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- Rafael Muniz | Remanso
Rafael Muniz 2025 Programa de Residência Artística Rafael Muniz (Porto Alegre, RS, 1991) é umbandista-artista-pesquisador, Doutorando e Mestre em Poéticas Visuais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Bacharel em Artes Visuais pela mesma instituição. É integrante do grupo de pesquisa Poéticas da Participação. Possui formação no curso Técnico em Edificações pelo Centro Tecnológico Estadual Parobé. Trabalha como desenhista, projetista, montador de exposições e instrutor de arte pelo Studio Muniz. Tem interesse em antropologia, etnografia e epistemologias de religiões de matrizes africanas no Brasil para pensar seu cruzamento com o campo da arte. Sua poética articula a linguagem presente nas Umbandas, Quimbandas e na construção civil em procedimentos como fotografia, desenho, vídeo e instalação. Participou de exposições individuais e coletivas, nacionais e internacionais, da Zero Residência Artística em Pelotas (2024), contemplado no edital Multilinguagens Paulo Gustavo (2023), I e II Salão Costa Doce (2021 e 2022), Itaú Cultural Arte como Respiro (2020) e ganhador do Prêmio Maria Conceição Menegassi (2014). Instagram Site pessoal Portfólio
- Mariana Mazzetti | Remanso
Mariana Mazzetti 2026 Programa de Concessão de Ateliê (Pelotas, RS, 1996) É artista visual multimídia. Em 2023 formou-se Bacharel em Artes Visuais pela UFPel, e é graduanda em Tecnologia em Design Gráfico pela Uninter. Entre 2023 e 2024 atuou como co-gestora e produziu em ateliê no espaço independente Relva Cultural. Com referências deslocadas do cinema, internet e da cultura pop, sua pesquisa busca refletir o impacto da imagem como dispositivo narrativo não-verbal, investigando sobre sua produção e consumo na contemporaneidade. Atualmente utiliza principalmente as linguagens da pintura, desenho, colagem e fotografia. Instagram Site pessoal Portfólio
- Mitti Mendonça | Remanso
Mitti Mendonça 2025 Programa de Residência Artística Mitti Mendonça (São Leopoldo-RS, 1990) é artista têxtil, ilustradora, produtora cultural e arte-educadora. Sua produção na arte contemporânea investiga as historiografias negras em diáspora, as memórias afetivas a partir dos álbuns de família, os movimentos negros. Desta forma, elabora obras que refletem o afeto como lugar político, as práticas de resistência e a construção de identidades. É co-idealizadora da Feira Gráfica Garganta e da Residência Artística Garganta. E é criadora da Oficina Bordando Afetos. Cursou jornalismo e design, experiências que atravessam sua pesquisa e produção artística. Atualmente, mantém em Porto Alegre o Mão Negra Atelier, espaço de arte independente, loja e acervo de obras da artista. Assim como exposições em diálogo com artistas racializados e oficinas. Instagram Site pessoal Portfólio
- zarro | Remanso
zarro 2024 Programa de Concessão de Ateliê zarro (1987, Viamão, RS, BR) é uma artista afro-latino-americana que atualmente estuda e trabalha em Porto Alegre (RS). É mestranda no Programa de Pós-Graduação em Poéticas Visuais da UFRGS e, desde 2023, é uma das artistas participantes do Programa de Concessão de Ateliê no Remanso - Instituto Cultural. É Bacharel em Artes Visuais pela UFRGS (2022) e licenciada pela mesma instituição em Ciências Biológicas. Complementarmente, atuou junto à rede pública de educação, onde foi professora do ensino fundamental e médio. O início da pandemia ocasionou um momento de reclusão e inflexão em sua trajetória artística, quando passou a produzir num ritmo obstinado, motivada por sua imaginação e mesclando diferentes técnicas em seu processo poético. Coleciona e reúne imagens, fragmentos, vestígios, que servem de testemunhos da vida humana que avança sobre territórios, destacando a simbiose entre sociedade e natureza, memória e trauma. Instagram Site pessoal Portfólio
- CONTRIBUA | Remanso
