Aguaçal Aguaçal 1/3 PROGRAMA PÚBLICO abertura, mediações com acessibilidade 1/16

  • EXPOSIÇÃO MÃO DE OBRA? | Remanso

    MÃO DE OBRA? FICHA TÉCNICA CURADORIA Guilherme Mautone & Izis Abreu ARTISTAS A Minha Empregada, Coletivo Sopapo de Mulheres, Frente 3 de Fevereiro, Henrique Pasqual, Leandro Machado, Lia Braga, Museu de Resgates ,Salvador, Silvana Rodrigues, Vherá Xunú, Virginia di Lauro, zarro. APRESENTAÇÃO Mão de obra? consistiu em uma exposição temporária, uma mostra coletiva de artistas contemporâneos realizada no Remanso - Instituto Cultural, entre os meses de março e julho de 2024. Com curadoria de Guilherme Mautone e Izis Abreu, a mostra reuniu o trabalho de seis artistas vivos e quatro coletivos artísticos com a finalidade de refletir, através da singularidade das poéticas e das obras apresentadas, sobre o conceito de trabalho e sua ubiquidade em nossa vida contemporânea. No contexto atual, marcado pela retomada crítica da história (sobretudo da história da arte) e pelo reconhecimento da permanência de sistemas sociais de opressão herdados do passado colonial e ainda capazes de nos estruturar subjetivamente, atentar para o tema do trabalho humano e sua apresentação crítica através da produção artística nos oferece uma porta de entrada privilegiada para o desenvolvimento do pensamento crítico e da elaboração comum de um projeto utópico de sociedade em que tais sistemas não mais se repitam. Destinada para o público em geral, a exposição contará com ações pontuais de ativação no formato de atividades de mediação para crianças e adolescentes, mas também no formato de oficinas que envolvam a temática do trabalho e da força produtiva a partir da apreciação e debate daquelas visualidades presentes na mostra. A exposição também conta com a presença da Biblioteca da Vila, obra-espaço-dispositivo itinerante, inventada pelo coletivo Museu de Resgates, vinculado ao assentamento Santa Teresinha (Vila dos Papeleiros, PoA, RS), que durante todo o período da mostra passará a ser ativado através da troca de livros com visitantes e turmas de escolas públicas. PERÍODO DE EXPOSIÇÃO 15 de março - 21 de junho de 2024 APOIO Kim Gesswein COLAB PUCRS Biblioteca Pública de Nova Iorque LISTA DE OBRAS A MINHA EMPREGADA (Twitter / X, Brasil, 2014). Prints do Perfil A Minha Empregada , 2014 - 2024. Printscreens em tablet. Perfil público. Disponível em: https://twitter.com/aminhaempregada COLETIVO SOPAPO DE MULHERES - Quilombo do Sopapo / Clarissa Silveira, Cristina Nascimento, Denise Flores, Diane Barros e Marion dos Santos (Porto Alegre, RS, Brasil, 2013). Cárcere , 2014. Peça sonora. 4min32s. Acervo do coletivo | Financiamento da Secretaria de Estado da Cultura do RS (SEDAC RS) através do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), 2014. COLETIVO SOPAPO DE MULHERES - Quilombo do Sopapo / Clarissa Silveira, Cristina Nascimento, Denise Flores, Diane Barros e Marion dos Santos (Porto Alegre, RS, Brasil, 2013). Cárcere , 2024. Instalação. Sapatos sobre blocos de gesso. 1 × 1 m (cada). Acervo do coletivo. FRENTE 3 DE FEVEREIRO (São Paulo, SP, Brasil, 2004). Zumbi Somos Nós , 2007. Documentário, cores, 51min25s, YouTube de Daniel Lima. Acessível em: https://www.youtube.com/watch?v=jVHmoqHciD8 Minutagem da reapresentação: 24m37 - 26m56 HENRIQUE PASQUAL (Porto Alegre, RS, Brasil, 1990). Prumo , 2022. Frottage e desenho sobre papel de arroz. 