Você se identifica com os nossos princípios e quer contribuir com a ampliação do acesso à cultura e à arte? Então conheça nossos modos de contribuição. Contribuindo financeiramente com a Remanso, você garante a manutenção e a ampliação do nosso projeto cultural, que consiste principalmente na concessão gratuita de ateliês para artistas e o oferecimento de um bolsas. Além disso, a sua contribuição nos ajuda a ampliar o número de mediações com escolas e de atividades de arte-educação. Para fazer uma doação espontânea para a Remanso, nossa chave PIX é: contato@remanso.org.br Depois, nos envie o comprovante de transferência para o mesmo e-mail do PIX. Dados para transferência bancária são os seguintes: Agência 0049 Conta 60549460-4 CNPJ 50.317.599/0001-60 Remanso - Instituto Cultural > Inscreva-se no programa de vantagens da Remanso, contribuindo com um valor para a manutenção da instituição e recebendo benefícios: 15% de desconto em cursos, ateliês, seminários 10% de desconto no café Convites exclusivos para as exposições Visita mediada exclusiva de pré abertura das exposições 10% de desconto na loja Acesso a itens exclusivos da loja > Fluxo Remanso é uma assinatura mensal que oferece aos assinantes o enigmático, o inquietante através de discretas coleções com elementos de caráter banal, mas surpreendente. Com este projeto, queremos por as coisas em fluxo, gerar complexidades, sustentar perguntas e redemoinhos. Mais informações no futuro. Amigo da Remanso R$ 100 100R$ Todo mês Selecionar Nos ajude a ampliar o acesso à arte Ganhe 15% de desconto em nossos cursos Fluxo Remanso - Pré Lançamento R$ 100 100R$ Todo mês Selecionar Nos ajude a ampliar o acesso à arte Receba uma ecobag ao se inscrever Ganhe 15% de desconto em nossos cursos Entrega mensal dos objetos da assinatura Loja da Remanso Nos ajude a ampliar nossa missão adquirindo itens de nossa loja. Todo valor arrecadado com a nossa loja é utilizado em projetos sociais no campo das artes! Visualização rápida Tote bag da Remanso Preço R$40,00 Visualização rápida Botton da Remanso Preço R$15,00
- Topografia dos Encontros | Remanso
Topografia dos Encontros CURADORIA Anelise De Carl INÍCIO 1 de agosto de 2025 FIM 27 de setembro de 2025 Entre os gestos vivazes de um artista vibrante como zarro, há um gesto de cuidado. Seus trabalhos cuidam das imagens que insistem, dos fragmentos que sobrevivem, do passado que não passou bem. Em sua primeira exposição individual, apresenta-se um conjunto de obras desenvolvidas ao longo do último ano, em parte durante sua residência no Programa de Concessão de Ateliê do Remanso - Instituto Cultural e, posteriormente, em continuidade nos espaços da Associação de Pesquisas e Práticas em Humanidades (APPH). Recentemente agraciada com o Prêmio de Aquisição do Salão de Artes Visuais da Câmara Municipal de Porto Alegre, zarro tem cultivado sua poética através da articulação de diferentes linguagens – pintura, colagem e coleta –, propondo formas de percepção e reelaboração de memórias históricas, traumas políticos e práticas de convivência. Em Topografia dos encontros, os trabalhos elaboram composições do comum. A mostra se organiza em três núcleos, cada um tocando aquilo que, embora pareça distante, ainda pulsa: imagens que voltam, espaços que abrem, corpos que reaparecem. O primeiro núcleo parte de uma pesquisa em arquivos: fotografias de imprensa do período ditatorial brasileiro; e o inesperado arquivo de vestígios encontrado pela artista na orla do Guaíba, em Porto Alegre, documentando os resquícios das antigas habitações ribeirinhas, quer sejam de uma margem ou outra do rio. zarro reapresenta essas imagens como quem quer reaprender a vê-las: por meio do recorte, da montagem, da pintura e da colagem, desestabilizando as narrativas oficiais e revelando o que ficou fora de quadro, assim dando corpo ao que o enquadramento original quis apagar. Adentrando no segundo núcleo, encontramos telas da série Ebó de bar, onde a artista recria um espaço democrático de elaboração coletiva. Tomando o bar como lugar de reencontro popular, onde se compartilha dor e alegria, zarro nos oferece cenas que carregam uma trilha sonora própria e estão povoadas de promessas: cadeiras e camadas potenciais de pessoas em campos de cor vibrantes, à espera de alguém ou de algo – um corpo, uma conversa, um gesto de cura. O bar, aqui, é rito e abrigo. É oferenda cotidiana e lugar possível de reparação. No terceiro e último núcleo, a série Multidões apresenta os trabalhos mais recentes da artista, onde imagens quase abstratas dão corpo a grupos de pessoas reunidas em cenas de festas, celebrações e manifestações. Pintar a multidão é uma afirmação da potência do estar junto: da vibração dos corpos e da força do coletivo. As obras capturam não só a forma, mas a energia do calor dos encontros – aquilo que escapa à imagem e, ainda assim, permanece nela. Entre reapropriações, rituais e comunhões, a exposição constroi um caminho que é também um retorno – não ao passado em busca de nostalgia, mas a ele como matéria viva que pode, pela arte, ganhar outras formas, outros nomes, outros futuros. Anelise De Carli ARTISTAS zarro
- Canteiro de Obras #2 | Remanso
Canteiro de Obras #2 CURADORIA Guilherme Mautone, Guilherme Leon e Nazú Ramos INÍCIO 13 de junho de 2025 FIM 14 de junho de 2025 Por que não pensar este jardim também como um espaço onde a arte possa emergir, subsistir, mostrar-se, ser vivida, performada e debatida? Por que não transformar a desordem literal de um canteiro de obras (algo que este jardim já foi no passado) em uma oportunidade para o surgimento da arte e sua inauguração? Por que não um canteiro de onde, também, brotassem obras? Em 13 e 14 de março de 2023, este jardim era um literal canteiro de obras. Um ano depois, inspirados pela sugestão de ler na literalidade a possibilidade da metáfora, inauguramos uma minimostra de arte contemporânea intitulada Canteiro de Obras #1. Durante dois dias, em 2024, este espaço estimulou, abrigou, fez circular e exibiu propostas artísticas diversas, embora unidas pelas ideias da experimentação, da interação e da colaboração. Passados dois anos do pó de cimento, do constante barulho circular das misturadoras de concreto e do vai-e-vem de trabalhadores da construção civil; e passado um ano da primeira metaforização deste espaço; inaugura-se Canteiro de Obras #2, uma mostra de arte contemporânea rápida realizada nos dias 13 e 14.06.25, com a participação de artistas interessados nos processos artísticos experimentais e processuais e de obras que perfazem sua consecução mediante a interação com o público visitante. Não há, propriamente, um eixo narrativo que as amarre ou que nos permita justificar uma leitura pela via da rígida coerência curatorial. Elas aparecem aqui feito as coisas que aparecem nos jardins: cogumelos que brotam do dia pra noite, uma lesma que rasteja e deixa seus indícios, o passarinho que pousa, o farfalhar das folhas no arbusto, uma pegada insidiosa, um brilho fugidio ao longe, mas que logo some. E está bem que sejam assim: que se coloquem pra nós fugidias, nos surpreendam, nos deixem pensando e nos convidem a tomar parte. Guilherme Mautone ARTISTAS Ana Shtlr, Caroline Sant'Anna, Coletivo Moebius, Cristina Lisot, Estêvão da Fontoura Haeser, Janaína Ferrari, Juruna (Dio Coutt), Leonardo Miguel, Maria Eduarda Nectoux, Tise
- Editais (List) | Remanso
EDITAIS ABERTOS EDITAIS ENCERRADOS Edital PPAC 26 Oferecimento de bolsa para pesquisadores Acessar Edital Utilize uma sala da Remanso Inscreva-se para utilizar gratuitamente uma sala na Remanso Edital indisponível Edital PE 26 Edital para o Programa Expositivo de 2026 Acessar Edital Edital PCA 26 Edital para o Programa de Concessão de Ateliê de 2026 Acessar Edital Chamada Imersões 2025 Chamada aberta para Imersões em 2025 Edital indisponível Edital PE 25 Edital para o Programa Expositivo de 2025 Edital indisponível Edital PCA 25 Edital para o Programa de Concessão de Ateliê de 2025 Edital indisponível Edital PCA 24 Edital para o Programa de Concessão de Ateliê de 2024 Edital indisponível
- Antes que a distância não exista mais | Remanso