97 × 160 cm Acervo do artista. HENRIQUE PASQUAL (Porto Alegre, RS, Brasil, 1990). Cavadeira , 2022. Frottage e desenho sobre papel de arroz. 97 × 160 cm. Acervo do artista. HENRIQUE PASQUAL (Porto Alegre, RS, Brasil, 1990). Marreta , 2022. Frottage e desenho sobre papel de arroz. 66 × 97 cm. Acervo do artista. HENRIQUE PASQUAL (Porto Alegre, RS, Brasil, 1990). Pro Labore , 2024. Escultura de concreto a partir de molde de algintato. 29 × 24 × 7 cm. Acervo do artista. JEAN-BAPTISTE DEBRET (Paris, França, 1768 - Paris, França, 1848). Une dame brésilienne dans son intérieur [Uma dama brasileira em seu interior ], 1834. Lambe de imagem digital sobre papel off-set. 400 × 280 cm. Acervo da Biblioteca Pública de Nova Iorque (Nova Iorque, EUA). Imagem original: Gravura, litografia em cores, 51,4 × 33,3 cm. 1934. Gravador: Charles Motte. Edições Firmin Didot Frères. Paris (França). LEANDRO MACHADO (Porto Alegre, RS, Brasil, 1970). Coleção , 2020 - 2023. Luvas utilizadas por trabalhadores em diversas atividades, encontradas pelas ruas da cidade. 272 × 180 cm. Acervo do artista LEANDRO MACHADO (Porto Alegre, RS, Brasil, 1970). Sem mãos, sem obra , 2024. Texto poético sobre adesivo vinílico e caneta permanente sobre vidraça. 272 × 180 cm. Acervo do artista. LIA BRAGA (Santa Maria, RS, Brasil, 1974). Formas Resguardadas , 2014 - 2020. Crochê sobre fragmentos de objetos. 200 × 200 cm. Acervo da artista. MUSEU DE RESGATES / Antônio Carboneiro, Cristiano Sant’Anna, Jacson Carboneiro (Porto Alegre, RS, Brasil, 2019). Biblioteca da Vila , 2023. Biblioteca ambulante sobre um carrinho de papeleiro adaptado. Dimensões variáveis. Acervo do coletivo. SALVADOR (Canguçu, RS, Brasil, 1978). Sem título , 2022. Impressão em relevo, acrílica e embalagem. Dimensões variáveis. 39 × 52,5 cm. Acervo do artista. SALVADOR ( Canguçu, RS, Brasil, 1978). Sem título , 2022. Impressão em relevo, acrílica e embalagem . Dimensões variáveis. 39,5 × 33,5 cm. Acervo do artista. SALVADOR ( Canguçu, RS, Brasil, 1978). Sem título , 2022. Impressão em relevo, acrílica e embalagem . Dimensões variáveis. 22,5 × 34,5 cm. Acervo do artista. SILVANA RODRIGUES (Porto Alegre, RS, Brasil, 1986). Relaxamento Afro , 2018 - 2021. Lambes em papel offset. 200 × 1100 cm. Acervo da artista. VHERÁ XUNÚ (Itapiranga, SC, Brasil, 1992). Cidade é área indígena , 2022. Lambes de fotografia digital. 84 × 118,9 cm Acervo do artista. VIRGINIA DI LAURO (Barra do Choça, BA, Brasil, 1989). Do tempo , 2023 - 2024. Vídeo instalação. 4’15’’. Projeção sobre terra e espelho. 85 × 60 cm. Acervo da artista. ZARRO (Viamão, RS, Brasil, 1987). Tava loca que tu visse , 2023 - atual. Colagem sobre papel, tinta acrílica, pincel atômico e giz pastel. Dimensões variáveis. Acervo da artista ZARRO (Viamão, RS, Brasil, 1987). Coisário do Rio , 2022 - atual. Tijolos coletados às margens do Guaíba (Porto Alegre), oriundos dos períodos de aterramento. Dimensões variáveis. Acervo da artista PROGRAMA PÚBLICO

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