Antes que a distância não exista mais CURADORIA Kelly Wendt INÍCIO 6 de março de 2026 FIM 9 de maio de 2026 Em Antes que a distância não exista mais , os trabalhos operam a partir de um sulear (GONÇALVES et al., 2024), em que se cria e produz a partir de experiências ao sul do sul, compartilhando imaginários fronteiriços por meio de diferentes procedimentos. A observação, o deslocamento, o desenho e a escrita articulam experiências diversas de mundo em produções que decorrem de práticas que extrapolam a estética do frio, e que ocorrem em contato com a terra, a água, a palavra, a casa e a estrada. Das vivências em um lugar de extremos, onde o mundo começa e termina, é possível, vertiginosamente, renovar a direção do olhar e encontrar outras rotas, sentidos e formas de pensar e produzir arte que conectam-se a diferentes coordenadas poéticas, afetivas, políticas e geográficas. Cruzar fronteiras, adentrar campos, orientar-se e desorientar-se no vai e vem ao atravessar o sul do Rio Grande do Sul. Busca-se em um pensamento poético próximo ao de artistas, como Hélio Fervenza, ou Maria Helena Bernardes, pensar diferentes modos de estabelecer relações com os lugares por meio também de proposições artísticas participativas, que pensam o encontro como a potencialidade da arte. O que emerge desse território que se percorre e se encontra? O que fica depois que partimos e retornamos a um lugar? Como medimos as distâncias do que foi sentido? Integrados à terra e a tudo que nela existe, estamos aterrados em territórios cumulativos, à luz de Milton Santos (2008), que fala da soma das relações sociais e afetivas que se estabelecem e se estratificam sobre eles. Territórios onde se tecem confluências pelos fios da vida, dos corpos, das cercas, das costuras, dos desenhos, das passagens. Em um tempo em que as relações parecem se achatar sob o peso da globalização, em que espaços e instantes se comprimem pelos avanços tecnológicos, pelas urgências de uma sociedade produtivista e pela necessidade de presença constante. Deste modo, Antes que a distância não exista mais propõe inventar um espaço de contemplação e ação em um mundo que se torna, pouco a pouco, homogêneo, atentando para a pluralidade que resiste e se evidencia nos modos de produzir arte a partir deste sul. REFERÊNCIAS SANTOS, Milton. Técnica, Espaço, Tempo: Globalização e meio técnico-científico-informacional. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo-SP, 2008. GONÇALVES, Eduarda et al. Sulear. In: ROCHA, Eduardo; BELTRAME, Tais (org.). Verbolário da caminhografia urbana. Pelotas: Editora Caseira, 2024. p. 127–128. ARTISTAS Bárbara Larruscahim; Humberto Levy; Pedro Parente; RAFA
- Remanso
Redirecionando, aguarde.
- Remanso
Redirecionando, aguarde.
- APOIE | Remanso
Contribua com a manutenção do trabalho de artistas vivos e com a existência de um espaço de cultural aberto ao público. Apoie a Remanso Nosso objetivo é ampliar as possibilidades de criação para artistas vivas, vivos, vives, em início de trajetória. Abordamos o campo o campo das artes visuais de uma perspectiva otimista de redução das desigualdades. Quando você apoia a Remanso, você está ajudando a rede produtiva da cultura no RS e está contribuindo diretamente para a realização de projetos sociais no segmento das artes visuais. Confira, também nosso Estatuto Social e nossos Boletins: Transparência DOAÇÃO INCENTIVADA POR MEIO DA LEI ROUANET >Estamos inscritos na Lei Federal de Incentivo à Cultural (Rouanet) sob o PRONAC 256522 (veja nosso projeto no portal de transparência clicando aqui ). >Nossa conta captação da Lei Rouanet é: Banco 001 (Banco do Brasil) Agência 0353-0 Conta 47.335-9 Quando fizer a transferência, entre em contato conosco para a emissão do recibo de doação. Empresas podem abater do imposto de renda o valor doado para o nosso projeto. Pessoas físicas podem abater do imposto de renda o valor doado para o nosso projeto. SAIBA+ >Se desejar elaborar outra forma de contribuir com o nosso projeto, entre em contato via e-mail: contato@remanso.org.br







